Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

Escassez de alimento reduz população de pinguins da Antártida

13.04.11, Planeta Cultural

Pinguins naturais do lado oeste da Antártida estão em declínio devido à falta de acesso ao krill, um micro crustáceo parecido com o camarão, que constitui a principal fonte de alimento da espécie.

É o que revela um estudo recém-divulgado da entidade de pesquisa americana Nationaly Academy of Sciences.

Após terem acompanhado dados sobre os pinguins nos últimos 30 anos, pesquisadores disseram que números do pinguim Adelie e do pinguim de Chinstrap, naturais da região, vêm caindo desde 1986.

O aquecimento das águas, a redução da camada de gelo e um aumento nas populações de baleias e focas estão entre os motivos citados para a redução do krilll.

O krill da Antártida (Euphausia superba) é um animal de em média seis centímetros, e é considerado uma das espécies mais abundantes do planeta, encontrado em locais com densidade de até 30 mil espécies por metros cúbico de água.

Ele é também uma das espécies-chave dos ecossistemas encontrados na Antártida e em suas imediações, por ser o principal alimento de todos os animais vertebrados da região, entre eles o pinguim de Chinstrap e o Adelie.

No documento, a equipe de pesquisadores disse que uma série de fatores contribuíram para as mudanças na região.

“A província ocidental da Antártida e o Mar da Escócia contam com abundantes formas de vida, muitas das quais foram quase dizimadas por humanos’’, afirma o documento.

‘‘A região é também uma das que mais vêm aquecendo no planeta, com aumentos registrados de 5 a 6 graus mesmo durante o auge do inverno e com declínios na camada de gelo característica da região.’’

Os cientistas chegaram à conclusão também de que as mais recentes descobertas põem em cheque conceitos científicos antigos, como o de que a redução na camada de gelo havia levado a um declínio de espécies ''amantes de gelo'' com o declínio de seus habitats invernais, mas que populações que ''avessas ao gelo'' teriam registrado aumento.

Os especialistas argumentam que as descobertas mostaram que desde a década de 80 houve um amento tanto dos Adelies amantes de gelo (Pygoscelis adeliae) como dos avessos ao gelo Chinstraps (Pygoscelis antarctica). As populações de ambas as espécies teriam sofrido reduções de até 50%.

Como resultado, os pesquisadores agora defendem uma hipótese ''mais sólida'', de que as populações de pinguins estão ligadas à abudância da sua principal fonte de alimento, o krill.

''Relacionar tendências de abundância de pinguins com tendências de biomassa de krill explica o porquê das populações de Adelies e chinstraps terem aumentado após seus competidores (focas, baleias de barbatanas e alguns peixes) terem sido quase extintos nos séculos 19 e 20, e atualmente estão diminuindo em relação à mudança climáticas'', afirma o documento.

De acordo com o documento, a crescente competição com populações de baleia e de focas por alimento, por um lado, e as mudanças climáticas, por outro, tem contribuído para uma considerável redução no número do cardume de krill.

Os cientistas acreditam que se o aquecimento global prosseguir, o quadro deverá se agravar ainda mais.

 


Visite a fonte da informação clicando aqui

Metas europeias estimulam produção antiética de biocombustíveis, diz estudo

13.04.11, Planeta Cultural

A adoção de metas de uso de biocombustíveis por parte dos países europeus vem estimulando práticas antiéticas e a expansão ''rápida e insustentável'' da produção mundial de biocombustíveis.

 

Essas são as conclusões de um estudo realizado ao longo de 18 meses pela entidade britânica Nuffield Council on Bioethics.

 

A União Européia e a Grã-Bretanha possuem uma série de metas de promoção de biocombustíveis, como, por exemplo, a Diretiva de Energia Renovável da Comissão Européia de 2009, que especifica que fontes de energia renovável devem responder por pelo menos 10% de todo o petróleo e diesel utilizado na União Européia, em 2020. Já os britânicos determinaram que 5% de todo o combustível de transporte do país devem provir de fontes renováveis até 2013.

 

Mas o estudo afirma que as metas europeias e nacionais de produção de biocombustíveis devem ser substituídas por ''uma estratégia mais sofisticada baseada em alvos específicos''.

De acordo com o documento, as metas que substituíram as atuais devem "levar em conta a proteção dos direitos humanos e do meio ambiente, a realização de avaliações detalhadas sobre emissões de gases poluentes, a adoção de princípios de comércio justo e de esquemas de acesso e compartilhamento de benefícios''.

 

Princípios


Segundo o Nuffield Council on Bioethics, ''a União Europeia deveria dar apoio e assessoria a países que se esforcem para certificar que os biocombustíveis que produzem seguem tais princípios''.

 

O documento se debruçou ainda sobre três modelos de produção de combustíveis renováveis - o brasileiro, o americano e o malaio.

 

Em relação à produção brasileira, por exemplo, o documento afirma que o programa de produção de etanol a partir da cana de açucar, ''apesar de saudado por muitos como um dos mais bem-sucedidos programas de biocombustíveis em larga escala, vem sendo criticado por contribuir para o desmatamento em áreas de habitats ricos, levando a um declínio da biodiversidade''.

 

O texto afirma ainda que há preocupações com o fato de a produção de etanol no país estar por vezes ligada a abusos contra os direitos dos trabalhadores.

 

Em relação ao modelo americano de produção de etanol - feito a partir do milho - o documento lembra que ele foi parcialmente responsável pelo aumento do preço de milho e outos grãos em países em desenvolvimento. E também que há controvérsias quanto ao fato de este modelo de produção ser ou não menos poluente do que combustíveis fósseis.

 

 

Faça uma visita à fonte da informação clicando aqui

Conhecidos nomeados dos Óscares da Internet

13.04.11, Planeta Cultural

 

Já são conhecidos os nomeados para a edição deste ano dos Webby Awards, galardões conhecidos como os Óscares da Internet. O jornal New York Times domina os prémios, com 18 nomeações

 

A apresentação dos nomeados da 15º edição dos prémios Webby é o primeiro passo do evento, que ao longo dos últimos anos tem distinguido o que de melhor se faz na Internet.

 

Divididos em quatro grandes áreas - Sites, Publicidade Interactiva, Vídeo e Filmes On-line e Telemóveis e Aplicações - os Webby têm cerca de 130 categorias de prémios.

 

Além de meios de comunicação, que estão entre os projectos com mais nomeações, este ano vão a concurso estrelas pop como o cantor adolescente Justin Bieber ou a banda Arcade Fire, serviços on-line como o SoundCloud ou o Flipboard, ou sites como o Gropoun, entre outros.

 

De acordo com a organização dos prémios «o alto calibre e a diversidade dos nomeados reflecte a forma como a Internet se tornou uma força motriz para definir tudo, desde o entretenimento aos negócios».


A divulgação dos vencedores está marcada para o próximo dia 3 de Maio, estando a cerimónia de entrega dos prémios prevista para 13 de Junho, uma vez mais na cidade de Nova Iorque, com transmissão em directo através do site dos Webby.

 

Entretanto arrancou também a votação on-line para a categoria de prémio do público, que vai decorrer até ao dia 28 de Abril.

 

A lista completa dos nomeados pode ser consultada neste link.

 

Visite aqui a fonte da informação

Artigo do New York Times fala em 'pressão injusta e arbitrária' sobre Portugal

13.04.11, Planeta Cultural

 


Portugal foi vítima da «pressão injusta e arbitrária» dos mercados financeiros internacionais, que ameaça Espanha, Itália e Bélgica e outras democracias em todo o mundo, defende o sociólogo norte-americano Robert Fishman.

 

Em artigo no New York Times de hoje, intitulado «O Resgate Desnecessário de Portugal», Fishman diz que o pedido de ajuda português, depois do irlandês e do grego, «deve ser um aviso a democracias em todo o lado», porque «não é realmente sobre dívida».

 

«Portugal teve um forte desempenho económico nos anos 1990 e estava a gerir a sua recuperação da recessão global melhor que vários outros países na Europa, mas foi sujeito a uma pressão injusta e arbitrária dos negociadores de obrigações, especuladores e agências de rating », afirma o professor de sociologia da Universidade de Notre-Dame.

 

Estes agentes dos mercados financeiros conseguiram, por «razões míopes ou ideológicas» levar à demissão de um Governo democraticamente eleito e potencialmente «atar as mãos do que se lhe segue», adianta Fishman, autor de um livro sobre o euro.

 

«Se forem deixadas desreguladas, estas forças de mercado ameaçam eclipsar a capacidade dos governos democráticos - talvez mesmo dos Estados Unidos - para fazer as suas próprias escolhas sobre impostos e gastos», sublinha Fishman.

 

O sociólogo estabelece semelhanças entre Portugal e a Grécia e Irlanda, mas ressalva que enquanto estes dois países apresentavam «problemas económicos claros e identificáveis», Portugal «não tinha subjacente uma crise genuína» e foi sim «sujeito a ondas sucessivas de ataques por negociadores de obrigações».

O contágio no mercado e os downgrades de ratings tornaram-se numa «profecia que se realiza a ela mesma», uma vez que as agências «forçaram o país a pedir ajuda elevando os seus custos de financiamento para níveis insustentáveis».

 

«Distorcendo as percepções de mercado da estabilidade de Portugal, as agências de rating - cujo papel de favorecimento da crise do subprime nos Estados Unidos foi amplamente documentado - minaram quer a sua recuperação económica, quer a liberdade política».

 

Agora, Portugal enfrenta políticas de austeridade impopulares, que vão afetar empréstimos a estudantes, pensões de reforma, alívio da pobreza e salários da função pública.

 

Fishman sugere que as descidas de rating e pressão sobre a economia resultaram ou de «ceticismo ideológico em relação ao modelo de economia mista em Portugal», ou de «falta de perspectiva histórica» relativamente a um país onde o nível de vida subiu rapidamente nos últimos 25 anos, tal como a produtividade, enquanto o desemprego desceu.

 

Embora o optimismo dos anos 1990 tenha resultado em «desequilíbrios económicos resultado de gastos excessivos», Fishman defende o desempenho recente do país pós, e mesmo que a queda do governo é «política normal» e «não incompetência, como alguns críticos de Portugal têm retratado».

 

O sociólogo levanta também a questão de o BCE não ter comprado obrigações portuguesas de forma «agressiva» para afastar a última onda de «pânico» nos mercados, e a necessidade de regular as agências de rating na Europa e Estados Unidos.

 

«A revolução portuguesa de 1974 inaugurou uma onda de democratização que varreu o globo. É bem possível que 2011 marque o início duma onda de usurpação da democracia por mercados desregulados, com a Itália, Espanha e Bélgica como próximas vítimas potenciais», afirma.

 

 

Para visitar a fonte da informação, click aqui

 

Jennifer Lopez eleita a mulher mais bonita do mundo

13.04.11, Planeta Cultural

Jennifer Lopez lidera este ano a lista de mulher mais bonita da revista «People». O ranking anual foi anunciado esta quarta-feira.

 

 

A cantora, actriz e apresentadora diz sentir-se orgulhosa de ter sido escolhida mesmo já não tendo 25 anos. Lopez, de 41, afirmou à revista que manter-se bonita e em forma é parte do seu trabalho, mas que fica mais feliz quando está em casa sem maquilhagem, a tomar conta dos seus filhos e marido.

 

Além de Jennifer Lopez, aparecem na lista de pessoas mais bonitas do ano os actores Zac Efron, Milas Kunis, Eva Longoria, Katie Holmes, Jennifer Hudson, Sandra Bullock, Reese Witherspoon, Jessica Simpson, Kellan Lutz.

 

Em 2010, Julia Roberts ficou com o título de mais bonita do ano. Foi a quarta vez que foi escolhida.

 

 


Para visitar a fonte da informação, click aqui

 

Patrice e Divine Comedy na Queima das Fitas do Porto

13.04.11, Planeta Cultural

Patrice e Divine Comedy juntam-se a Suede e MGMT entre os nomes confirmados para a Queima das Fitas do Porto.

Para além destes, também estão certas bandas portuguesas como Xutos & Pontapés, Blasted Mechanism, X-Wife e Sean Riley & The Slowriders.

Cartaz completo:

1 de Maio
Bla Bla Bla
The Divine Comedy

2 de Maio
Sean Riley & The Slowriders
David Fonseca

3 de Maio
Banda Red
Quim Barreiros

4 de Maio
X-Wife
MGMT

5 de Maio
Os Golpes
Xutos & Pontapés

6 de Maio
Os Pontos Negros
Suede

7 de Maio
Blind Zero
Blasted Mechanism

 

 

Faça uma visita à fonte da informação clicando aqui

Polícia sem dinheiro para pagar descontos de IRS ao Estado

13.04.11, Planeta Cultural

Situação verifica-se desde o início do ano e resulta de um acordo entre o MAI e Finanças.

 

A PSP, a GNR e o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) são alguns dos organismos públicos do Ministério da Administração Interna (MAI) que não estão a entregar ao Estado a retenção de IRS dos seus funcionários públicos. Isto resulta, na prática, numa dívida fiscal do Estado ao próprio Estado. E a situação, que acontece desde o início do ano, repete-se com os descontos para a Caixa Geral de Aposentações e para a Segurança Social.

 

O Diário Económico apurou que a situação está a acontecer no ministério liderado por Rui Pereira não só com entidades como a PSP ou a GNR, mas também com a Autoridade Nacional de Protecção Civil, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, entre outros. No total, estão em xeque os descontos de quase 50 mil funcionários - 49.934 segundo os dados mais recentes do Boletim do Observatório de Emprego Público que se referem ao número de trabalhadores em 2009.

 

Em causa está a falta de liquidez para pagar salários e suplementos, que levou o organismo de Rui Pereira a fazer um acordo com o Ministério das Finanças para ‘atrasar' os pagamentos ao Fisco e outras entidades. A ordem é simples: todas as verbas são canalizadas para pagar salários e na polícia estão em causa suplementos de turnos, de patrulha, entre outros. A GNR já tinha reconhecido uma situação semelhante no passado mês de Fevereiro com os descontos para a Caixa Geral de Aposentações e para a Segurança Social dos militares.

 

 

Visite aqui  afonte da informação