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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Yoko Ono diz que Andy Warhol previu estilo de Lady Gaga

03.11.10, Planeta Cultural

 

Yoko Ono revelou que o artista plástico Andy Warhol lhe deu alguns conselhos para que fosse mais ousada.

Segundo o "New York Post", Warhol teria falado para Ono que fosse mais liberal e criativa.

Isto aconteceu na década de 70. "Ele realmente previu o estilo de Lady Gaga, as roupas e tudo mais", relembrou a mulher de John Lennon.

 

 

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Anúncio da Fed leva bolsas a fechar em terreno positivo

03.11.10, Planeta Cultural

Os índices norte-americanos acabaram por encerrar em alta, animados pelo facto da Reserva Federal dos EUA ter anunciado que comprar até 900 mil milhões de dólares em activos.


O Dow Jones avançou 0,24% para os 11.215,13 pontos, o Nasdaq apreciou 0,27% para os 2.540,27 pontos e o S&P 500 somou 0,37% para os 1.197,98 pontos.

Com a economia a dar sinais de fraqueza e o desemprego em máximos de 26 anos, a Reserva Federal norte-americana aprovou, esta tarde, a compra de mais 600 mil milhões de dólares em activos e o reinvestimento de até 300 mil milhões de dólares até Junho.

Este anúncio levou as bolsas a inverterem a tendência negativa com negociaram durante grande parte da sessão.

A impulsionar estiveram empresas como o JP Morgan que subiu 1,70% para os 37,59 dólares e como a Intel, que somou 0,54% para os 20,48 dólares.

 

 

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Portugal e a crise..!

03.11.10, Planeta Cultural

 

Bem, vale a pena pensar nisto…

Depois, bem, depois sejam amigos de vós próprios e tente agir em conformidade.


O ZÉ, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egypt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.

Depois de um banho com sabonete (Made in France ) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic ), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China ).

Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapore) e um relógio de bolso (Made in Switzerland).

Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA ) na sua torradeira
(Made in Germany ) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain ), pegou na máquina de calcular (Made in Korea ) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand ) para ver as previsões meteorológicas.

Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India ), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel ), entrou no carro Saab (Made in Sweden ) e continuou à procura de emprego.

Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland ) e, após comer uma pizza (Made in Italy ), o Zé decidiu relaxar por uns instantes.
Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonesia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...

Talvez este tema devesse ser enviado aos consumidores portugueses.

Estima-se que se cada português consumir 150€ de produtos nacionais, por ano, a economia cresce acima de todas as estimativas e ainda por cima, cria postos de trabalho.

Dê preferência aos produtos de fabrico Português. Se não sabe quais são, verifique no código de barras. Todos os produtos produzidos em Portugal começam por 560 ....

Alegre exige debates cruzados na pré-campanha

03.11.10, Planeta Cultural

Manuel Alegre desafia Cavaco Silva a não fugir da luta política com o pretexto de não querer gastar dinheiro na campanha eleitoral.

 

«Não vejo nenhuma razão para que as regras acordadas na campanha de 2006 não sejam mantidas», afirmou ao SOL o director de campanha de Alegre, Duarte Cordeiro. «Defendemos, no mínimo, a mesma forma e o mesmo calendário», acrescentou.

 

Em 2006, os cinco andidatos e as três televisões acordaram fazer dez debates de frente-a-frente no período de pré-campanha electoral sorteados pelos canais.

 

 

O primeiro foi, por sinal, Cavaco Silva-Manuel Alegre, a 5 de Dezembro de 2005. Cavaco, no entanto, quando era primeiro-ministro e se voltou a candidatar, nunca aceitou debates a dois, mas apenas com todos os candidatos.

 

«Numa altura em que Cavaco Silva diz querer gastar menos dinheiro na campanha, os debates ganham uma importância acrescida», sublinha Duarte Cordeiro.

 

Comentando o anúncio de Cavaco de gastar na sua campanha metade da verba permitida por lei, Alegre tinha declarado que não iria colaborar «com atitudes populistas de carácter demagógico».

 

Há quatro anos, Alegre gastou 849 mil euros, em contraposição com os 3 milhões e 194 mil de Cavaco, a segunda campanha mais cara de sempre de acordo com o Tribunal Constitucional (a mais cara foi a de Mário Soares nesse ano: 3,4 milhões).

 

Para a campanha de 2011, a candidatura de Manuel Alegre conta gastar 1,6 milhões de euros, contra 2,1 milhões de Cavaco (metade do máximo permitido). Vai afixar 450 outdoors que, segundo as suas contas, serão menos de metade daqueles que Cavaco mandou afixar nas ruas na campanha de 2006.

 

 

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Presidente da Mota-Engil arguido

03.11.10, Planeta Cultural

 

António Mota, presidente do grupo Mota-Engil, está a ser ouvido no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) pela equipa de investigação da Operação Furacão, tendo sido constituído arguido por indícios da prática de crimes de fraude fiscal agravada e branqueamento de capitais, soube o SOL.

 

António Mota, que preside ao grupo Mota-Engil - no qual Jorge Coelho, o ex-ministro socialista das Obras Públicas, é CEO - está sob investigação num caso relacionado com a Operação Furacão, que detectou, em buscas efectuadas em 2005 a quatro bancos (BPN, Finibanco, BES e BCP), um esquema de fuga ao fisco e branqueamento de capitais.

 

Centenas de empresários já foram apanhados na malha da equipa liderada pelo magistrado Rosário Teixeira e pela Inspecção Tributária.

 

Aproveitaram os serviços paralelos dos bancos e outras entidades para, através de facturação falsa proveniente de empresas fictícias e com o recurso a offshores, empolarem as contas das empresas, fugindo, assim, às suas obrigações para com os cofres do Estado.

 

Segundo soube o SOL, a inquirição do empresário terá começado ao inicio da tarde.

 

 

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