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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Pedidos de informações à Google sobre utilizadores aumentaram em Portugal

26.10.11, Planeta Cultural

O número de pedidos de informações sobre utilizadores dos serviços da Google, apresentados pelo Governo português, aumentou de 92 para 161 pedidos no início de 2011.

 

Os números surgem na nova edição do Relatório da Transparência da Google e dizem respeito aos primeiros seis meses deste ano.

 

De acordo com o relatório, entre Janeiro e Julho de 2011 a Google recebeu do Governo português um total de 161 pedidos de informação sobre dados dos utilizadores de contas e serviços da empresa, um número acima dos 92 pedidos efectuados na segunda metade de 2010, o último período em análise no relatório.

 

Em 50 por cento destes 161 pedidos, a Google refere que enviou total ou parcialmente a informação requisitada pelas autoridades portuguesas.

Numa nota sobre os dados relativos a Portugal, a empresa afirma que «o número de pedidos que recebemos sobre informação de contas de utilizadores, no âmbito de investigações criminais aumentou de ano para ano».


Na mesma nota a empresa considera que este «aumento não surpreende, dado que todos os anos oferecemos mais produtos e serviços e temos um cada vez maior número de utilizadores».


Sobre os pedidos que foram recebidos, que englobam também pedidos sobre conteúdos do YouTube, a Google esclarece que «revemos cada pedido para ter a certeza que vai ao encontro do espírito da lei e podemos recusar divulgar informação ou tentamos estreitar o pedido em alguns casos».


Outro dos campos analisados no relatório é o pedido das autoridades para a remoção de conteúdos, que segundo a Google foi inferior a dez no caso de Portugal nos primeiros seis meses do ano.

 

Como este número é reduzido, a empresa não especifica que tipos de conteúdos ou as razões invocadas pelas autoridades.

 

 

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Cavaco Silva autoriza privatização da EDP

26.10.11, Planeta Cultural


Presidente da República promulgou decreto-lei da privatização, dando luz verde ao Governo para publicar o caderno de encargos e prosseguir com a venda de 21,35% da eléctrica nacional.

 

O Presidente da República, Cavaco Silva, já promulgou o decreto-lei sobre a privatização de 21,35% da EDP, tendo o diploma sido publicado hoje em “Diário da República”, cerca de duas semanas depois de ter chegado ao Palácio de Belém.

O decreto-lei da 8ª fase de privatização da EDP nota que o modelo de venda definido “corresponde a uma venda directa a investidores de referência, nacionais ou estrangeiros, incluindo a entidades com perfil de investidor industrial ou a entidades com perfil de investidor financeiro e perspectiva de investimento estável e de longo prazo”.

O Governo admite “uma ou mais operações de venda directa a um ou mais investidores que venham a tornar-se accionistas de referência da EDP”, sendo que o diploma hoje publicado não exclui a possibilidade de uma oferta pública de venda, caso a venda directa não esgote os 21,35% que o Estado pretende alienar.

O Executivo terá agora de, em Conselho de Ministros, aprovar o caderno de encargos com as condições específicas da venda.

Interessados não podem impor condições ao Estado

O decreto-lei da privatização da EDP estipula que um dos critérios de selecção das intenções de aquisição da posição estatal é a “ausência de condicionantes jurídicas ou económico-financeiras do interessado para a concretização da venda”.

O diploma refere ainda que a própria EDP terá uma palavra a dizer neste processo. “A selecção dos interessados que integram as subsequentes fases do processo de alienação é realizada mediante resolução do Conselho de Ministros, ouvida a EDP quanto à adequação dos projectos estratégicos aos interesses da empresa”, lê-se no decreto-lei.

A Parpública recebeu seis manifestações de interesse na privatização da EDP, entre as quais se incluem as brasileiras Eletrobras e Cemig, a alemã E.On e uma empresa japonesa.

 

 

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Farmácia à venda por... 1 euro

26.10.11, Planeta Cultural

Estabelecimento está no mercado já há um mês, mas ainda ninguém o comprou

 

São os efeitos da crise: uma farmácia de Monsanto - a única que existe nesta vila - está à venda por apenas um euro.

A proprietária demorou um ano a decidir, mas chegou uma altura em que não teve alternativa. Desde há um mês que o estabelecimento se encontra no mercado, mas ainda ninguém o comprou.

O passivo supera os 540 mil euros, segundo o semanário «Sol», que falou com a dona da farmácia. Foi acumulado ao longo dos últimos anos e o futuro dono terá de o assumir.

A Associação Nacional de Farmácias vem alertando que há mais de mil farmácias em risco de colapso em todo o país. A de Monsanto é o espelho disso mesmo.

 

 

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Guano Apes adiam concertos em Portugal

26.10.11, Planeta Cultural

Depois da vocalista Sandra Nasic lesionoar-se numa perna, a banda foi obrigada a interromper a actual digressão europeia.

 

Assim sendo, tudo leva a crer que os dois concertos que estavam marcados para este fim-de-semana nos coliseus de Lisboa e do Porto venham a ser realizados no início do próximo ano.

 

De acordo com a promotora PEV Entertainment, os bilhetes para os dois concertos serão válidos para as novas datas que serão anunciadas brevemente.