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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Leões tendem a atacar mais quando luar enfraquece

11.08.11, Planeta Cultural

Lendas costumam associar a Lua cheia com lobisomens ou outros monstros imaginários. Mas uma pesquisa mostrou que ela é sinal de que você correrá risco de ser devorado por um leão nos próximos dias --se estiver em regiões rurais da Tanzânia.

 

Leões atacaram mais de mil tanzanianos entre 1988 e 2009. Mais de dois terços desses ataques foram fatais.

"A vasta maioria das vítimas foi atacada depois de escurecer", escreveram os autores do estudo, liderado por Craig Packer, da Universidade de Minnesota (EUA), na revista "PLoS ONE".

Não se trata de mera curiosidade científica. A pesquisa ajuda a entender a própria evolução humana.

"Carnívoros noturnos criaram a necessidade de abrigo noturno, controle do fogo e nosso medo inato da escuridão", afirmam os autores.

Bodes pintam quadros em zoológico dos EUA

11.08.11, Planeta Cultural

Toda nós sabemos que a América é muito grande e só por isso mais sujeita está a acontecimentos cheios de curiosidades.

 

Então não é que agora, os Bodes do Zoo de Houston - Texas, dedicam-se a pintar!

 

Tudo isto, se deve aos tratadores David Suttinger e Amber Zelmer que, foram ensinando os animais a pintar e com isso, brindam todos os visitantes do zoo que ficam maravilhados ao constatarem tal feito conseguido pelos tratadores e pelos animais!

 

CMVM sem planos para proibir venda de acções a descoberto

11.08.11, Planeta Cultural

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) disse hoje que não tem a intenção de proibir a venda a descoberto de acções ("short selling") em Portugal, após notícias que dão conta dessa decisão em Itália e em França.

 

"Vamos manter o regime que temos", disse à agência Lusa fonte oficial do regulador financeiro, recordando que em Portugal o 'naked short selling' – venda de acções que o investidor não precisa de ter para realizar a operação – já é proibido.

De acordo com a cadeia de televisão CNBC, a Itália e a França podem banir ainda hoje a venda a descoberto de acções ('short selling'), depois de a Grécia ter proibido esta prática durante dois meses na segunda-feira após a bolsa de Atenas ter tocado mínimos de 14 anos.

Também no início da semana, a Coreia do Sul deu início a uma proibição da prática durante três meses.

Já hoje, a Turquia tornou-se o terceiro país a tentar conter a venda a descoberto, ao restringir as regras desta prática bolsista.

Segundo a CNBC, um porta-voz da Autoridade Europeia de Supervisão dos Mercados de Valores Mobiliários (ESMA, na sigla em inglês) confirmou conversações entre os reguladores nacionais no sentido de proibir o 'short selling' mas afirmou que uma decisão não será tomada "hoje, amanhã ou na próxima semana".

O porta-voz adiantou ainda que a ESMA ainda não tem poderes para impor esta proibição, mas que pode oferecer uma mesa de negociação para os reguladores nacionais se reunirem e chegar a acordo sobre uma acção coordenada.

O The New York Times também noticia hoje que o regulador europeu está a pensar recomendar uma proibição temporária do 'short selling' "num esforço para parar a queda livre" das principais praças bolsistas.

"Estamos a discutir com as autoridades nacionais e juntos vamos decidir se precisamos de uma acção coordenada", disse ao NYT Victoria Powell, porta-voz da instituição.

No entanto, Powell recusou-se a adiantar sobre quando será tomada essa decisão e qual o seu alcance.

O 'short Selling' "permite ao investidor vender títulos antes de os ter comprado, com o objectivo de obter mais-valias com a desvalorização de determinado título", explica na sua página na Internet o banco Big. Ou seja, o investidor vende "títulos que não tem em carteira, com o objectivo de recomprar os títulos a um preço mais baixo, obtendo mais valias".

Em Portugal, o 'naked short selling' é proibido. Segundo a CMVM, esta prática acontece quando o investidor não mostra ao intermediário financeiro que "dispõe dos instrumentos financeiros necessários para a liquidação, por empréstimo ou outro meio equivalente, carece de legitimidade para a operação, pelo que a ordem deve ser recusada pelo intermediário financeiro".

Em 2008, vários países proibiram a venda de acções a descoberto.

 

 

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Wall Street alivia do stress e já sobe mais de 2%

11.08.11, Planeta Cultural

Bolsas norte-americanas prosseguem rota ascendente do início da sessão, e prolongam os ganhos para lá dos 2%. Dados sobre o emprego deixaram os investidores respirar de alívio.

 

Os índices norte-americanos estão a reforçar as subidas do início da sessão, que começou animada por dados económicos inesperadamente positivos.

Os Estados Unidos anunciaram uma queda dos pedidos de subsídio de desemprego no país, o que conseguiu tranquilizar os investidores, mergulhados numa crise de confiança que tem crescido nos últimos dias.

Com os Estados Unidos "colados" ao cenário de crise da dívida soberana, têm crescido os receios de uma recessão naquela que é a maior economia do mundo. Daí que este indicador tenha sido muito bem recebido pelos mercados que, alarmados pela possibilidade de uma recessão, recebem sinais de que a economia poderá estar a crescer, ainda que de forma pouco expressiva.

O índice tecnológico Nasdaq avança 3% para os 2.452,57 pontos, enquanto o S&P 500 soma 2,79% para os 1.152,08 pontos. Já o Dow Jones sobe 2,5% para os 10.988 pontos. Ontem estes índices derraparam mais de 4%.

A Cisco, empresa líder mundial em soluções e equipamentos para redes de comunicações, destaca-se entre as cotadas de Wall Street. Está a disparar 17,12% para os 16,08 dólares, depois de ontem ter apresentado resultados que ultrapassaram largamente as expectativas dos analistas.

Entre as tecnológicas uma nota ainda para a Yahoo, que avança 6,97% para os 12,59 dólares por acção.

Entre os sectores que lideram os ganhos está o sector da banca, que tem sido um dos mais castigados dos últimos dias, tanto nos Estados Unidos, como na Europa.

O Bank of America avança 5,91% para os 7,17 dólares por acção, e o Citigroup ganha 3,40% para os 29,46 dólares. O JPMorgan está a subir 4,02% para os 35,75 dólares, e o Goldman Sachs 4,15%, com cada acção a negociar nos 114,916 dólares.

Este sentimento positivo que domina o dia de negociações em Wall Street está a repetir-se um pouco por toda a Europa, onde os principais índices bolsistas seguem com ganhos superiores a 2%.

 

In' Jornal de Negócios