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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Luiza Brunet deixa seios à mostra em ensaio fotográfico

05.08.10, Planeta Cultural

 

Luiza Brunet posou para o catálogo da edição de um concurso de joias e, aos 48 anos, mostrou suas curvas perfeitas nas fotos e deixou até os seios à mostra.

Para o ensaio, clicado por Robert Schwenck em Minas Gerais, Luiza usou diversas joias que concorrem na premiação. Um detalhe, se é assim que se pode chamar, fica com a cama que a modelo posou, feita de barras de ouro, avaliadas em R$ 72 milhões.

Para a alegria dos fãs, estas não serão as únicas fotos feitas pela modelo. Em setembro, ela será clicada novamente, só que desta vez com as joias dos 24 finalistas desta edição.

 

 

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BP "derramou" 72 milhões de dólares por dia

05.08.10, Planeta Cultural

Um estudo recente, realizado pela Brand Finance, revela que a marca da petrolífera desvalorizou 7,5 mil milhões de dólares (cerca de 5,6 mil milhões de euros) desde o início do desastre.

 

 

 

A desvalorização da marca representa uma descida de 61%, que é o mesmo que dizer que, por cada dia que o Macondo vertia crude, a marca da BP valia menos 72 milhões de dólares (55 milhões de euros).

O valor a que a Brand Finance chega é calculado a partir do estudo anual da empresa sobre as mais valiosas marcas do mundo – o “Brand Finance Global 500”.

Antes da explosão de 20 de Abril, a BP estava em 53º lugar da lista, com um valor de 12,2 mil milhões de dólares (9,2 mil milhões de euros). A 25 de Junho, o valor da marca já tinha descido para 4,7 mil milhões de dólares (3,6 mil milhões de euros).


O estudo da Brand Finance, uma das empresas de referência de consultoria e avaliação de marcas, não se cinge aos efeitos financeiros do desastre, abordando igualmente a política de comunicação da petrolífera.

“Para além do derrame em si e do impacto ambiental que teve no Golfo do México, a BP tem sido duramente criticada pelas sucessivas ‘tolices’ comunicativas que teve durante a crise, debilitando ainda mais a reputação da empresa”, adianta David Haigh, CEO da Brand Finance.


“Depois do desastre da Toyota, a BP forneceu à comunidade empresarial internacional mais um ‘case study’ em como não lidar com uma crise de reputação da empresa”, concluiu Haigh.


Recorde-se que este desastre foi tanto mais grave se se considerar que a petrolífera britânica gastou milhões na promoção da marca “Beyond Petroleum” (numa tradução literal: “para além do petróleo”), cujo objectivo era o de dar uma imagem da companhia como a mais “amiga do ambiente” dentro do sector.
“Ironicamente, Tony Haywood, CEO demissionário da BP, tinha ‘prometido’ melhorar a registo de segurança da empresa”, acrescentou Haigh.

O estudo aponta igualmente como caminho seguir, dentro dos EUA, uma reestruturação da marca, aproveitando-se da AMOCO - empresa petroquímica norte-americana fundada em Baltimore em 1910 e posteriormente fundida no grupo BP – de modo a valorizar a sua herança americana e dependência dos trabalhadores e consumidores americanos.

 

 

In' Jornal de Negócios