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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Grupo desenvolve tinta que some com arranhões de carros

26.04.11, Planeta Cultural

Uma tinta de carro que, sob a ação de luz ultravioleta, é capaz de voltar ao seu estado líquido, fazendo com que os arranhões do veículo sumam.

Esse é o projeto que está sendo desenvolvido por um grupo internacional de cientistas da Case Western Reserve University, de Ohio (EUA).

O produto não é exatamente uma novidade. A fabricante de automóveis Nissan já implementou uma versão, digamos, mais primitiva em duas de suas linhas de carros.

No caso do revestimento da Case que tem polímeros e íons metálicos em sua composição, assim que deixa de receber a luz ultravioleta que o aquece, ele volta a endurecer. Uma outra vantagem é que esse processo não leva mais do que segundos.

A principal característica, segundo o estudante de graduação Mark Burnworth, que está envolvido no projeto, é a possibilidade de manusear somente uma área específica. Isto é, daria para trabalhar o arranhão de uma parte do carro sem mexer no resto da lataria.

Detalhes do estudo, que teve financiamento do Exército americano, serão publicados na revista "Nature".

 


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Medicamentos exclusivos das farmácias hospitalares não podem ser vendidos, diz Ana Jorge

26.04.11, Planeta Cultural

 

A ministra da Saúde esclareceu hoje que os medicamentos exclusivamente dispensados pelas farmácias dos hospitais não podem ser vendidos, até porque não há preços definidos para que sejam comprados pelos doentes.

Ana Jorge reagia assim a uma notícia divulgada no domingo pelo jornal Público, segundo a qual a farmácia do Hospital dos Capuchos (Lisboa) está a exigir a doentes com hepatite B o pagamento de um antivírico, cobrando mais de 360 euros por mês.

A administração do Hospital garantiu que "dispensa gratuitamente todos os medicamentos para uso em regime de ambulatório a todos os doentes que sofram de patologias abrangidas por legislação específica no que concerne à dispensa de medicamentos".

Mas a ministra da Saúde avisou hoje que “os medicamentos que não se vendem nas farmácias de ambulatório, que são de exclusiva dispensa em farmácia hospitalar, têm de ser distribuídos gratuitamente aos doentes”.

“Nem há suporte legal para ser vendido, nem está estabelecido o preço de venda ao doente”, referiu Ana Jorge, em declarações aos jornalistas, no final de uma visita ao centro de investigação da Fundação Champalimaud, em Lisboa.

 

 

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