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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Ministério Ambiente prevê encerramento de 8 sociedades Polis

18.10.11, Planeta Cultural

O Ministério do Ambiente prevê para 2012 o encerramento da atividade de oito sociedades Polis e admite que o processo poderá ser deficitário, o que obrigará à intervenção financeira do Estado.


A informação consta das «políticas» definidas pelo Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território na proposta de Orçamento de Estado (OE) para 2012.

 

O documento admite que os programas Polis relativos a intervenções urbanísticas nas cidades «atravessarão a fase final das 40 intervenções desenvolvidas em 39 cidades, prevendo-se o encerramento de oito sociedades em fase terminal». Além disso, acrescenta que a «extinção poderá implicar para o Estado a assunção de algumas dívidas, permanecendo 10 contratos-programa com resolução prevista até 2013».

 

 

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ASAE apreende 320 toneladas de alimentos de origem asiática

18.10.11, Planeta Cultural

Mais de 320 toneladas de alimentos de origem asiática avaliadas em quase dois milhões de euros e impróprias para consumo foram apreendidas hoje pela Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE), disse um responsável da instituição.

 

Os bens alimentares «estragados, fora de prazo e armazenadas sem condições de higiene» encontravam-se num «grande armazém» com 900 metros quadrados de superfície, situado na região da Grande Lisboa, disse à agência Lusa o vice-presidente da ASAE, Francisco Lopes.

 

«No armazém havia ratos, dejetos humanos, pássaros a voar e até alimentos armazenados nas casas de banho», relatou o responsável, que escusou avançar a localização da estrutura por estarem ainda a ser investigadas outras instalações do género.

 


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Solução de aumentar impostos é "calaceira"

18.10.11, Planeta Cultural

"O argumento de que com mais impostos e eficiência na tributação se resolve o problema é calaceiro", diz o fundador da Sonae.

 

Para Belmiro de Azevedo, que falava conferência organizada pela AEP sobre a Re-industrialização do País, "depois desta crise não poderemos ficar com mais impostos do que os que já tínhamos, porque isso retiraria impulso aos investidores estrangeiros".

Para Belmiro aumentar a carga fiscal dá a ideia ao Estado que pode manter a mesma estrutura que tem actualmente e assim "alimentar o mostro". O empresário diz que actualmente o estado absorve 50% do PIB e que essa taxa de esforço deveria ser de apenas 40%.

 

 


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