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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Morreu a actriz Mariana Rey Monteiro

20.10.10, Planeta Cultural

A actriz Mariana Rey Monteiro morreu hoje, quarta-feira, aos 87 anos. A confirmação da sua morte chegou através do actor Ruy de Carvalho.


foto DR
Morreu a actriz Mariana Rey Monteiro
Mariana Rey Monteiro, ao centro

 

Citado pela Agência Lusa, o actor Ruy de Carvalho disse que Mariana Rey Monteiro "tinha alguns problemas" de saúde, nomeadamente "de vista e artroses", motivo pelo qual "já estava afastada há algum tempo".

 

Ruy de Carvalho lamentou a perda de "uma grande senhora, uma grande actriz e uma grande amiga", que disse recordar "com muita saudade".

 

Nascida em 1922, em Lisboa, filha de Amélia Rey Colaço e Robles Monteiro. Desde cedo se sentiu atraída pelo teatro. Depois de alguns recitais de poesia feitos em Sevilha e em Lisboa, estreou-se no Teatro Nacional, em 1946, na peça "Antígona", de Sófocles. Veio a representar papéis de destaque em inúmeras peças, merecendo grandes aplausos do público e elogiosas referências da crítica. Em 1962, pela sua prestação no filme "Um Dia de Vida", recebeu o Óscar da Imprensa.

 

Na televisão, tornou-se conhecida do grande público em séries como "Gente Fina é Outra Coisa" (1983), onde trabalhou ao lado da mãe e em telenovelas como "Vila Faia" (1983), onde desempenhou a personagem de Dona Ifigénia, "Cinzas" (1993), "Vidas de Sal" (1996) e "Roseira Brava" (1996).

 

Em 1996, foi agraciada com o grau de Grande Oficial da Ordem de Sant'Iago da Espada.

 

 

 

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Bruxelas defende que bancos devem falir em vez de serem salvos pelos Governos

20.10.10, Planeta Cultural

 

Os bancos europeus em dificuldade deverão falir, em vez serem financiados com dinheiro dos contribuintes, defende a Comissão Europeia num documento revelado hoje, quarta-feira.

"Os bancos devem poder falir, como qualquer outra empresa", diz o documento, que apresenta iniciativas legislativas da Comissão a serem apresentadas até 2014.

Durante a recente crise financeira, os poderes públicos foram obrigados socorrer de uma série de bancos considerados "demasiado grandes para falir", porque isso arrastaria o conjunto do sistema financeiro.

Em 2009, as ajudas públicas ao sector financeiro atingiram o equivalente a 13% do Produto Interno Bruto da União Europeia (UE), aumentando a dívida pública e obrigando a maior parte dos Estados a lançar planos de austeridade para sanearem os orçamentos.

O comissário com o pelouro dos Serviços Financeiros, Michel Barnier, quer "evitar que os contribuintes paguem no lugar dos bancos".

Em declarações à imprensa, Barnier disse que "os bancos devem pagar os estragos que provocam. É o princípio do poluidor-pagador".

A Comissão não quer bancos "demasiados grandes para falirem", mas, de acordo com o comissário para os Serviços Financeiros, as falências devem ser preparadas e processadas sob controlo, para não desestabilizar o sistema financeiro.

Os bancos deverão por exemplo fazer 'testamentos', onde detalham como, em última instância, a liquidação dos activos pode ser organizada, mas também as acções prioritárias a tomar em situações menos desesperadas, para regular problemas de liquidez sem recurso a fundos públicos.

Se as dificuldades se materializarem, Bruxelas deseja que as autoridades de supervisão, organizadas eventualmente em 'colégio' para os grupos multinacionais, disponham de poderes de intervenção reais e possam recorrer a uma 'caixa de instrumentos' harmonizada entre os países.

Poderiam assim proibir aos bancos o pagamento de dividendos ou a realização de aquisições, obrigá-los a abandonarem actividades mais arriscadas, ou até modificar a estrutura social e substituir os dirigentes.

Segundo o documento da Comissão Europeia, deverá ser também contemplada a nomeação de um "administrador especial" para recuperar um banco em dificuldades, dispositivo que já existe em países como França, Espanha ou a Itália, mas que tem sido pouco utilizado.

Em último recurso, a autoridades deveriam poder organizar a compra de uma instituição financeira, a liquidação ordenada dos seus activos ou o recurso a um banco intermediário para actividades essenciais como a gestão dos depósitos ou dos créditos.

Para financiar tudo isto, a Comissão já propusera na primavera a criação de um "fundo de liquidação" em todos os Estados membros, financiado por contribuições dos bancos.

O dispositivo de gestão de crises respeitará a todos os bancos, nacionais como transnacionais, de retalho ou de investimento.

O grau de exigência deverá em todo o caso aumentar com a dimensão e os riscos assumidos, e as medidas serem proporcionais à situação.

Em todos os casos, os bancos terão "pessoas que os ajudarão a ser mais responsáveis, e por vezes que os obrigarão" a tomar medidas, resumiu Michel Barnier.

E também deixarão de poder beneficiar do 'risco moral', isto é, "da certeza que serão salvos" aconteça o que acontecer.

 

 

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Fogo lavra no Parque Natural da Serra da Estrela

20.10.10, Planeta Cultural



Um incêndio lavra há algumas horas na localidade de Videmonte, no Parque Natural da Serra da Estrela, na Guarda, informa hoje a Protecção Civil na sua página online.

O fogo, com uma frente activa, prossegue desde as 15h54. O combate às chamas, que está a "evoluir favoravelmente", mobiliza 34 bombeiros, apoiados por nove veículos operacionais.

O Comando Distrital de Operações da Guarda adiantou à agência Lusa que não há casas em perigo, uma vez que o fogo lavra em áreas isoladas.

 

 

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Ornitologia

20.10.10, Planeta Cultural

Ornitologia é o ramo da biologia que se dedica ao estudo das aves a partir de sua distribuição na superfície do globo, das condições e peculiaridades de seu meio, costumes e modo de vida, de sua organização e dos caracteres que as distinguem umas das outras, para classificá-las em espécies, gêneros e famílias.

 

A ornitologia é uma das poucas ciências beneficiadas por importantes contribuições de amadores. E, embora muitas informações provenham de observação direta, algumas áreas da ornitologia tiram proveito de técnicas e instrumentos modernos como anilhamento de aves, radar e radiotelemetria.

 

No Ocidente, Aristóteles foi um dos primeiros a escrever sobre as aves em sua obra Sobre a história dos animais, continuada em Roma, mais de três séculos depois, por Plínio, o Velho. Várias obras da Idade Média e do início da era moderna registram observações pessoais relevantes, como A arte de caçar com aves, escrita pelo imperador alemão Frederico II no século XIII, ou a Histoire de la nature des oiseaux (1555; História da natureza das aves), do naturalista francês Pierre Belon. O marco inicial do estudo científico das aves é o trabalho do naturalista inglês Francis Willughby, continuado por seu colega John Ray, que publicou The Ornithology of F. Willughby (1678; A ornitologia de F. Willyghby), em que aparece a primeira tentativa metódica de classificação das aves, baseada essencialmente nos caracteres de forma e de função.

 

Aplicaram-se à ornitologia, como aos demais ramos das ciências naturais, os métodos do naturalista sueco Lineu, cuja classificação sistemática, ou taxonomia, foi adotada como ponto de partida para todas as questões relativas à nomenclatura binária das espécies do mundo vivo, seguida com absoluta consistência pelos ornitólogos.

 

Em consequência dos grandes descobrimentos marítimos do século XVI, um número crescente de aves inteiramente desconhecidas pelos europeus ficou sem classificação, o que se tornou um problema para a ornitologia. Os pesquisadores passaram a estudá-las por meio de exemplares conservados em seus gabinetes, origem dos primeiros museus. Entre essas coleções particulares, figurava a do físico francês René de Réaumur, a quem se deve a técnica de conservação dos exemplares a seco (taxidermia), em que se baseiam os estudos taxionômicos.

 

No século XIX, os especialistas concentraram-se na anatomia interna, por sua aplicação à taxonomia. No decorrer do século XX, o estudo anatômico cedeu lugar ao crescente interesse por critérios ecológicos e etológicos.

 

 

 

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Automobilismo: Clube Automóvel do Algarve organiza rally para todos

20.10.10, Planeta Cultural

A prova, marcada para 13 e 14 de Novembro, retoma o figurino da edição 2009 elogiado pelos concorrentes. Provas especiais em asfalto que aliam zonas técnicas, bem como momentos muito rápidos, compõem um espectáculo único em Portugal.

São 101,690 km de pura magia para todos. O Clube Automóvel do Algarve convida concorrentes com veículos sem homologação a percorrer os mesmos quilómetros que os do Nacional. As emoções do Campeonato de Portugal de Ralis são agora para todos e podem ser comparados tempos ao longo das oito Provas Especiais que compõem o rali.

O Rally Casinos do Algarve abre a competição com uma Super Especial numa das pistas mais modernas do mundo: o Autódromo Internacional do Algarve. No sábado, dia 13 de Novembro, a partir das 20:30 horas e em regime de entrada livre, estão agendados momentos de pura adrenalina com as melhores máquinas nacionais a deliciarem os fãs.

No domingo, rumo aos troços de Monchique. Dupla passagem pelas provas Especiais de Fóia (11,840 kms) e Corchas (22,680 kms) mais três passagens por Alferce (10,250 kms), num quadro serrano muito apreciado pelo público.

O Secretariado e o Gabinete de Imprensa situam-se no Hotel Algarve Casino do grupo Solverde. O pódio erige-se na zona da Praia da Rocha, frente ao Casino

Parque de Assistência e Parque Fechado continuam na Zona Ribeirinha de Portimão.

 

 

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