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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Um mês após ataque hacker, Sony começa a relançar rede do PlayStation

15.05.11, Planeta Cultural

A empresa japonesa Sony anunciou que começou a restaurar sua rede online de videogames neste domingo, quase um mês após ter tirado o sistema do ar por ter sido alvo de um ataque de hackers.

De acordo com a empresa, a rede de games PlayStation 3 e PSP, será relançada por fases, começando por Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia e partes da Europa e Oriente Médio. Ainda não há previsão para o Brasil.

Em 16 abril, a Sony descobriu uma grave falha de segurança em seu sistema e, em seguida, admitiu que mais de 24,6 milhões usuários do PlayStation podem ter tido seus dados pessoais roubados

Dados acessados incluíam informações bancárias de mais de 20 mil clientes em países como Áustria, Espanha, Holanda e Alemanha.

Mais segurança

Durante uma entrevista coletiva ocorrida em Tóquio neste domingo, o vice-presidente da Sony, Kazuo Hirai, se desculpou pelo erro da empresa e disse que toda a rede deve voltar a funcionar normalmente até fim de maio.

“Implementamos novas medidas de segurança que vão fornecer uma melhor proteção aos usuários”, disse Hirai.

Ele informou ainda que a empresa vai oferecer uma espécie de pacote de boas-vindas aos usuários, com conteúdos extras.

Para o repórter de tecnologia da BBC News Iain Mackenzie, o sistema de segurança online da empresa certamente está bem reforçado com a restauração.

Mas essa proteção cria, paradoxalmente, um novo problema, segundo Mackenzie. “Porque não há nada que um hacker goste mais nesse mundo do que um desafio. E invadir a rede online do PlayStation pela segunda vez seria o santo graal do mundo dos hackers.”

 

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Strauss-Kahn nega acusações. FMI pode dispensá-lo

15.05.11, Planeta Cultural
Director-geral do FMI foi acusado de agressão sexual, de sequestro e de tentativa de violação de uma mulher de 32 anos num quarto de hotel em Nova Iorque.
Dominique Strauss-Kahn prepara-se para negar todos os factos em tribunal. O director-geral do Fundo Monetário Internacional foi esta manhã acusado, pelo procurador do estado de Nova Iorque, do crime de agressão sexual, tentativa de violação e sequestro de uma empregada de hotel daquela cidade norte-americana.

Strauss-Kahn, que foi detido a bordo de um avião a caminho de Paris, será hoje presente a tribunal. Um dos seus advogados indica que o arguido vai declarar-se inocente perante o juiz.

No entanto, esta detenção coloca numa situação “muito delicada” o FMI, que o pode dispensar por “violação grave” do código de conduta. Segundo a France Presse, o FMI já lhe havia perdoado uma relação com uma subordinada mas a instituição impõe um código de conduta aos funcionários internacionais que lhes pede não só para respeitar as leis, mas também para “seguir as normas mais elevadas de comportamento ético, conforme os valores de integridade, imparcialidade e discrição”.

Os factos pelos quais é acusado, uma agressão sexual, são potencialmente uma razão para o FMI o demitir de funções, que deveriam prolongar-se até ao final de 2012.

A curto prazo, o FMI não é obrigado a tomar uma decisão e pode funcionar sem o director-geral. O primeiro director-geral adjunto, o norte-americano John Lipsky, pode assumir o comando da organização.

O FMI já teve de gerir uma outra situação difícil com Strauss-Kahn. Em Janeiro de 2008, o director-geral havia mantido uma relação com uma subordinada, uma economista húngara, Piroska Nagy, em Davos, na Suíça.

Depois de uma investigação de um escritório de advogados de Washington, que concluiu que a relação tinha sido consentida, o conselho de administração do FMI manteve DSK em funções, mas acusou-o de “grave erro de julgamento”.

Governo francês pede "prudência" e respeito pela "presunção de inocência"
O porta-voz do Governo francês, François Baroin, pediu hoje “prudência” e respeito pela “presunção de inocência” depois de o director-geral do Fundo Monetário Internacional ter sido acusado de agressão sexual e tentativa de violação nos Estados Unidos.

"O Governo francês respeita dois princípios simples: o de um processo judicial em curso sob autoridade da justiça norte-americana, segundo as modalidades do direito norte-americano e o respeito da presunção de inocência”, declarou Baroin, que também é ministro do Orçamento, à cadeia France 2.

François Baroin, primeiro membro do Governo francês a reagir à tempestade da acusação de Strauss-Kahn (conhecido como DSK), precisou que Paris “não irá mais longe em comentários sobre este caso” a curto prazo.

Europa acompanha detenção de número um do FMI
O Fundo Monetário Internacional (FMI) está a trabalhar na ajuda financeira a vários Estados-membros em parceria com o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia. Para amanhã, está agendada a reunião dos ministros da Zona Euro, em Bruxelas, para aprovar o plano de resgate a Portugal, um encontro onde deveria estar também o director -geral do FMI.

Para hoje, Dominique Strauss-Kahn já tinha agendada uma reunião com a Chanceler Angela Merkel, mas o encontro já foi adiado. Em cima da mesa estaria a revisão da ajuda à Grécia.

O Governo de Atenas refere que a prisão do responsável máximo do Fundo Monetário Internacional possa adiar o processo, mas de acordo com um governante citado pela agência Reuters, não irá prejudicar a avaliação de uma nova ajuda àquele país.

Socialistas franceses chocados com notícia
A líder do Partido Socialista francês, Martine Aubry, mostrou-se hoje "estupefacta" com a acusação do director do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, comparando-a a "uma trovoada", noticia a agência France Press.

Apelando a todos para que “aguardem a realidade dos factos e respeitem a presunção de inocência”, Martine Aubry pediu ainda a todos os socialistas que “permaneçam unidos e responsáveis”.

Direita francesa diz que é o fim de Strauss-Kahn
Em França, onde Dominique Strauss-Kahn era visto como o candidato socialista às próximas presidenciais, a notícia da sua detenção caiu como uma bomba. A direita francesa diz que a carreira política do actual director do FMI está acabada.
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