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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Chamartin Retail vendeu participação de 18,12% na SAD do FC Porto

05.12.11, Planeta Cultural

A unidade da imobiliária Chamartin vendeu acções da Futebol Clube do Porto – Futebol SAD à Somague Imobiliária e à Somague Engenharia.

 

As acções equivalentes a 18,12% do capital da SAD do FC Porto e dos seus direitos de voto foram vendidas pela Aplicação Urbana II, numa operação realizada fora de bolsa, em duas operações.

A venda da sua posição foi feita em dois blocos negociados fora de bolsa e adquiridos quer pela Somague Imobiliária quer pela Somague Engenharia.

Um bloco de 1.359.093 acções da SAD do FC Porto e respectivos direitos de voto foi vendido à Somague Imobiliária. Esta participação equivale a 9,06% do capital do FC Porto e metade da participação vendida pela Chamartin.

Na outra operação foram vendidas 1.359.092 acções, mas estas pelo fundo Aplicação Urbana à Chamartin Retail, “que, nesse mesmo dia e numa operação fora de bolsa, as vendeu à Somague Engenharia”, salienta o comunicado que o FC Porto remeteu hoje à Comissão do Mercado e Valores Mobiliários, depois do encerramento do mercado.

A Somague Engenharia, SA é detida pela Somague SGPS, SA, que é detida pela Sacyr SAU, SA. Uma empresa que, por sua vez, pertence à Sacyr Vallehermoso, SA”, explica o comunicado.

As acções da Futebol Clube do Porto - Futebol SAD encerraram a sessão de hoje a negociar nos 0,50 euros, tendo sido negociados 440 títulos na sessão. A venda das acções da Chamartin não é conhecido.

 

 

(Se assim o desejar, visite a fonte da informação clicando aqui)

Vítor Gaspar: Portugal depende de si e da credibilidade internacional

05.12.11, Planeta Cultural

Portugal deve concentrar-se no programa de ajustamento e em ganhar credibilidade internacional para poder voltar a financiar-se nos mercados de dívida dentro de dois anos, afirmou hoje o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, em Londres.

 

O ministro admite terem sido feitas nas últimas semanas "múltiplas actualizações de cenários macro-económicos para a economia global e economia europeia", mas rejeitou que elas devam mudar a estratégia do governo.

"O sucesso do processo de ajustamento do nosso país depende fundamentalmente do nosso esforço", afirmou hoje à agência Lusa, durante uma visita de um dia à capital britânica.

 


Fonte: Jornal de Negócios