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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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30 bebés morreram devido a corte de electricidade

02.09.11, Planeta Cultural

A repressão do regime sírio continua a fazer vítimas. Desta vez, os cortes de electricidade de que três hospitais foram alvo, resultaram na morte de 30 bebés.

 

As clínicas, segundo avança o diário espanhol "El Mundo", situam-se na cidade de Hama, onde persistem os protestos contra o presidente Bashar al-Asad.

A maioria dos bebés encontrava-se em incubadoras e só no hospital Al Horani, há registo de 17 prematuros mortos na unidade de Neonatologia.

Citada pelo "El Mundo", Amira al Joder, mãe de uma das vítimas, conta que "a corrente do hospital foi interrompida durante cinco dias e acabou-se o combustível para o gerador".

Dizem os médicos do Al Horani que pediram ao Exército para fornecer o hospital com combustível para o gerador, tendo obtido como resposta que os soldados "não estavam autorizados a fazê-lo".

Só nesta sexta-feira, 12 pessoas foram mortas pelo Exército sírio e dos "shabiha" (forças irregulares), durante os confrontos contra o regime de Bashar al-Asad.

 

 

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Direção dos Serviços de Sangue e Transplantação demitem-se

02.09.11, Planeta Cultural

O presidente e a coordenadora nacional da Autoridade dos Serviços do Sangue e da Transplantação pediram hoje a demissão em protesto contra as intenções do ministro da Saúde de cortar as verbas daquele organismo.

«Recuso-me a permanecer aqui porque o meu lugar está esvaziado de funções. Não posso aceitar que haja doentes que se podem salvar mas que vão morrer porque o país está em dificuldades económicas», disse à Lusa a Coordenadora Nacional das Unidades de Colheita de Órgãos, Tecidos e Células para Transplantação, Maria João Aguiar.

A demissão da coordenadora nacional surge na sequência das declarações «absolutamente desastrosas» do ministro da Saúde, Paulo Macedo, em entrevista à TVI na quinta-feira à noite.

Questionado sobre se os transplantes estariam em risco, o ministro Paulo Macedo admitiu que «pode não haver o mesmo número de transplantes», explicando que é preciso perceber se o país «pode sustentar o actual número de transplantes».

 

«O que pretendemos é manter um número de transplantes tão interessante e de qualidade como tem vindo a ser feito, mas claramente dando menos incentivos aos hospitais, porque também não é necessário. Estes incentivos visam um incremento e o que nós achamos é que não é necessário haver aqui um incremento», acrescentou o ministro.

Perante as declarações do ministro, Maria João Aguiar e o director Geral da ASST, João Rodrigues Pena, apresentaram hoje a sua carta de demissão ao ministério como «forma de protesto», informação que o ministério já confirmou à Lusa.

«Enquanto médica e enquanto técnica para mim isto é absolutamente inaceitável», disse Maria João Aguiar, acrescentando que «é muito difícil para os médicos aceitar que haja doentes que se podem salvar e vão morrer porque o país está em dificuldades económicas. Digam então às famílias dos doentes que temos de fazer cortes económicos para salvar o Serviço Nacional de Saúde e terão que morrer doentes».

 

«Como é que um doente que está à espera de um transplante para sobreviver recebe estas notícias? A colheita não sobe nem desce por milagre, tem de ser apoiada», sublinhou a responsável.

Em Agosto, o Governo decidiu cortar para metade os incentivos para a realização de transplantes, com efeitos retroactivos desde o início do ano.

A responsável recorda que o anúncio de cortes aos incentivos previstos para a ASST tinham sido recebidos pelos responsáveis como «inevitáveis» face à actual situação do país: «Eu, com alguma ingenuidade, pensei que poderia tentar fazer o mesmo trabalho com metade [do orçamento] e que se iria tentar que os números da actividade não baixassem. Mas as declarações do senhor ministro [de quinta-feira] foram muito claras».

Maria João Aguiar considera que as suas funções deixam de fazer sentido quando o ministério admite que o país está sem capacidade económica para manter o actual nível de colheitas e transplantes.

 

A responsável garante que as transplantações renais significam uma «poupança de milhões de euros» ao Estado: «A transplantação é a maneira mais económica para os doentes que vão continuar a gastar dinheiro ao Estado porque continuam em diálise se não são transplantados».

 

Contou ainda à Lusa que perante a sua decisão decidiu enviar uma mensagem aos colegas que trabalham na área, apelando para que «continuem a ter em mente os doentes que estão em lista de espera, porque eles existem e sofrem todos os dias».

 

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Marilyn Manson anuncia novo álbum

02.09.11, Planeta Cultural

Marilyn Manson vai editar um novo álbum ainda este ano.


«Born Villain» é o título do sucessor de «The High End of Low», de há dois anos. Esta semana, Manson revelou uma nova canção através de um vídeo realizado por Shia LaBeouf.

 

«Conheci-o e acabámos por passar uma longa noite em estúdio. Depois de ver Maniac, a curta que ele fez, fiquei impressionado com as suas capacidades enquanto realizador», declarou Manson.

 

«Partilhei com ele as minhas inspirações artísticas, literárias e, claro, cinematográficas. Fiquei surpreendido com a forma como ele digeriu o meu mundo e criou aquilo que eu imaginava», sustentou ainda Manson.

 

«Acabámos por escrever uma curta. A banda sonora é retirada do meu álbum e, para usar as palavras de Macbeth, está cheia de som e de fúria!», concluiu.

 

Para ver o vídeo clique aqui.

 

In' Diário Digital


Nouriel Roubini vem avisando e o mundo ignorando!

02.09.11, Planeta Cultural

Roubini pede para abrirem os olhos, mas é ignorado!

 

A economia  mundial está de rastos, disso, ninguém tem dúvidas, ou melhor, parece que Franceses e Alemães estão conscientes de tal, mas aborrece-me constatar que de resto, todos querem fazer ver o contrário.

 

O problema maior para já está instalado na Europa com rastilho pela América, mas o pior vai acontecer quando esta miséria atacar de verdade  a Ásia!

 

Aí sim, o mundo vai tremer de verdade e serão poucos os países que irão sobreviver, o Brasil será um deles!

 

O economista norte-americano Nouriel Roubini tem tido razão no que vem dizendo, só que o mundo teima em ignorar as suas previsões e o problema é que não se entende porquê!