Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

Ricky Martin com mais fãs no Twitter depois de se assumir

21.03.11, Planeta Cultural

O cantor Ricky Martin revelou no sábado que desde que assumiu a sua homossexualidade já ganhou mais de um milhão de fãs.

 

«A minha conta no Twitter passou de 500 mil para 1,8 milhões de seguidores», disse Martin depois de receber um prémio no GLAAD Media Awards, no dia 19.


«Hoje, estou a andar de cabeça erguida. E estar aqui, a receber este prémio, é só o começo», sublinhou na ocasião em que foi galardoado com o prémio Vito Russo, dedicado a nomes da indústria do entretenimento que são abertamente homossexuais.

 

«Tenho passado por um processo espiritual intenso nos últimos cinco anos, principalmente nos últimos dois. Precisava de partilhar isto com o mundo», disse.

 


Visite a fonte da informação clicando aqui


Violência Doméstica: 40 mulheres morrem por ano

21.03.11, Planeta Cultural

Quarenta mulheres morrem anualmente vítimas de violência doméstica, números que devem “envergonhar e afligir” a sociedade, que mostram que ainda há um longo caminho a percorrer, segundo a secretária de Estado da Igualdade.

Na abertura da Sessão de sensibilização sobre Violência Doméstica, no âmbito do IV Plano Nacional Contra a Violência Doméstica (2011/2013), que hoje decorre no Campus de Justiça, Elza Pais destacou a necessidade de se aplicar mais e melhor as leis vigentes e usar os mecanismos que estão ao dispor das vítimas e dos agressores, como a vigilância eletrónica e a teleassistência.

“Espero que esta iniciativa dê um grande impulso na aplicação das medidas de teleassistência e vigilância eletrónica”, disse Elza pais, lembrando que durante um ano foram aplicadas “apenas” 46 pulseiras a agressores e que, em média, morrem 40 pessoas por ano vítimas de violência doméstica.

Questionada sobre se a atual crise financeira pode potenciar mais crimes deste género, a secretária de Estado não quis fazer essa relação.

Contudo, apesar da crise não ser a causa do fenómeno da violência doméstica, admitiu que a "pode agravar".

 

“A crise de facto é um momento difícil, mas às vezes as crises também são oportunidades para despertar para novas consciências de respeito de valores para com o outro, onde o fator cifrão não domina o controlo da vida”, afirmou.

A sessão contou com a presença do Procurador-geral da República que destacou a coragem das vítimas em dirigir-se às autoridades, apesar de os números ainda indicarem que apenas uma em cada cinco vítimas denuncia o crime.

“Os 30 mil inquéritos abertos são positivos porque demonstram coragem das vítimas em participar. Este número não me assustam, assusta-me a violência cometida antes dos números”, disse Pinto Monteiro aos jornalistas, lembrando que o crime se combate depois de haver uma consciência moral da "ilicitude do ato".

Segundo o Procurador-geral da República, o plano de austeridade e a crise económica e financeira não deverá prejudicar o combate a este crime público.

 

Tal como no combate a outros crimes, as leis são suficientes, mas é necessário aplicá-las cada vez melhor e haver magistrados especializados e sensibilizados, defendeu.

 

“Sou um defensor feroz da especialização. Precisamos de um Ministério Público especializado nos tempos que correm. Acho que os magistrados vão estando cada vez mais sensibilizados para este crime”, disse.

 

Segundo as últimas estatísticas, em 2008 foram cometidos 46 homicídios em ambiente de violência doméstica, em 2009 esse número desceu para 29 e no ano passado voltou a aumentar para 43.

 


Visite a fonte da informação clicando aqui

Novos créditos à habitação perdem benefícios fiscais

21.03.11, Planeta Cultural

Governo quer acabar com incentivos fiscais à compra de casa. O objectivo é travar os altos níveis de endividamento das famílias

 

Quem quiser comprar casa nova com recurso ao crédito, perde o direito deduzir no IRS uma parte do que paga em juros e amortizações, como actualmente acontece.
 
A medida consta do Programa de Estabilidade e Crescimento, hoje entregue no Parlamento. No texto, a que o Negócios teve acesso, o Governo salienta que “tendo em conta o elevado peso do crédito à habitação no total do crédito concedido a particulares (acima de 75%) dever-se-á evitar a existência de incentivos que, no actual quadro de elevado nível de endividamento externo, possam promover o endividamento excessivo das famílias”.
 
Assim, a proposta é acabar com os incentivos para os novos contratos, sendo que os que actualmente existem manterão os benefícios, mas terão também um corte, já que o Executivo pretende também alargar o tecto às deduções – estabelecida apenas para os três últimos escalões do IRS – a todos os escalões do imposto.
 
De acordo com o documento entregue aos deputados, “esta medida beneficia também do que for feito a nível da promoção do funcionamento do mercado de arrendamento, de forma a facilitar alternativas à compra de habitação própria”.
 
Recorde-se que o Governo apresentou, na semana passada um conjunto de medidas de incentivo ao mercado do arrendamento e reabilitação urbana, que são também parte integrante do PEC.
 
 

Fonte: Jornal de Negócios