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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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F.C.Porto empatou sem golos com o Borússia

16.07.11, Planeta Cultural

O F. C. Porto empatou, este sábado, a zero com o Borussia Monchengladbach, no segundo jogo do estágio que termina este domingo na Alemanha. A partida ficou marcada por uma expulsão incrível de Hulk.

Dois cartões amarelos mostrados a Hulk de forma quase irreal, no contexto de um jogo de preparação, estragaram um espectáculo que estava a ser interessante em Oberhausen, apesar da intensa chuva que caiu. Com dez jogadores durante quase 70 minutos, o F. C. Porto não conseguiu marcar golos.

Mesmo em inferioridade numérica, a equipa portista dominou sempre a partida e criou as melhores oportunidades, mas Walter e Kléber, este na segunda parte, desperdiçaram na cara do guarda-redes alemão.

O F. C. Porto volta a jogar este domingo à tarde, diante do Verl, uma equipa dos escalões regionais germânicos, regressando a Portugal logo a seguir.

 

 

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DECO desaconselha investir no Sporting

16.07.11, Planeta Cultural

Associação de Defesa do Consumidor alerta para risco da operação e compara os seus juros aos da dívida pública portuguesa

As obrigações do Sporting são de risco elevado, pelo que a sua subscrição é desaconselhada. O aviso é da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), que fez a análise da operação de subscrição de 20 milhões de euros e não recomenda o investimento.

Também os juros não cativam a DECO que, numa comparação com a dívida pública portuguesa, considera o rendimento desinteressante.

 

 

In' DN

Médico acaricia pénis a paciente para ver se ele está com gripe

16.07.11, Planeta Cultural

Um estudante universitário de 26 anos, que procurou um médico em São Paulo por sentir fortes sintomas de gripe, passou por uma situação que jamais imaginou poder acontecer-lhe. Alegando que, para confirmar a suspeita de gripe precisava analisar a virilha do rapaz, o médico enfiou-lhe a mão nas calças e começou a acariciar-lhe o pénis.

 

“Ele disse: vou ter que examinar a sua virilha. Enfiou a mão por dentro das calças e ficou a tocar-me no órgão genital, por dentro das minhas cuecas.”, contou o universitário ao inspector José António Caires, na esquadra onde prestou queixa. O rapaz também fez uma reclamação por escrito à direcção do Centro Clínico Intermédica, em Itaquera, onde, segundo ele, o episódio ocorreu.

 

“Ele disse: vou ter que examinar a sua virilha. Enfiou a mão por dentro das calças e ficou a tocar-me no órgão genital, por dentro das minhas cuecas.”, contou o universitário ao inspector José António Caires, na esquadra onde prestou queixa. O rapaz também fez uma reclamação por escrito à direcção do Centro Clínico Intermédica, em Itaquera, onde, segundo ele, o episódio ocorreu.

De acordo com o jovem, ao descrever os sintomas e adiantar que pareciam de gripe, o médico mandou-o deitar na maca e começou a apalpar-lhe a barriga e as coxas, culminando com a introducção da mão sob a roupa e as carícias no pénis. Enquanto isso, o clínico ia dizendo ao assustado rapaz, sempre segundo a queixa deste, que o achava “um negro muito lindo, muito gato mesmo, muito gostoso”.

“Eu fiquei espantado, porque nunca me tinha acontecido algo semelhante, e comecei a tremer, sem saber como reagir", relatou o universitário, segundo o qual o médico lhe fez diversas perguntas pessoais, como se tinha filhos ou namorava. “Quando lhe disse que estava noivo e ia casar, ele respondeu que a minha noiva era uma mulher de sorte, pois eu sou um negro muito bonito.”

A clínica não quis dar detalhes sobre o caso, informando apenas que o médico em causa, que nega todas as acusações, trabalha ali há 15 anos e nunca houve queixas contra ele. Apesar disso, o clínico foi afastado até que tudo seja completamente esclarecido. O inspector vai ouvi-lo e provavelmente confrontá-lo com o universitário antes de decidir se vai incriminá-lo, e de que crime.

 

 

In' CM

Estudo diz que o Google deixa a memória mais preguiçosa

16.07.11, Planeta Cultural

Segundo cientistas americanos, o acesso permanente ao Google influencia a maneira como as pessoas armazenam a informação.

 

Se antes a facilidade para memorizar números de telefone ou datas importantes era maior, um trabalho publicado na revista "Science" veio confirmar que com o uso do Google as pessoas tendem a ser mais "preguiçosas" na altura de memorizar informação.

Na pesquisa efectuada estiveram envolvidos cerca de 200 participantes aos quais foram feitos testes de pergunta-resposta para memorização.

Comprovou-se que quando os voluntários acreditavam que não podiam ter acesso aos dados posteriormente, memorizavam muito mais informação do que aqueles que pensavam que depois a podiam consultar. Essa diferença na memorização mantinha-se mesmo quando os participantes eram avisados de que seriam questionados sobre o conteúdo.

O estudo da revista "Science" permitiu concluir que ao depararem-se com uma pergunta, os participantes pensavam imediatamente em motores de busca para saber a resposta, ao invés de tentarem puxar pelo própria memória.

Betsy Sparrow, responsável pelo estudo e professora da Universidade Columbia, afirma que "as mudanças não são necessariamente más, tendo em conta que a memória está a adaptar-se a uma nova realidade".

"Os resultados do estudo sugerem que a Internet se tornou uma memória externa", acrescenta Detsy Sparrow.

 

 

In' JN