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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Banca e energia quebram movimento altista em Wall Street

03.04.13, Planeta Cultural

As bolsas norte-americanas encerraram em baixa, depois de ontem terem atingido níveis de fecho recorde.

 

A contribuir para o movimento negativo dos mercados accionistas do outro lado do Atlântico estiveram sobretudo os títulos financeiros e energéticos, penalizados pela queda das cotações do petróleo e por dados económicos aquém do estimado, o que renovou os receios em torno do crescimento económico dos EUA.

 

O índice industrial Dow Jones, que ontem marcou um novo recorde durante a sessão, nos 14.684,49 pontos, e que tinha marcado o nível de fecho mais elevado de sempre, nos 14.662,01 pontos, terminou hoje no vermelho. O índice cedeu 0,76% para 14.550,35 pontos.

 

O S&P500, por seu lado, encerrou a perder 1,1% para 1.553,73 pontos, depois de ontem ter marcado o valor mais alto de sempre num fecho de sessão, nos 1.570,22 pontos, o que o tinha deixado a apenas 5,87 pontos do seu máximo de sempre (os 1.576,09 pontos atingidos em Outubro de 2007).

 

O Nasdaq também acompanhou o movimento de queda, com um recuo de 1,11% para 3.218,60 pontos.

 

Foi hoje divulgado pelo ADP Research Institute que as empresas norte-americanas do sector privado contrataram 158.000 trabalhadores em Março, nos EUA, quando a média projectada pelos 39 economistas inquiridos pela Bloomberg apontava para um incremento de 200.000.

 

A contribuir para o pessimismo dos investidores na sessão de hoje estiveram também os dados do Institute for Supply Management, cujo índice das empresas norte-americanas não-industriais – o que abrange perto de 90% da economia – caiu para 54,4 em Março contra 56 no mês precedente. A previsão média dos 73 economistas consultados pela Bloomberg apontava para uma leitura nos 55,5 pontos. Sublinhe-se, contudo, que os valores acima de 50 assinalam que há uma expansão.

 

Na próxima semana, a Alcoa dá o pontapé de saída, logo na segunda-feira, na nova época de divulgação dos resultados, desta vez relativos ao primeiro trimestre do ano.

 

 

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The Rolling Stones anunciam nova digressão. Portugal ainda de fora

03.04.13, Planeta Cultural



O grupo rock britânico The Rolling Stones anunciou hoje uma nova digressão internacional, comemorativa dos 50 anos de carreira, que inclui, por enquanto, apenas datas nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.

 

Intitulada "50 & Counting", a digressão terá início em Los Angeles, Califórnia, em dia ainda a confirmar, mas as restantes datas estão agendadas a partir de 05 de maio, na América do Norte.

 

Para a Europa, incluindo Portugal, onde tocaram em 2007, apenas foram confirmados dois concertos no Reino Unido, a 29 de junho, no festival de Glastonbury, e a 06 de julho, em Londres.

 

A digressão "continuará a emocionante celebração dos 50 anos de vida da banda de Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Ronnie Wood, apresentando, em todo o mundo, a sua icónica música e o inovador espetáculo ao vivo", lê-se no comunicado divulgado hoje no site oficial na Internet.

 

Contactado pela agência Lusa, o promotor Nuno Brancamp, que tem trazido os Rolling Stones a Portugal, disse que não há nada confirmado em palcos portugueses, porque a banda ainda não decidiu o restante calendário: "Vamos ver se querem vir, se querem ir a Espanha".

 

A banda atuou cinco vezes em Portugal, entre 1990 e 2007, em Lisboa, Coimbra e Porto.

 

No ano passado, a banda deu alguns concertos em Londres e nos Estados Unidos, que celebraram as bodas de ouro e, pela adesão do público, decidiu agendar mais para este ano.

 

"É um bom espetáculo, com muitos clássicos que todos querem ouvir e com algumas preciosidades aqui e ali. O palco tem a forma de uns lábios e está colocado perto da plateia, por isso consigo correr para junto da multidão. É muito bom poder chegar tão perto da audiência", disse Mick Jagger citado pelo site oficial.

 

O primeiro grande concerto das bodas de ouro aconteceu em Londres, em novembro passado, com Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Ronnie Wood em palco, juntamente com o antigo baixista, Bill Wyman e o antigo guitarrista Mick Taylor, que entrará agora na nova digressão.

Na altura, editaram também a coletânea "GRRR!", que inclui gravações feitas desde julho de 1962 até à atualidade.

 

Os Rolling Stones deram o primeiro concerto, num clube em Londres, a 12 de julho de 1962.

 

A primeira formação incluia Mick Jagger (voz), Keith Richards (guitarra), Brian Jones (guitarra), Mick Avory (bateria) e Mick Taylor (baixo).

 

O grupo, que desejava ser "a melhor banda de rythm & blues de Londres e conseguir concertos regulares", é atualmente uma das mais duradouras do rock, com mais de vinte álbuns, que venderam 200 milhões de cópias em todo o mundo.

 

Apesar de terem falado várias vezes em despedidas e cada digressão parecer a última - a média de idades ronda os 67 anos - Keith Richards já disse que um grupo como os Rolling Stones "só se deixa dentro de um caixão".

 

A última digressão dos Rolling Stones, "A bigger bang", que passou por Portugal em 2007, incluiu 147 concertos em mais de uma centena de cidades.

 

 

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Daniela Mercury assume relação com uma mulher

03.04.13, Planeta Cultural

 

A cantora Daniela Mercury assumiu relação com a jornalista Malu Veçosa e publicou uma foto das duas no Instagram com a legenda: "Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar".

 

A cantora confirmou em Fevereiro a separação do empresário italiano Marco Scabia, com quem mantinha relação há 3 anos. Com o empresário, Daniel adoptou três crianças. A cantora é ainda mãe de Giovana, 25 anos e Gabriel, 26 anos, fruto do seu casamento com Zalther Povoas.

 

 

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Banca portuguesa perde quase 500 milhões de euros só na sessão de hoje

03.04.13, Planeta Cultural

O valor de mercado do BES recuou, esta quarta-feira, 269 milhões de euros. Foi a maior perda de capitalização bolsista que se verificou entre os quatro bancos portugueses do PSI-20. Todos eles caíram mais de 4% no dia de hoje.


489,22 milhões de euros. Foi este o valor de mercado conjunto do BES, BCP, BPI e Banif que hoje se evaporou, com as quedas superiores a 4% que todos estes bancos verificaram. O sector financeiro foi o grande protagonista das perdas que se sentiram hoje em Lisboa.

 

Os bancos portugueses, à semelhança de cotadas do mesmo sector dos países periféricos, têm sido afectados pelo resgate a Chipre e pela mudança de paradigma no que diz respeito à participação dos bancos na sua própria capitalização. Esta questão de Chipre veio juntar-se às preocupações que já vinham sendo adensadas pela crise política em Itália onde, desde as eleições, não há um governo formado.

 

Além disso, a instabilidade política e orçamental em Portugal tem vindo a somar-se aos receios europeus. O País continua à espera de uma decisão do Tribunal Constitucional, que vai definir se há medidas do Orçamento do Estado para 2013 que são inconstitucionais. Se os juízes "chumbarem" algumas medidas, o Governo terá de compensar com outras medidas.

 

Mas esta tarefa não será fácil, até porque o Executivo verifica, actualmente, uma reduzida margem de manobra orçamental e política, como comenta hoje o BNP Paribas. Além disso, o Parlamento está a votar, esta quarta-feira, a moção de censura apresentada pelo principal partido da oposição, o Partido Socialista.


Neste momento de tensão, os bancos perderam valor em bolsa e o Banco Espírito Santo foi a principal vítima. Se ontem valia perto de 3,1 mil milhões de euros, o banco presidido por Ricardo Salgado apresenta, ao fecho da sessão, uma capitalização bolsista de 2,8 mil milhões de euros. Foram 269,2 milhões de euros a desaparecer do seu valor de mercado.


O BCP, ao desvalorizar-se 8,79%, registou uma redução de 157,66 milhões de euros da capitalização – que se fixa, agora, nos 1,6 mil milhões de euros.

 

Com uma quebra de 4,38%, o valor de mercado do BPI estreitou-se em 58,38 milhões de euros para os 1,27 mil milhões de euros. O recuo de 3,99 milhões de euros do Banif, que perdeu 5,98%, colocou a capitalização bolsista em 62,7 milhões de euros.

 

São os valores perdidos em bolsa pelos quatro bancos que, somados, ascendem a 489 milhões de euros.

 

Mínimos desde, pelo menos, Janeiro


Com as descidas hoje sentidas, a banca nacional revisitou cotações que não eram registadas há vários meses. Depois de terem superado a “barreira” de 1 euro, as acções do BES terminaram nos 0,696 euros, o valor de fecho mais baixo desde 16 de Outubro. O banco perde 22% desde o início do ano.

 

Os títulos do BCP, ao encerrarem nos 8,3 cêntimos, bateram num mínimo de 8 de Janeiro. O banco presidido por Nuno Amado está, ainda assim, a valorizar-se 10,7% desde o início do ano – mesmo apesar das sete sessões seguidas de perdas.

 

Há oito dias a perder terreno, o BPI fechou hoje nos 0,917 euros, o que corresponde à cotação mais baixa desde 17 de Dezembro. Estava, em Fevereiro, acima dos 1,30 euros.

 

Para verificar a cotação de 11 cêntimos a que o Banif encerrou a sessão bolsista é necessário recuar até Junho de 2012. O banco desliza 25% em 2013.

 

 

 

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‘Apito Dourado’: CMTV revela mais escutas

03.04.13, Planeta Cultural

A CMTV continua a revelar mais escutas no âmbito do processo ‘Apito Dourado’.

 

António Araújo, empresário de futebol, tinha grande influência junto de Pinto da Costa, presidente dos dragões.


Uma influência que gerou muitas invejas na SAD do Futebol Clube do Porto.


As escutas, que começaram a ser reveladas na CMTV esta terça-feira, confirmam o papel importante do empresário do FC Porto, nomeadamente em assuntos tratados directamente com Pinto da Costa.

 

 


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