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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Como resgatar a chave do Windows e do Office

14.08.10, Planeta Cultural

Pois è, se por acaso você já formatou e/ou instalou softwares num PC, sabe como è complicado lidar com os números seriais de instalação, isto, mais se complica quando você os perdeu.

 

Assim, tem à sua disponibilidade o vídeo abaixo onde dá a conhecer o gratuito ProduKey, que mostra os seriais usados em instalações do Windows, Office,  entre outros.

 

 

 

 

Duas universidades portuguesas nas 500 melhores eleitas pela China

14.08.10, Planeta Cultural

Portugal tem duas universidades na lista das 500 melhores do mundo, numa análise feita pela Universidade das Comunicações de Xangai (Jiaotong), em que predominam, com grande vantagem, as norte-americanas, apesar de as alemãs começarem a ter mais expressão.

 

A Universidade de Lisboa e a Universidade do Porto são as únicas portuguesas da lista, surgindo ambas na posição 401, lado a lado com vários institutos.

O top 500, revelado por aquela universidade chinesa, é muito esperado na Europa, onde é também muito contestado, uma vez que, pelo oitavo ano consecutivo, o primeiro lugar é ocupado pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

À semelhança da edição de 2009, os Estados Unidos ocupam 17 dos 19 primeiros lugares.

As três primeiras posições mantêm-se inalteradas, havendo apenas uma troca directa entre o segundo e o terceiro postos: Harvard em primeiro e Berkeley rouba o segundo lugar a Stanford.

Na Europa, apenas as britânicas rivais de Cambridge (5.º) e Oxford (10.º) estão entre os dez primeiros lugares.

Todas as outras são norte-americanas.

Na vigésima posição, a Universidade de Tóquio é o primeiro estabelecimento não americano e não europeu a aparecer.

A Suíça, com o Instituto Tecnológico de Zurique, ocupa a 23.ª posição.

O Canadá aparece em 27.º lugar, com a Universidade de Toronto, e a Bélgica surge apenas no 90.º posto, com a Universidade de Gand.

Na lista das 500 universidades, a Alemanha está a ganhar terreno, sendo o segundo país com mais estabelecimentos classificados, 39 universidades, ainda assim muito longe dos Estados Unidos, que têm 154.

O Reino Unido tem 38 universidades qualificadas e o Japão 25. Já a França, que estava em quinto lugar em 2009, com 23 universidades, desceu um lugar no ranking por países, com 22 universidades, em ex-aequo com Itália e China.

Feita desde 2003, esta classificação nasceu quando a China decidiu dotar-se de universidades de prestígio internacional.

Trata-se de definir critérios para que uma universidade seja considerada de interesse mundial e de analisar o posicionamento dos institutos chineses.

Hoje, a Jiaotong parece um pouco ultrapassada pelo interesse que o seu posicionamento suscita, uma vez que esta análise está a levantar várias críticas na Europa, sobretudo em França.

A Europa – que pretende estabelecer a sua própria classificação em 2011 – defende que os critérios tidos em conta penalizam as suas universidades e que a qualificação é quase exclusivamente científica.

De facto, os critérios de Jiaotong consideram essencialmente o desempenho de um instituto em matéria de investigação, não equacionando a formação.

Ou seja, é considerado o número de prémios Nobel, as medalhas Fields (equivalentes ao Nobel em Matemática) e os artigos publicados em revistas unicamente anglo-saxónicas como a Nature ou a Science, sendo excluídas as francesas.

 

 

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