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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Bebé indiano de três meses entra em «combustão espontânea»

13.08.13, Planeta Cultural

Um bebé indiano de três meses encontra-se hospitalizado depois de, alegadamente, ter entrado em combustão espontânea pela quarta vez. O pequeno Rahul foi internado na semana passada na Unidade de Cuidados Intensivos do hospital de Chennai.

 

Os médicos admitem que o bebé tenha entrado em combustão devido à libertação de gases através da pele, que o deixou com queimaduras de grau dez no peito e cabeça.


«O bebé encontra-se estável e está a receber tratamento para as queimaduras e cicatrizes», indicou R. Narayana Babu, director do serviço de pediatria.
O bebé, natural de Villupuram, a cerca de 150 quilómetros de Chennai, terá sofrido o primeiro incidente quando tinha apenas nove dias.


«As pessoas pensaram que eu lhe tinha pegado fogo», disse Rajeswari, a mãe de Rahul, que revelou que a comunidade local ostracizou-a e ao seu marido, um agricultor.


A Combustão Humana Espontânea (CHE) foi indicada como causa de morte num número de casos documentados em que cadáveres queimados foram encontrados sem uma aparente fonte de ignição exterior.


Estima-se que ocorreram cerca de duas centenas de casos em todo o mundo.


Os médicos sublinham que apenas têm a versão da mãe sobre os episódios de combustão espontânea, pelo que pretendem estudar de forma intensiva Rahul para determinar que tipo de gases são gerados pelo bebé. Mas nem toda a gente acredita na mãe de Rahul.


«A síndrome de Combustão Humana Espontânea é um mito», disse J Jagan Mohan, especialista na unidade de queimados do hospital, ao jornal The Times of India.


«Um bebé a pegar fogo espontaneamente é impossível. Os alcoólicos têm uma pequena percentagem de álcool segregada no suor, mas mesmo isso não gera chamas», acrescentou.

 

 

 

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Ex-presidente do Supremo reforma-se com 5.500 euros

13.08.13, Planeta Cultural

O ex-presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) vai receber, a partir de Setembro, uma reforma de 5.516,97 euros por mês.

 

De acordo com a lista da Caixa Geral de Aposentações, publicada hoje em Diário da República, o juíz conselheiro é um dos 37 aposentados do ministério da Justiça e aquele que vai auferir a pensão mais alta deste conjunto de aposentados.

 

Noronha Nascimento foi presidente do STJ até 12 de Junho, dia em que cessou as funções por iniciativa própria. O juiz conselheiro antecipou em seis meses a jubilação antes de atingir o limite de idade (70 anos).

 

Noronha Nascimento esteve à frente do STJ desde 2006. Os sete anos foram marcados pelo episódio das escutas que envolveram o primeiro-ministro José Sócrates, em 2009, no caso Face Oculta. 

 

Noronha Nascimento vai ser substituído por António Henriques Gaspar, juiz conselheiro de 63 anos, que foi eleito pelos seus pares no STJ. O presidente do Supremo é a quarta figura do Estado.

 

 

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Ancelotti: «Este é o melhor plantel que tive na minha carreira»

13.08.13, Planeta Cultural

Carlo Ancelotti está encantado com as primeiras semanas de trabalho junto do plantel do Real Madrid. Segundo revela o jornal espanhol Marca, o treinador italiano, que já orientou clubes como Milan, Chelsea ou PSG, considera mesmo que tem à disposição o melhor plantel da sua carreira.

 

«Este é o melhor plantel que tive na minha carreira», terá comentado Ancelotti, segundo a Marca, junto de pessoas próximas.

 

O treinador está impressionado não só pela qualidade das estrelas que tem à disposição, como Cristiano Ronaldo ou Ozil, mas também por supostos segundas linhas, como Casemiro, Jesé e Carvajal.

 

 

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Substituto de Bárcenas reconhece que recebeu pagamentos “por fora”

13.08.13, Planeta Cultural
Cristobal Paéz reconheceu, em tribunal, ter recebido 12 mil euros por baixo da mesa.
 

É mais um capítulo do caso que tem agitado a vida política do país vizinho. Cristobal Paéz, que substituiu o ex-tesoureiro do PP, Luis Bárcenas entre 2009 e 2010, reconheceu esta terça-feira, perante o tribunal, que recebeu pagamentos “por fora” no valor de 12 mil euros. Esses pagamentos ilícitos foram realizados em Abril de 2007 e Junho de 2008 e figuram na contabilidade secreta do seu antecessor no cargo, Luis Bárcenas, de acordo com fontes judiciais citadas pelos jornais espanhóis.

 

É uma nova confirmação dos documentos manuscritos de Bárcenas publicados em Janeiro pelo jornal espanhol "El País", e que foram corroborados, entre outros, pelo presidente do Senado, Pío García Escudero, e os políticos Jaime Ignacio del Burgo e Calixto Ayesa.

 

O reconhecimento destes pagamentos foi um dos pontos fundamentais da declaração de Páez, que deixou o partido quando Mariano Rajoy nomeou tesoureiro o actual presidente do Conselho de Estado, José Manuel Romay Beccaría. Entre hoje e amanhã serão ainda ouvidos os ex-secretários Francisco Álvarez Cascos e Javier Arenas, e a actual secretária-geral do partido, María Dolores Cospedal.

 

O esquema de contabilidade paralela do ex-tesoureiro do PP tem causado um verdadeiro terramoto na vida política espanhola, e ameaçado inclusive a continuidade de Mariano Rajoy no cargo de primeiro-ministro.  

 

O caso veio a público em Janeiro deste ano quando o jornal “El País” publicou vários documentos com pagamentos ao PP, recibos de pagamentos com destinatários e vários movimentos bancários. Segundo o jornal espanhol, todos os anos eram colocados de lado parte dos donativos que alegadamente serviam para remunerações suplementares a dirigentes do partido. Rajoy terá sido um dos dirigentes a receber essas remunerações suplementares. Bárcenas garantiu em tribunal ter dado dinheiro “vivo” a Rajoy e à secretária-geral do partido entre 2008 e 2010 e terá entregue documentos que, segundo os jornais espanhóis, revelam os pagamentos feitos por baixo da mesa.

 

Barcenas geriu as finanças do PP durante mais de 20 anos. Quando a bomba estoirou soube-se que o ex-tesoureiro tinha contas na suíça superiores a 48 milhões de euros. O ex-tesoureiro negou a contabilidade paralela até mudar de estratégia quando foi preso em Junho. Alega agora ter sido pressionado pelo PP a não revelar essa contabilidade.

 

 

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