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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Antigo Primaz da Bélgica pediu asilo político à Santa Sé

09.04.11, Planeta Cultural

 

 O antigo Primaz da Bélgica e bispo de Brugges, Roger Vangheluwe, pediu asilo diplomático à embaixada da Santa Sé em Bruxelas, depois de ter sido anunciado que não será julgado num caso de pedofilia, noticia imprensa belga.

Segundo a imprensa o prelado tem a intenção de deixar o país nos próximos dias, face à pressão social gerada depois de se ter sabido que os factos tinham prescrito, noticia hoje o jornal Het Laayste Nieiws.

Na semana passada o procurador encarregue do caso anunciou que o antigo Primaz não teria de responder perante a justiça porque os factos tinham ocorrido há mais de 30 anos.

Vangheluwe, de 74 anos, é acusado de ter abusado de uma menor, à qual, segundo alguns meios de comunicação social, terá pago para que não o denunciasse até que o delito se tornasse prescrito.

Desde então o religioso encontra-se retirado numa abadia da Flandres, enquanto várias vozes pedem também que seja excomungado.

O caso Vangheluwe foi um dos que foi investigado pela Comissão Adriaenssens, a pedido da conferência episcopal belga.

 


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Festival Manta muda de formato

09.04.11, Planeta Cultural

O festival Manta, em Guimarães, vai conhecer uma alteração ao formato.


A notícia é do jornal local O Povo que reporta uma aposta em bandas emergentes. O Manta volta a realizar-se em Julho, mas prolonga-se agora por dois fins-de-semana, durante os quais vão passar quatro bandas pelo palco do jardim do Centro Cultural Vila Flor.

 

Confirmados no cartaz estão Aquaparque, Long Way To Alaska, Angel Deradoorian (vocalista dos Dirty Projectors), Ducktails e Julian Lynch. «Queremos apanhar as bandas naquele ponto em que ainda não são grandes, mas estão a ponto de o ser», explicou o programador da sala, Rui Torrinha, ao jornal vimaranense.

 

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Problemas de Luanda são grandes e crónicos

09.04.11, Planeta Cultural

 

Os grandes problemas que afectam a cidade são quase crónicos e muitos deles estão ligados à sobreposição de tarefas e competências das estruturas administrativas ao longo dos anos, admitiu ontem o governador da provincia.
José Maria dos Santos, que falava durante a reunião do Conselho de Auscultação e Concertação Social, deu como exemplo a questão da recolha do lixo e a gestão dos espaços verdes. Adiantou que está em fase final um estudo para alterar o quadro actual, no âmbito da nova filosofia de trabalho.
“Em Luanda, não existe, em quase parte nenhuma da cidade, um jardim em condições, mas há contratos e prestações de serviços que merecem a nossa interrogação. Ainda assim, o governo provincial tem obrigações”, referiu.
José Maria dos Santos que foram identificadas áreas onde as parcerias público-privadas estavam numa linha indefinida. Considerou que se chegou a esse ponto, fruto da forma como foi desenvolvida a governação ao longo da qual, durante algum tempo, quase tudo foi dado aos agentes privados e desmantelados os serviços comunitários, acrescentando que os privados não cumpriram o seu papel.
“Para resolver essas situações teríamos de alterar também a forma como foi sendo gerida a província nas mais variadas áreas e domínios. Não defendemos que o governo deva fazer tudo, nem as parcerias público-privadas, onde o governo finge que paga e o privado finge que faz”, disse  o governador.
Nesse sentido, José Maria dos Santos defendeu a adopção de uma metodologia de governação interactiva, em que os gestores possam trocar entre si preocupações e sejam capazes de ajudar a governação. Realçou que tem vindo a potenciar os serviços comunitários com brigadas e meios.
“Antes, os serviços comunitários não possuíam área técnica mas apenas administrativa. Por isso, não podiam fiscalizar, e o que estamos a fazer requer algum esforço e sacrifício, porque vamos ter de mudar a atitude e chocar com interesses”, referiu.

 

António Costa desafia críticos de Sócrates

09.04.11, Planeta Cultural

 

Foi logo a abrir o discurso com que apresentou a moção de José Sócrates, hoje de manhã, que António Costa, ainda número dois do partido, enviou um recado aos mais críticos dentro do próprio partido.

"Este não é momento para silêncios, este não é o momento para calculismos, este é o momento para dizer tudo o que pensamos com a frontalidade que sempre caracterizou o nosso PS", disse António Costa. O recado tinha destinatário, embora o seu nome não tinha sido dito: António José Seguro.

Numa intervenção no congresso do PS, em Matosinhos, que deu o pontapé de saída dos potenciais candidatos à sucessão de Sócrates, Costa mostrou que os mais próximos do actual líder estarão juntos nesse momento. Elogiou Francisco Assis e Carlos César, dois potenciais candidatos numa eventual disputa de liderança. E avisou que Sócrates ainda não caiu, seguindo para as legislativas com o partido ao seu lado: "O PS não é o partido de um homem só, é o partido de um líder que conta com o apoio de todos os seus militantes."

Depois, o autarca de Lisboa recuperou as linhas de intervenção do líder na noite anterior, colando o PSD à palavra "irresponsabilidade" e a um caminho desconhecido. "O lobo mau pode disfarçar-se de avozinha, mas é o lobo mau", atirou, já depois de ter dirigido críticas a uma Europa que "reagiu tarde" à crise do euro, liderada por "24 países conservadores."

 

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