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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Acima de tudo, cultura geral

Faça oração para acabar com pragas e maldições

17.08.13, Planeta Cultural

Cena muito comum em qualquer família ou grupo social, pessoas brigando por alguma coisa e repentinamente aguém “solta o verbo” como uma faca bem afiada:

 

- Que você seja infeliz no amor - Que este dinheiro lhe traga desgraças - Você e sua família nunca terão sossego na vida

 

Praga rogada.

 

Pena que o ser humano não sabe a verdade da força das palavras e pensamentos emitidos. Pensaria pelo menos umas dez vezes antes de falar algo ou praguejar contra alguém ou jogar maldições. As consequências das palavras negativas são terríveis. É muita energia negativa emitida de uma pessoa para outra.

 

Rogar ou jogar praga aparece em todas as civilizações há séculos e seu mal é muito conhecido. A Bíblia é cheia destas passagens.

 

A definição de rogar praga é “lançar uma maldição, desejar o mal agora de alguém ou fazer alusões pessimistas a outra pessoa”.

 

Já maldição, segundo o dicionário da Língua Portuguesa, é o ato de amaldiçoar alguém, jogar praga, desejar o mal. Definiríamos a maldição, como um ato de recorrer a uma força superior para que uma outra pessoa seja prejudicada. Isso normalmente acontece em momentos de raiva, ira, humilhação e vingança.

 

Será que praga ou maldição faz tanto mal assim? Será que pega mesmo?

 

A primeira pessoa a sofrer com uma praga ou maldição é a que emite. Não importa o por quê praguejou. Ela é responsável pelo ato, palavra e energia emitida.

 

E quem recebe também irá sofrer com a praga se der força ao ocorrido.

 

Que praga ou maldição existe não há duvidas. Há relatos na Bíblia e centenas de histórias espalhadas no mundo. O que não pode é dar força a uma praga e continuar alimentado-a. Devem-se quebrar ou eliminar estas Pragas.

 

Mas como eliminar a praga? Perdoando a quem emitiu. Orando para quem nos causou mal. Resolvendo este mal entendido. Não dando força à praga e maldição. Pedindo ajuda dentro da sua religião.

 

E fazendo a Oração contra Praga e Maldição abaixo. Oração feita muitas vezes pelo Padre Marcelo Rossi, mostrando como este problema é sério.

 

Antes de amaldiçoar alguém, pense nas consequências negativas contra você.

 

Oração para quebra de pragas e maldições  No nome de Jesus Cristo crucificado, morto e ressuscitado, amarro todos os espíritos do ar, da atmosfera, da água, do fogo, do vento, da terra, de debaixo da terra e do mundo inferior.

 

Amarro também a influência de qualquer alma perdida ou caída, que possa estar presente, e todos os emissários do quartel demoníaco, ou todo círculo de bruxas, magos e feiticeiros ou adoradores de Satanás, que possam estar presentes de algum modo sobrenatural.

 

Clamo o sangue de Jesus sobre o ar e a atmosfera, a água, o fogo, o ve nto, a terra e seus frutos à nossa volta, a região abaixo da terra e o mundo inferior.

 

No nome de Jesus Cristo, proíbo todos os adversários mencionados de comunicarem-se com outros ou se ajudarem de alguma forma, ou comunicarem-se comigo, ou fazerem qualquer coisa senão o que eu mando em nome de Jesus.

 

No nome de Jesus Cristo, eu selo este lugar e todos os presentes e suas famílias e associados, e seus lugares e posses e fontes de suprimento, no sangue de Jesus.

 

Em nome do Senhor Jesus Cristo, proíbo quaisquer espíritos perdidos, círculos de feiticeiras ou feiticeiros, grupos ou emissários satânicos ou qualquer de seus associados, subordinados ou superiores, de preju dicar ou tirar vingança de mim, minha família e meus associados, ou causar mal ou dano a qualquer coisa que tenhamos.

 

No nome de Jesus Cristo, e pelos merecimentos de seu Preciosíssimo Sangue, quebro e dissolvo toda maldição, malefício, selo, encantamento, feitiço, laço, tentação, armadilha, instrumento, mentira, pedra de tropeço, obstáculo, ilusão, engano, diversão ou distração, corrente espiritual ou influência espiritual, e também qualquer doença de corpo, alma ou espírito lançados sobre nós, ou sobre este lugar, ou sobre algumas pessoas, lugares e coisas mencionadas, por qualquer agente, ou lançada sobre nós por nossos próprios enganos ou pecados.

 

Agora coloco a cruz de Jesus Cristo entre mim e todas as gerações de minha árvore genealógica. Dig o, no nome de Jesus Cristo, que não haverá direta comunicação entre as gerações.

 

Toda comunicação será filtrada no Preciosíssimo Sangue do Senhor Jesus Cristo. Maria Imaculada revesti-me da luz, poder e energia de vossa fé. Pai, por favor, designai anjos e santos para me ajudar.

 

Muito obrigado, Senhor Jesus, por serdes minha Sabedoria, minha Justiça, minha Santificação, minha Redenção. Eu me entrego ao ministério de vosso Santo Espírito e recebo vossa verdade a respeito da cura entre gerações.

 

Glória ao Pai, e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

 

Ficou com dúvida? Quer saber mais sobre o trabalho de Franco Guizzetti ou entrar em contato com ele, clique aqui.

 

 

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Primeiro mestre indígena da UFRGS define escola ideal para índios

17.08.13, Planeta Cultural

 

Até se tornar mestre, com a formatura em pedagogia na Universidade Metodista IPA de Porto Alegre, em 2008, Zaqueu percorreu um longo caminho

 

"Agradeço em primeiro lugar a Tupẽ (Deus), que iluminou o meu caminho durante esta caminhada, e também aos espíritos ancestrais Kaingang, que, em sonho, me possibilitaram desvendar os saberes indígenas que consagro como conhecimento". Assim começa a seção de agradecimentos da dissertação de mestrado de Zaqueu Key Jópry Claudino, 42 anos, também conhecido como Zaqueu Kaingang. Desde o início é possível perceber que não se trata de um trabalho comum - além das tradicionais versões do resumo em português, inglês e espanhol, há ainda uma em kanhgág, primeiro idioma aprendido por Zaqueu.

 

Pertencente à tribo dos Kaingang, Zaqueu é o segundo filho de uma família de cinco, o primeiro indígena formado mestre pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e primeiro indígena mestre em educação do Rio Grande do Sul. A titulação veio em junho deste ano. Ele lamenta que nenhum de seus irmãos tenha ido além do ensino médio, mas se orgulha do caminho tomado por sua família: com o título de mestre em mãos, Zaqueu pretende iniciar o doutorado no próximo ano; sua esposa, Rute, cursa geografia; os filhos mais velhos, Gilmar e Cleverson, são formados em história e enfermagem; e a filha mais velha, Juciane, também cursa enfermagem. Destino que espera também para os caçulas, Giovani, 9, e Geovana, 7.

 

Os primeiros contatos com a língua portuguesa e com a educação escolarizada ocorreram simultaneamente quando ele tinha cerca de 12 anos. E a contar por esta primeira experiência, seria difícil prever que Zaqueu desse continuidade aos estudos – e ainda escolhesse a área da educação para se especializar. Quando começou a frequentar a escola, nem Zaqueu nem seus pais tinham vontade de construir um futuro fora da aldeia para o menino. "Não havia a perspectiva de me tornar médico ou advogado, nem havia interesse em dar seguimento à formação", conta.

 

O objetivo principal das aulas, todas ministradas por professoras brancas (fóg em kanhgág), era alfabetizar as crianças em língua portuguesa, e era proibido falar outra língua na classe. Isso foi um problema para Zaqueu, que não dominava o idioma lusitano e gostava mais dos intervalos, quando podia brincar e conversar com os colegas em kanhgág. Ele conta que para receber a merenda era preciso pedir em português, caso contrário, deveria voltar para o final da fila. Até aprender, o menino passou por isso diversas vezes, torcendo para que tivesse sobrado comida quando chegasse a sua vez. Foi nesta época que Zaqueu percebeu que o objetivo da escola era, mais do que alfabetizar as crianças indígenas em português, fazer com que o idioma substituísse o kanhgág.

 

Zaqueu permaneceu na escola até os 16 anos, quando se casou. De acordo com a cultura kaingang, os indivíduos pertencentes ao grupo dos Kamẽ (como Zaqueu) devem se casar com alguém de outro grupo, Kajru. Após o casamento, o noivo deve ir morar com a família da noiva, e o sogro passa a ser seu professor, ensinando conhecimentos diferentes dos recebidos na casa dos pais. Casado, Zaqueu passou a ser considerado adulto, e precisou parar de estudar para ajudar o sogro a sustentar a família. Segundo Zaqueu, o que aconteceu com ele é muito comum, pois a educação escolar indígena costuma ser voltada às crianças, não levando em conta especificidades culturais como as dos kaingang.

 

O nascimento do primeiro filho, Gilmar, coincidiu com a oportunidade de voltar a estudar, em 1987. Zaqueu se inscreveu para um curso de monitor bilíngue voltado a indígenas que tivessem concluído a quarta série. Nascido na Terra Indígena Guarita, que se estende pelos municípios de Tenente Portela, Redentora e Erval Seco, no noroeste gaúcho, ele deixou a região pela primeira vez e foi para Laranjeiras do Sul, no Paraná, onde permaneceu por três anos. Concluído o curso, retornou à Guarita e passou a trabalhar como monitor bilíngue na escola onde havia iniciado seus estudos. No entanto, trabalhar como intérprete não era o objetivo de Zaqueu; ele queria ser professor.

 

Dificuldades no ensino superior

 

Até atingir este objetivo, com a formatura em pedagogia na Universidade Metodista IPA de Porto Alegre, em 2008, Zaqueu percorreu um longo caminho. Para concluir o ensino fundamental, teve de estudar em uma escola convencional, depois veio o magistério indígena, que cursou de forma intervalar, sempre precisando conciliar trabalho e estudos. Em 1994, teve o primeiro contato com a vida acadêmica: passou no vestibular para o curso de sociologia da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), mas cursou apenas quatro semestres. "Tive que desistir, a mensalidade era muito cara, não tinha bolsa, e o transporte encarecia ainda mais".

 

Em 2003, mudou-se para Porto Alegre, no acampamento que deu origem à Terra Indígena Fág Nhin, onde reside atualmente. Antes de se mudar, Zaqueu dava aulas de cultura indígena nas escolas de sua cidade, e participou ativamente da luta pelo reconhecimento do acampamento e da criação de uma escola indígena na região - onde passou a lecionar, alfabetizando os alunos em kanhgág.

 

A oportunidade de cursar o mestrado surgiu quando Zaqueu estava terminando a especialização em educação profissional e tecnológica na UFRGS. Tinha a professora Maria Aparecida Bergamaschi como orientadora do trabalho de conclusão, que serviu de base para o projeto que lhe rendeu a bolsa de estudos do mestrado. Dentro da academia, a principal dificuldade enfrentada por Zaqueu foi a bibliografia do curso. "Não tenho muito domínio nem da língua portuguesa, que dirá de outras estrangeiras".

 

Ele conta que não foi fácil acompanhar o nível de exigência do curso, que não teria concluído não fosse a ajuda de Maria Aparecida, sua orientadora também no mestrado. Em algumas ocasiões, Zaqueu precisou de livros que não tinha condições de adquirir. Nestes casos, a orientadora comprava as obras e emprestava para Zaqueu. "Ela não deixou a bola cair, me ajudou com as leituras, me incentivou todo o tempo, foi o melhor suporte que eu poderia querer", afirma.

 

 

 

Angola: Aumenta fraude bancária

17.08.13, Planeta Cultural

A fraude bancária atingiu níveis alarmantes com o envolvimento de funcionários de diversas instituições públicas, privadas e bancárias na falsificação de cheques e outros actos ilícitos que propiciam desvios de grandes somas monetárias destinadas aos cofres do Estado.

 

A afirmação foi feita pelo director nacional da Polícia Económica, comissário António Pereira Freire dos Santos, quando falava na cerimónia de encerramento do XXIV Conselho Consultivo Alargado deste órgão operativo do Comando-Geral da Polícia Nacional, decorrido sob o lema “Polícia Económica atenta à situação actual, perspectivando o futuro”. A par disso, António dos Santos considerou também preocupante a entrada de produtos com prazos de caducidade expirados ou muito próximos do seu vencimento ou ainda com a rotulagem em língua estrangeira, bem como a existência no mercado nacional de bebidas importadas e de fabrico nacional com alto teor alcoólico, muitas destas nocivas à saúde humana.

 

A proliferação de farmácias e postos médicos ilegais, principalmente nas zonas suburbanas, cujos trabalhadores não têm qualquer formação profissional, consta igualmente das preocupações da Polícia Económica, segundo o seu director nacional. Para o comissário António dos Santos, tais manifestações de criminalidade económica impõem o aperfeiçoamento permanente dos métodos de investigação e a aplicação correcta de normas jurídicas, “com vista a anteciparmo-nos à ocorrência destes casos, que têm causado danos consideráveis à economia nacional”.

 

Para o comandante da Polícia Económica, o combate à criminalidade económica actual obriga que os efectivos deste órgão estejam dotados de conhecimentos suficientes sobre os fenómenos económicos susceptíveis de perigar a ordem económica. Por outro lado, manifestou a necessidade da redefinição das formas de realização das actividades de inspecção e fiscalização, com a introdução de novos paradigmas de inspecção, tendo em conta a existência de instituições com atribuições similares, de forma a evitar constrangimentos entre os agentes económicos.

 

Outro aspecto a levar em consideração, segundo o oficial comissário, tem a ver com a falta de normas jurídicas que fazem face a determinados comportamentos danosos não tipificados por lei, mormente sobre a saúde pública e telecomunicações, entre outros, que remetem a uma profunda reforma das normas penais económicas.

 

O sociólogo Paulo de Carvalho disse, por sua vez, que alguns trabalhadores da banca nacional quebram o princípio de sigilo bancário ao fornecerem informações a terceiros sobre os seus clientes colectivos ou singulares. Paulo de Carvalho, que falava em alusão ao Dia da Banca Nacional, celebrado a 14 de Agosto, apelou aos trabalhadores bancários a respeitarem de forma incondicional os dados dos seus clientes. “Os clientes gostariam de ver salvaguardados e reservados os seus dados. A banca deve recorrer ao lema ver, ouvir e calar e nunca ao inverso, como muitas vezes ocorre”, frisou. “O trabalhador bancário pode ter conhecimento dos nossos dados e até dos nossos movimentos bancários, mas não tem o direito de facultar essa informação para fora da banca.

 

É preciso que o trabalhador da banca respeite a regra do sigilo como a própria vida”, afirmou. Por sua vez, o presidente da Associação Angolana de Bancos (ABANC), Amílcar Silva, exortou os associados do Sindicato Nacional dos Empregados Bancários de Angola (SNBA) a pugnar por uma conduta cívica digna, responsável, respeitando os princípios éticos, deontológicos e de cultura bancária exemplar.  “A banca nacional evidencia-se dentre outros sectores dos serviços nacionais. É a que mais cresce, além do seu grau de expansão e de empregabilidade de novos trabalhadores”, afirmou.

 

O responsável disse que o Sindicato de bancários, como garante e defensor dos interesses da classe dos trabalhadores bancários, continua na luta pelas condições económicas e sociais, defendendo o bom nome, os valores do trabalhador bancário e o salário com uma contrapartida correspondente e proporcional ao grau de responsabilidade de cada trabalhador.

 

Maior eficácia

No seu comunicado final, o Conselho Consultivo da Polícia Económica orientou os responsáveis centrais e directores provinciais do órgão a prosseguirem o combate contra estas ilicitudes, melhorando a eficácia da actuação policial a todos os níveis. De acordo com o documento, apesar dos resultados positivos obtidos, persistem preocupações com fraudes financeiras, apropriação ilegítima de bens e valores, contrabando de mercadorias, contrafacção de alimentos, medicamentos e outros produtos, venda irregular de cartões SIM e de combustível na via pública, impondo o melhoramento da articulação do trabalho com outras estruturas.

 

Comércio precário

O comércio precário exercido fundamentalmente por cidadãos estrangeiros, muitos com a situação migratória ilegal, a expatriação ilícita de capitais, bem como a importação massiva de motores usados, quando a legislação proíbe a importação de viaturas em segunda mão com mais de três anos, constituíram também temas de debate. Para o reforço das medidas de controlo dos efectivos em serviço, o Conselho Consultivo Alargado recomendou aos responsáveis a todos os níveis o reforço da vigilância sobre elementos que mancham o bom nome da corporação. Os participoantes no conselho fizeram o balanço dos resultados da actividade do órgão registados em 2012 e no primeiro semestre de 2013, a situação da criminalidade económica por regiões, as violações da propriedade intelectual, métodos de investigação e responsabilidade criminal, o movimento processual, criminal e contravencional, bem como o perigo da expansão de algumas seitas religiosas, indiciadas em negócios pouco claros.

 

Participaram no Conselho Consultivo, realizado na Unidade de Cavalaria, em Luanda, responsáveis do órgão central e directores provinciais da Polícia Económica.

 

 

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Lei contra homossexuais gera apelo a boicote aos Jogos de Inverno

17.08.13, Planeta Cultural

O actor britânico Stephen Fry pediu ao Comité Olímpico Internacional (COI) que retire a organização dos Jogos de Inverno à Rússia, em protesto contra a aprovação de leis que condenam a “propaganda da sexualidade não-tradicional”. Numa carta aberta ao COI e ao primeiro-ministro do Reino Unido, Stephen Fry compara a Rússia de Putin à Alemanha de Hitler.

 

“Escrevo com a sincera esperança de que todos os que amam o desporto e o espírito olímpico reflictam sobre a mancha que caiu sobre os cinco anéis nos Jogos de Berlim de 1936, que se realizaram sob a égide de um tirano que tinha aprovado uma lei, dois anos antes, que levou à perseguição de uma minoria cujo único crime foi o acaso do seu nascimento”, começa a carta escrita por Stephen Fry, publicada no Tumblr.

 

Depois da perseguição e extermínio de judeus na Alemanha nazi, nas décadas de 1930 e 1940, o actor considera que a Rússia de Vladimir Putin ameaça tornar-se num caso semelhante, desta vez em relação aos homossexuais. “Putin está assustadoramente a repetir este crime demente com russos LGBT [sigla para lésbica, gay, bissexual e trangénero]. Espancamentos, assassinatos e humilhações são ignorados pela polícia. Qualquer defesa ou discussão sensata sobre homossexualidade é contrária à lei”, denuncia o actor e comediante. Por isso, “o COI tem a obrigação de assumir uma posição firme em nome da partilha humanitária, que é suposto representar, contra a lei fascista e bárbara que Putin fez aprovar através da Duma [a câmara baixa do Parlamento russo]”, defende.

 

 

Assinala-se segunda-feira o dia Mundial da Fotografia

17.08.13, Planeta Cultural

Assinala-se segunda-feira, 19 de Agosto, o Dia Mundial da Fotografia, proclamado em 1839 pelo governo francês.

 

 O governo francês declarou como de domínio público, sete meses depois da sua invenção, o mais novo processo fotográfico: o Daguerreótipo.

 

Foi este processo, criado pelo francês Louis Daguerre em 1837, que possibilitou a difusão da produção fotográfica mundialmente.    

 

A fotografia é uma técnica de gravação por meios químicos, mecânicos ou digitais, de uma imagem numa camada de material sensível à exposição luminosa.    

 

A palavra fotografia deriva das palavras gregas Phótos (luz), e Graphis (estilo, pincel) ou Graphê (desenhar).

 

As duas descobertas que possibilitaram o nascimento da fotografia foram, em primeiro lugar, o princípio da câmara escura: a luz reflectida por um objecto que projecta sua imagem no interior de uma câmara escura, que contenha um orifício para a entrada dos raios luminosos.

 

 Em segundo lugar, a fotossensibilidade, o facto de alguns compostos químicos serem alterados quando expostos à luz, o que permite a gravação de imagens.  

 

Esse princípio já era conhecido no século 18, mas faltava descobrir um material sensível à luz que pudesse substituir o pergaminho.    

 

A França foi a mãe da fotografia, mas não se pode definir precisamente o pai. Durante muito tempo, o francês Louis Daguerre ficou conhecido como o "inventor" da fotografia. Ele conseguiu registar imagens em uma chapa revestida com prata e sensibilizada com iodeto de prata e vapor de mercúrio.  

 

Sua invenção foi baptizada de daguerreótipo e apresentada no dia 19 de Agosto de 1839 na Academia de Ciências de França, em Paris.

 

Por volta de 1880, por iniciativa do norte-americano George Eastman, a fotografia começou a se popularizar. Ele inventou a primeira câmara fotográfica portátil e o filme embalado em rolos.

 

"Você aperta o botão e nós fazemos o resto", era o slogan do anúncio de seu inventor. Ele baptizou a máquina portátil de Kodak, pois gostava da letra K e juntou-a com outras letras, até formar uma palavra sem sentido, mas de sonoridade agradável.  

 

Recentemente surgiu a fotografia digital, que começa a se popularizar.

 

O fotógrafo pode especializar-se em um tipo de fotografia ou assunto. As especializações mais conhecidas são o fotojornalismo, a paisagem, o retrato, a arte e a fotografia de objectos em estúdio. 

 

Hoje, com a fotografia digital, os celulares, as máquinas, Ipods e outros produtos tecnológicos permitem que todo ser humano consiga levar a imagem para onde quiser.

 

 

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Valbuena vs Fellaini e Kompany

17.08.13, Planeta Cultural

Foto: Reprodução via Internet

 

Foto tirada durante o encontro das selecções Francesa e Belga, onde se destacam as diferenças de alturas entre o jogador francês Valbuena, 1,67 metros e os jogadores belgas Fellaini 1,94 metros e  Kompany, com 1,90m.

 

Olhando para a foto, parece que estamos a ver dois jogadores gigantes tentanto anular um jogador "anão"!