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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Lóbi homossexual no Vaticano poderá ter levado Bento XVI a resignar

21.02.13, Planeta Cultural

O jornal italiano La Repubblica divulgou hoje que um alegado relatório sobre um "lóbi homossexual" dentro do Vaticano poderá ter levado à resignação de Bento XVI, apontando o que descreve como lutas de poder e desvios de dinheiro.

Segundo o jornal, o suposto lóbi, que terá alegadamente chantageado membros da mais alta hierarquia da Igreja, foi exposto após uma investigação "ultrassecreta" conduzida por três cardeais aposentados, informações que o Vaticano não confirmou.

O porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, reputou de "fantasiosos e falsos" diversos aspectos do artigo do diário italiano, frisando que não haveria "nem desmentidos, nem comentários, nem confirmações" sobre as "afirmações e opiniões" veiculadas pela imprensa, numa altura em que se aproxima a data da resignação do papa Bento XVI.

Lombardi frisou, no entanto, que o papa não abdica por estar "deprimido" ou por quaisquer motivos psicológicos, mas por sentir que lhe faltam as forças.

O artigo, de tom sensacionalista, intitula-se "Sexo e carreira, chantagens no Vaticano estão por trás da resignação de Bento XVI" e estabelece uma ligação directa entre o relatório dos cardeais Julian Herranz, Joef Tomko e Salvatore de Giorgi e a decisão do papa.

Segundo o jornal, o espanhol Herranz revelou ao papa a 9 de Outubro passado que existia uma "rede transversal unida pela orientação sexual" e que, "pela primeira vez, a palavra homossexualidade foi pronunciada" nos aposentos de Bento XVI.

O Reppublica indicou que o relatório revelou que certos membros do clero sofreram "influências exteriores" (nomeadamente, chantagens) por parte de laicos aos quais estariam ligados por relações "mundanas".

Bento XVI, de 85 anos, anunciou a 11 de Fevereiro, durante um consistório no Vaticano, a resignação a partir dia 28 de Fevereiro devido "à idade avançada".

Um novo papa será escolhido até à Páscoa, a 31 de Março, disse na altura Federico Lombardi, anunciando que um conclave deve ser organizado entre 15 e 20 dias após a resignação do pontífice.

 

 


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ASAE apreende 12 mil lasanhas vendidas pela Jerónimo Martins

21.02.13, Planeta Cultural



A Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) aprendeu mais de 12 mil embalagens de lasanha com vestígios de carne de cavalo, mas não confirma que esse produto seja um risco para a saúde dos consumidores.

 

Em comunicado hoje divulgado, a ASAE dá conta de ter identificado e apreendido 12.410 embalagens de “lasanha de bovino, contendo carne de cavalo”, rotulado com a marca “EUROSHOPPER”, numa cadeia de distribuição de retalho.

 

De acordo com a entidade fiscalizadora, esta acção vem no seguimento de uma notificação do sistema comunitário de alerta rápido para alimentação, “que refere a suspeita de riscos para a saúde pública de uma lasanha de bovino, contendo carne de cavalo, produzida no Luxemburgo, com matéria-prima proveniente da Roménia e distribuída em diversos mercados europeus”.

 

“Neste momento, e apesar do alerta emitido no espaço comunitário, não é ainda possível confirmar a existência de risco do consumo desse produto para a saúde dos consumidores”, afirma a ASAE.

 

Por outro lado, o organismo dá conta de ter apreendido 40.691 quilogramas de preparados de carne e produtos à base de carne, numa indústria de transformação, assim como mais 5.666 embalagens de preparados de carne e produtos à base de carne, em estabelecimento de retalho.

 

“No contexto destas operações, e de um total de 50 análises realizadas, a ASAE instaurou, ainda, três processos-crime, por fraude económica, e contra-ordenações por irregularidades de rotulagem, cujas investigações se encontram em curso”, lê-se no comunicado.

 

 


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Código da Estrada: Aprovados novos limites de velocidade e redução da taxa de álcool

21.02.13, Planeta Cultural

As alterações ao Código da Estrada hoje aprovadas em Conselho de Ministros limitam a velocidade a 20 quilómetros por hora em algumas zonas residenciais e reduzem a taxa de álcool para condutores profissionais e recém-encartados.

 

Segundo a proposta de lei, a taxa de álcool vai ser reduzida para 0,2 gramas por litro de sangue para os condutores em regime probatório e de veículos de socorro ou de serviço urgente, de transportes colectivos de crianças, táxis, automóveis pesados de passageiros e de mercadorias perigosas.

 

Com esta alteração, estes condutores vão passar a ser multados quando apresentarem uma taxa de álcool igual ou superior a 0,2 gramas por litro de sangue.

 

As mexidas no Código da Estrada prevêem também a criação das “zonas residenciais de coexistência”, áreas partilhadas por peões e veículos, onde vigoram regras especiais de trânsito, tais como limites reduzidos de velocidade, nomeadamente a velocidade máxima de 20 quilómetros por hora.

 

Entre as alterações estão igualmente a redução da altura das crianças que são seguras por sistemas de retenção, passando dos actuais 150 centímetros para os 135 centímetros, e a utilização de um reboque destinado ao transporte de bagagens nos táxis.

 

A proposta do Governo, hoje aprovada em Conselho de Ministros, preocupa-se com o reforço da segurança dos peões, ciclistas e pessoas com deficiência, além de procurar incentivar o uso da bicicleta.

 

Os condutores, que até agora tinham de moderar a velocidade junto das passadeiras, vão passar a abrandar também junto às ciclovias.

Nas zonas para bicicletas, os condutores vão passar a ceder passagem aos ciclistas e, à semelhança do actualmente determinado para as passadeiras de peões, vai passar a ser proibida a ultrapassagem nas ciclovias.

 

O novo Código da Estrada prevê também que as bicicletas deixem de dar prioridade aos veículos com motor.

 

Outra das alterações é a introdução de novas regras na colocação nas vias públicas, ou nas suas proximidades, de painéis, anúncios e cartazes, passando a ser interdita a sua afixação quando dificultarem a circulação de peões nos passeios.

 

Quando se fazem obras nos passeios, vai passar a ser obrigatória a sua sinalização, assim como o estabelecimento de uma passagem temporária para os peões.

 

Segundo o Governo, a proposta de lei de alteração ao Código da Estrada vai colmatar “inconstitucionalidades orgânicas, identificadas pelo Tribunal Constitucional” através da introdução de “alterações processuais, de forma a conferir maior celeridade à aplicação e à execução das sanções rodoviárias”.

 

 


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