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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Carlos Slim perde 4 mil milhões de dólares com queda da America Movil

14.02.13, Planeta Cultural

O homem mais rico do mundo, o mexicano Carlos Slim, perdeu ontem 3,8 mil milhões de dólares, cerca de 2,82 mil milhões de euros, depois de as acções da sua empresa, a America Movil, terem desvalorizado 10,06%.


A America Movil acumula uma desvalorização de 12,32% desde o dia 11 de Fevereiro, altura em que a empresa confirmou que o abrandamento do crescimento económico mundial iria ter impacto nas suas receitas, segundo noticia a Bloomberg.
 

Slim tem um património avaliado em cerca de 74,2 mil milhões de dólares, 7,9 mil milhões à frente de Bill Gates, o segundo homem mais rico do mundo, de acordo com a Bloomberg.

 
As acções da America Movil tiveram a sua maior queda desde Abril de 2008, o que arrastou o benchmark do índice de referência mexicano, que caiu 1,7% graças aos 20% de peso que a empresa de Slim tem no mesmo.
 

As receitas da America Movil continuaram a cair em Janeiro, depois de no último trimestre de 2012 terem deslizado 3,8%, segundo Daniel Hajj, presidente executivo da empresa. A queda está a colocar pressão na empresa para procurar outras áreas para crescer.

 

 


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Cofre online para guardar facturas

14.02.13, Planeta Cultural

A Xnfinity, empresa incubada no UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto, desenvolveu uma plataforma onde é possível os consumidores arquivarem e organizarem as facturas electrónicas, enviadas directamente pelos negócios na hora da transacção, para mais tarde apresentar em sede de IRS, aos seguros de saúde, como garantias ou para efectuar trocas.

 

O piloto do PaperVault estará no terreno «em Março» e o teste irá decorrer no Norte, durando «dois a três meses», adianta ao SOL Orlando Ribas Fernandes. Este engenheiro informático, 31 anos, que passou pela Critical Software e pela ISA Oil & Gas, desenvolveu o projecto durante os últimos dois anos e em Outubro juntou-se a José Ribas, de 47 anos e com duas décadas de experiência na indústria do retalho.

 

A ideia é que os consumidores possam obter factura electrónica das suas despesas em supermercados, restaurantes, cabeleireiros ou postos de abastecimento de combustível e ver esse documento digital ser enviado, logo no momento, através de um simples clique, para a sua conta no site do PaperVault. Nos negócios não aderentes, os consumidores podem sempre fotografar as facturas em papel e carregá-las ali. E o registo para a integração do PaperVault será gratuito.

 

Até ao final deste mês, a Xnfinity espera fechar acordo com uma das empresas que desenvolvem software para os pontos de venda – que serão os clientes desta start-up. A ideia é aproveitar um «momento único», com a facturação obrigatória a partir de 1 de Janeiro deste ano.

Os negócios pagarão uma taxa «muito baixa», correspondente a um custo «50% inferior ao do papel», diz Ribas Fernandes. «Terá de ser económico para que um restaurante de bairro possa implementar», frisa o sócio, referindo que para os grandes retalhistas está pensado outra via de pagamento, por transacção.

 

A confidencialidade e a segurança dos dados dos utilizadores do PaperVault estão assegurados, estando a Xnfinity a aguardar um parecer da Comissão Nacional de Protecção de Dados. O objectivo para os próximos dois anos é avançar para mercados internacionais

 

 


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Portugal representado na primeira Bienal de Arquitetura Mediterrânica na Jordânia

14.02.13, Planeta Cultural



O arquiteto português Adalberto Dias foi convidado a representar Portugal na Bienal de Arquitetura Mediterrânica, que decorre entre 21, 22 e 23 de fevereiro em Aqaba, na Jordânia

Segundo os organizadores, esta é a primeira vez que se realiza um evento com estas características no Médio Oriente, tendo sido convidados, para além do português, também os arquitetos Alberto Campo Baeza, de Espanha, Sandro Raffone e Rudy Riccioti, ambos de Itália.

Adalberto Dias, que foi colaborador de Siza Vieira e é professor da Faculdade de Arquitetura do Porto, observou à Lusa que a ideia do encontro « é fazer um espécie de levantamento da arquitetura que se vai fazendo nesta faixa mediterrânica», salientando que esta é a sua originalidade, «quando os centros de debate correntes da arquitetura são o velho continente ou a América».

 

 


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