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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Simone de Oliveira apresenta novo álbum em Lisboa

20.03.13, Planeta Cultural



A cantora Simone de Oliveira, a celebrar 55 anos de carreira, apresenta o novo álbum, «Pedaços de mim», na quinta-feira à noite, no bar Frágil, em Lisboa.

Em declarações à Lusa, Simone de Oliveira afirmou que não gravava um álbum há dez anos e, quando Renato Jr. a convidou para o fazer, pensou que não se concretizaria, mas as conversações chegaram a bom porto e Simone foi «pedindo canções».

«Fui pedindo: olha, fazes-me uma cantiga, olha, fazes-me uma cantiga, e foram fazendo e fui juntando, e todos eles escreveram de propósito para mim, e isso é extraordinário», disse a cantora.

Ao rol de canções assinadas, entre outros, por FilipeLa Féria, Ana Vidal ou Cristina Carvalho, Simone de Oliveira juntou dois originais seus, que «tinha guardados».

«Não escrevo poemas, sou uma escrevinhadora de emoções, mais nada», disse Simone de Oliveira, acrescentando que, para o álbum, «tinha de cantar Lisboa». O tema intitula-se «Lisboa», com música de Nuno Feist, que também dirige a orquestra de 71 elementos e assina parte dos arranjos musicais.

A outra letra de sua autoria é «Não me importo», com música de Paulo de Carvalho. Referindo-se a este tema, Simone reconheceu que «é mais intimista».

«O que eu digo nessa canção é isto: não me digam que não sou capaz, que eu vou em frente, o caminho é meu, e eu vou lá chegar, e isto resume a minha vida», disse a intérprete de «Desfolhada Portuguesa» entre risos.

A cantora sublinhou que não conhecia a maioria dos autores de quem canta temas, à excepção de Paulo de Carvalho, que «faz parte do nosso imaginário», e de Nuno Feist, que, além de «Lisboa», musicou a canção «Vida», um original de FilipeLa Féria.

Rita Roquette de Vasconcellos assina também duas canções, «O meu pecado é viver», com letra de Ana Vidal, e «Ouve a voz», sobre texto de Cristina Carvalho.

O álbum reúne 13 canções, assinadas por autores como Susana Félix, Miguel Gameiro ou Tiago Torres da Silva, com músicas de Rui Veloso e Tiago Pais Dias, dos Amor Electro, entre outros, e conta com as participações especiais do fadista Ricardo Ribeiro e do instrumentista Pedro Jóia.

«Tenho 75 anos, 55 anos de percurso, e chego a esta altura da minha vida e tenho a sorte de ter este trabalho na mão. É muito bom, e têm-me dado os mimos todos, tem sido muito bom», rematou a intérprete de temas como «Sol de inverno», «À tua esper» ou «No teu poema».

Renato Jr. é o produtor do álbum, editado pela Get Records, e, além de Feist, Luis Avellar, músico que, entre outros, colaborou com o cantor brasileiro Djavan, é o outro responsável pelos arranjos musicais.

Entre os treze temas, a intérprete que venceu por duas vezes o Festival da Canção, em 1965 e em 1969, canta duas canções em espanhol, «Una rosa y um bolero», de Manu Tenório, e «Te doy una canción», de Silvio Rodriguez.

Outros temas do álbum são «Foi assim», com letra e música de Augusto Madureira, «Rosa sangue», de Jorge Cruz e Tiago Pais Dias, «Valsa de uma vida», de Miguel Gameiro, e «Uma canção para Clarice», de Torres da Silva e Rui Veloso.

Além da canção, Simone Oliveira trabalhou na rádio, na televisão e na imprensa.

A intérprete foi condecorada com a Ordem da Liberdade e a Ordem do Infante D. Henrique.

 

 

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Militares alertaram para possível «crise de segurança»

20.03.13, Planeta Cultural

Mais de 300 militares concentraram-se hoje junto à residência oficial do primeiro-ministro e alertaram para o perigo de «uma crise de segurança em cima da crise económica, financeira e social», criticando os «cortes cegos» idealizados pelo Governo.

«É bom que o Governo de Portugal e, concretamente, o Ministro da Defesa Nacional, diga aos portugueses se quer, em cima de uma crise económica, financeira e social, ter também uma crise de segurança», afirmou Luís Reis, dirigente da Associação de Praças (AP).

O líder da AP acompanhou os homólogos da Associação Nacional de Sargentos (ANS), Lima Coelho, e da Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA), Manuel Cracel, na entrega de uma resolução saída do encontro de militares de 06 de março, dando conta do descontentamento e do «mau moral» reinantes e a exigir a participação das suas organizações nos grupos de trabalho que visam reestruturar as instituições.

«Quando se fala em órgãos de soberania, de segurança como são as Forças Armadas (FA), é evidente não se pode trazer para a praça publica uma reforma destas. Tem de se falar com as chefias militares, com as associações, que são parte integrante deste processo, e não se pode lançar para o comum dos cidadãos um anátema sobre as FA e os militares que nelas servem», continuou o representante da AP.

Para Luís Reis, «os oito mil efectivos, como objectivo a cortar até 2020, numa altura em que as FA, do ponto de vista de recursos humanos e de meios já atingiu o seu limite», vai colocar em causa a «operacionalidade» das mesmas e «poderá estar em causa o interesse e missão pública que prestam».

Os militares não descartam outras formas de protesto e luta contra o que consideram ser um processo de «desmantelamento das FA», caso as suas reivindicações fiquem por atender, embora sem revelar quais.

«O general Carlos Chaves não nos pôde receber por motivos de agenda, mas fomos recebidos pelo tenente-coronel Costa. Transmitimos a resolução e as preocupações e mal-estar que assolam a instituições militares», completou, sublinhando que os membros das FA são «cidadãos em uniforme, que têm famílias e sentem na pele os cortes e a austeridade preconizados por este Governo».

O ministro da Defesa Nacional, Aguiar Branco, anunciou há semanas que a reformulação das FA implicará reduções de custos em 218 milhões de euros a partir de 2014, incluindo perto de oito mil efectivos.

 

 

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Belmiro recebe mais de um milhão por ano

20.03.13, Planeta Cultural

O patrão da Sonae recebe mais de um milhão de euros por ano. Só em reforma, Belmiro de Azevedo recebe mais de cinco mil euros por mês. O empresário defendeu na segunda-feira que "sem mão de obra barata não há criação de emprego para ninguém". Belmiro, que completou 75 anos no passado dia 17 de fevereiro, está a abandonar as funções executivas do grupo Sonae.

 

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Professores sem componente lectiva vão ser enviados para a mobilidade especial

20.03.13, Planeta Cultural

O ministro Nuno Crato sempre afastou a hipótese de colocar docentes na bolsa de excedentários da Função Pública. Agora, anuncia que o mecanismo será aplicado a partir de Setembro.

 

Os docentes com ausência de componente lectiva, ou seja, sem turma atribuída, vão poder ser enviados para a mobilidade especial já no próximo ano lectivo. Antes disso, ser-lhes-á dada a possibilidade de transitarem para outros Ministérios.

 

“A mobilidade especial tendo em conta os compromissos internacionais a que estamos obrigados será de aplicação a toda a Administração Pública”, anunciou esta tarde o secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, Casanova de Almeida, depois de reunir com a Fenprof e a FNE.

 

Porém, e previamente ao envio para esse quadro de excedentários, os docentes terão alternativas. O governante anunciou que estão a ser estudados instrumentos, com a secretaria de Estado da Administração Pública, de modo a permitir que os professores fiquem sem ausência de componente lectiva. Um desses instrumentos é a “intercomunicabilidade entre Ministérios”, ou seja, os professores poderão transitar para outros Ministérios.

 

“Existem necessidades apuradas noutros ministérios de técnicos superiores e se o professor entender que é benéfico haver transferência para a carreira técnica superior” poderá fazê-lo. “São esses instrumentos que estão a ser preparados”, rematou.

 

João Casanova de Almeida disse e repetiu que “temos de ter em conta que vivemos tempos excepcionais, que exigem medidas excepcionais, e exigem da nossa parte que se faça adequação dos recursos humanos”.

 

E, assim, contrariou aquilo que vinha sendo dito pelo ministro Nuno Crato no Parlamento, de que este mecanismo não seria aplicado no sector. Neste momento, existem cerca de 700 professores sem turma atribuída.

 

Quanto a rescisões amigáveis, o secretário de Estado disse que “neste momento” essa questão “não está em cima da mesa”. “Julgamos que essa questão fica no condicional. Não temos de avançar com nenhuma preocupação pois os instrumentos que estamos a trabalhar, julgo que, são suficientes, motivadores e apelativos”.

 

Governo reduz quadros de zona pedagógica

 

Na reunião desta quarta-feira com os sindicatos dos professores, o Ministério da Educação, na figura do secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, apresentou uma proposta para alterar o âmbito geográfico dos quadros de zona pedagógica.

 

Dos 23 quadros de zona pedagógica existentes, o Governo pretende passar para sete. O secretário de Estado lembrou porém tratar-se de uma proposta inicial, sujeita ainda às negociações com os sindicatos.

 

Na prática, esta alteração, que terá aplicação já no próximo concurso (de Abril), poderá levar professores a ficarem colocados em escolas a quilómetros de distância da sua residência.

 

 

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MEO kids chega ao MEO Satélite

20.03.13, Planeta Cultural

Após superar a barreira dos 4 Milhões de Visitas em 2012, o MEO kids passa agora a estar disponível no MEO Satélite, abrangendo assim todos os clientes MEO. A presença do MEO kids na oferta MEO Satélite, possibilita aos mais pequenos o acesso às suas séries favoritas, músicas, aulas de dança, passatempos e muitos outros conteúdos diretamente na TV, através do botão azul do comando MEO. Tudo de forma simples, segura e gratuita.