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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Un arquitecto en el paro, obligado a vivir bajo el puente que él mismo diseñó

16.08.13, Planeta Cultural

"Lo más jodido de dormir aquí es que no dejo de verle defectos al puente. Ahora lo haría de otra manera”, explica Ricardo Bravo, arquitecto e ingeniero en el paro cuya ruina económica le obliga a vivir bajo el puente que él mismo diseñó hace seis años, poco antes de que estallara la burbuja inmobiliaria.

 

Ubicado en la autovía C-17 que une Barcelona y Ripoll, este puente de hormigón es el único refugio en el que puede resguardarse de las inclemencias sintiéndose en su casa. “Hay otros puentes mejores y más aislados, pero este al menos es mío”, dice el arquitecto.

 

Bravo ha tenido que ganarse a pulso su derecho a pernoctar en este espacio. “Vinieron dos mendigos de Torelló dispuestos a echarme. Les enseñé los planos del proyecto, firmados por mí y con el sello oficial del ayuntamiento, pero me los quitaron y los usaron para envolver el bocadillo. Al final nos dimos varias patadas y, como estaban muy borrachos, se fueron dando tumbos”, explica.

 

Desde entonces, cuando algún transeúnte pasa por encima de su puente, él no tarda en reivindicar su autoría. “No es por hacerme el chulo, pero ese puente lo hice yo”, aclara a cualquiera que se acerque por allí. “A veces sonríen y siguen caminando y otras veces me insultan y me tiran piedras. Va como va”, reconoce.

 

También discute con los jóvenes que ocasionalmente acuden para estampar sus grafitis en las paredes del puente. “Ahora ya me conformo con que lo pinten cuando yo no estoy. Que lo hagan delante de mis narices me parece una falta de respeto a mi trabajo y a toda la profesión”, declara.

 

El arquitecto considera que su trayectoria es “un ejemplo de que la arquitectura tiene que estar al servicio de las personas. Se puede vivir en la miseria de forma ecosostenible, en espacios acogedores que de alguna manera reflejen la personalidad del miserable que ha ido a parar a ellos”.

 

Si volviera a empezar, Ricardo se dedicaría a proyectar sitios en los que caerse muerto. “Cada vez hay más demanda”, insiste.

 

Lamentablemente, la profesión está muy saturada y hay pocas opciones de realización profesional: “Los mejores proyectos se los encargan a tres o cuatro. Y en la calle pasa lo mismo: cuatro desgraciados con enchufe se reparten los mejores sitios para dormir mientras los demás tenemos que ir trampeando”.

 

De momento, Ricardo pasa los días buscando comida y trabajando en el diseño de una pista de pádel anexa al puente para cuando vuelvan los buenos tiempos.

 

 

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Turista ficou sem braço em ataque de tubarão

16.08.13, Planeta Cultural

Uma turista alemã foi atacada por um tubarão quando fazia mergulho no  Havai e ficou sem o braço direito.

 

A turista de 20 anos foi atacada, na quinta-feira, na costa de Maui e gritou por ajuda, tendo sido transportada por dois amigos e uma pessoa de caiaque para a praia, onde já chegou inconsciente, e foi depois levada para o hospital.

 

De acordo com a CNN, este foi o quarto ataque de tubarão em Maui este ano.

 

 

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Morreu Rosalía Mera, a mulher mais rica de Espanha

16.08.13, Planeta Cultural
Aos 69 anos, a co-fundadora da Inditex foi vítima de um AVC durante as férias em Menorca. Rosália Mera, que estava hospitalizada desde 14 de Agosto, acabou por não sobreviver depois de uma paragem cardio-respiratória.
 

Rosalía Mera, a mulher mais rica de Espanha e co-fundadora da marca Zara, que mais tarde daria origem ao império da Inditex, morreu esta quinta-feira. Mera estava hospitalizada desde a passada quarta-feira, dia em sofreu um acidente vascular cerebral. A co-fundadora da marca de vestuário gozava os últimos dias de férias em Menorca, com a filha, o genro e os netos. Tinha 69 anos.

 

Mera fundou, a par com o então seu marido Amacio Ortega, a marca “Zara” nos anos 1970. Inicialmente comercializavam apenas robes de banho para senhoras. Com o passar dos anos, a empresa expandiu-se e passou a vender outro tipo de vestuário. Mais tarde, o negócio deu origem à Inditex, que para além da Zara detém marcas como a Bershka, Massimo Dutti e Pull&Bear. Actualmente, a Inditex está presente em 86 mercados, totalizando seis mil lojas. Em 2012, as vendas atingiram os 15,9 mil milhões de euros.

 

A fortuna de Rosalía Mera estava avaliada pela “Forbes” em 4.700 milhões de euros, o que a torna a 66ª pessoa mais rica do planeta. A empresária detinha uma participação de 6,99% na Inditex, o que fazia dela a segunda maior accionista, uma vez que Amancio Ortega é o accionista maioritário, com uma participação de 59,3%. A posição foi adquirida em 2001, através da empresa Rosp Corunna, depois da OPA sobre a Inditex. Para além da participação na Inditex, Mera detinha ainda uma participação de 5% na companhia espanhola de biotecnologia Zeltia, bem como participações mais modestas noutros sectores.

 

De assistente de vendas a dona do maior império de retalho

 

Rosalía Mera Goyenechea nasceu a 28 de Janeiro de 1944, num bairro operário de La Coruña, na região da Galiza. Mera deixou os estudos aos 11 anos para se tornar assistente de vendas numa loja de roupa. Casou-se com Ortega em 1966.

 

Em 1975, o casal abriu a primeira loja Zara em La Coruña. A Inditex seria apenas fundada dez anos mais tarde. No final da década de 1980, a marca Zara expandiu-se a nível internacional pela primeira vez, com a abertura da primeira loja em Portugal. Seguiu-se Nova Iorque e Paris, em 1990.

 

Mera e Ortega separaram-se em 1986, altura em que a milionária se concentrou mais na família e a causas sociais. Nesse mesmo ano, Mera criou a Fundação Paideia, de apoio à mulher e à integração social de minorias. O casal divorciou-se apenas em 1997.

 

 

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Xabi Alonso - "Mourinho respeitava quem era generoso no esforço"

16.08.13, Planeta Cultural

Médio do Real Madrid sai em defesa do treinador português, numa entrevista no diário "El Mundo", na qual recorda a figura do pai também treinador...

 

Xabi Alonso, numa entrevista concedida ao diário espanhol "El Mundo", na qual aborda vários temas, teceu elogios a José Mourinho, o seu último treinador no Real Madrid.


"Respeitava quem era generoso no esforço. O meu pai foi treinador e eu cresci em casa respeitando muito a sua figura. Dirigir 25 jogadores é dificílimo", disse o médio da equipa merengue.


Quanto ao novo treinador, Carlo Ancelotti, Xabi Alonso revelou:


"Deves-me uma Taça da Europa foi a primeira coisa que [Ancelotti] disse quando me viu", contou ainda Alonso, que hoje se confessa madridista:


"Cheguei ao Real Madrid como um profissional, mas fiz-me madridista, porque é inevitável. Joguei em três equipas especiais com mística: Real Sociedad, Liverpool e Real Madrid. Serei sempre dessas equipas".

 

 

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