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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Moção de censura foi rejeitada com 131 votos da maioria PSD/CDS

18.07.13, Planeta Cultural
Após mais de três horas de debate da moção de censura apresentada pelos Verdes, o chumbo do Governo foi afastado pelos votos da direita.
 

Os votos a favor de PS, PCP, Bloco e Verdes não foram suficientes para derrubar o Governo. A moção de censura apresentada pelo partido ecologista teve 87 votos a favor de todas as bancadas da esquerda, que se revelaram insuficientes face aos 131 votos contra do PSD e CDS, os partidos que suportam o Executivo. Foi a quinta moção de censura que o Governo enfrentou e ultrapassou.

 

Quando a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, anunciou os resultados, as bancadas do PSD e do CDS irromperam num aplauso ruidoso que durou alguns minutos. Alguns deputados socialistas foram saindo da bancada enquanto a maioria aplaudia o chumbo da moção.

 

No debate, o PS chegou a criticar o “triste serviço” que resulta da apresentação da moção de censura, por considerar que beneficia a direita. Paulo Portas demonstrou ter um entendimento semelhante, ao afirmar que uma moção de censura que é rejeitada “é uma espécie de moção de confiança”. “Uma censura que não censura, confia”, resumiu.

 

No final, um dos cidadãos presente nas galerias atirou um chinelo para o meio do hemiciclo, sendo retirado de seguida pelas autoridades.

 

Os partidos da maioria, principalmente o PSD, insistiram durante quase todo o debate que a moção, rejeitada, tem um significado: o apoio parlamentar ao Governo. “Se for aprovada, o Governo é demitido, se não for, então tem a confiança do Parlamento para prosseguir”, atirou Luís Montenegro. A esquerda pediu uma ida a votos. “Qual é o seu medo de eleições? Parecia, há pouco, que falava do país das maravilhas, então qual é o seu medo?”, ironizou Heloísa Apolónia, dos Verdes.

 

 

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Resultados das empresas e dados do emprego animam Wall Street

18.07.13, Planeta Cultural
A época de apresentação de resultados das empresas norte-americanas tem animado a negociação nas bolsas dos Estados Unidos. Companhias como a IBM, Intel ou Morgan Stanley apresentaram lucros que superaram as previsões. Do mercado laboral também chegaram notícias positivas.
 

Os mercados norte-americanos negociaram assim em terreno positivo - tendo o S&P 500 atingido um máximo interdiário – e prolongaram os ganhos registados esta quarta-feira, dia em que Ben Bernanke garantiu não ter um prazo pré-estabelecido para a redução dos estímulos à economia.

 

Ao optimismo gerado pelas palavras do presidente da Reserva Federal juntam-se os resultados semestrais das cotadas norte-americanas, que têm superado as previsões do mercado.

 

O Morgan Stanley, por exemplo, viu os seus lucros aumentarem em 66% para 980 milhões de dólares, valor que superou as estimativas. O banco beneficiou das receitas dos investimentos em bolsa e dos ganhos da gestão de fortunas.

 

Os cálculos realizados pela agência Bloomberg indicam que, até agora, 73% das empresas que já revelaram resultados superaram o que era esperado pelo mercado.

 

A negociação desta quinta-feira em Wall Street foi ainda animada pelos dados referentes ao mercado laboral. Os pedidos de subsídio de desemprego caíram em 24 mil para um total de 334 mil na semana terminada a 12 de Julho. Este é o valor mais baixo desde Maio passado e é inferior as estimativas dos economistas.   

 

O Dow Jones fechou a ganhar 0,50% para os 15.548,54 pontos, o Nasdaq avançou 0,04% para os 3.611,277 pontos e o S&P500 subiu 0,50% para os 1.689,37 pontos.  

 

 

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Moody's melhora perspectiva dos EUA e reitera rating de topo

18.07.13, Planeta Cultural
A agência de notação financeira elevou o "outlook" dos Estados Unidos, de 'negativo' para 'estável'. E manteve a classificação da dívida soberana de longo prazo em 'Aaa'.
 

A Moody's melhorou a perspectiva para a dívida soberana dos EUA. E considera que a qualidade do crédito norte-americano é de topo, tendo por isso mantido a notação máxima: 'Aaa'.

 

 

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