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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Há cavalos que custam mais do que 100 Ferraris

24.06.10, Planeta Cultural
Feira do Cavalo terá a presença de cerca de 500 equídeos



Se há alguns que têm Ferraris, há também uns poucos que possuem cavalos que valem duas, três... dez vezes mais que o bólide. Pela Feira do Cavalo de Ponte de Lima vão passar, nos próximos quatro dias, animais que valem autênticas fortunas.

 

foto Sérgio Freitas/global imagens
Há cavalos que custam  mais do que 100 Ferraris
Vários cavalos presentes no certame de Ponte de Lima vão, depois, viahar para provas internacionais

 

 

Na sua quarta edição, a Feira do Cavalo que abre hoje e tem espaço próprio, a Expolima, receberá este ano meio milhar de cavalos, 400 dos quais de competição e entre estes alguns de valor incalculável. Filipe Pimenta, presidente da Comissão Executiva da Feira do Cavalo, garante que pelo recinto do evento "passam cavalos que custam o mesmo que um Ferrari".

 

"Um Lusitano para passear, bonito, mansinho e sem grande capacidade desportiva, pode custar cinco mil euros. Mas um cavalo com grande capacidade pode valer 20, 30, 40 mil euros. Depois, com a evolução do trabalho, pode valer mais que um Ferrari, muito mais", esclarece Filipe Pimenta, acrescentando:"Então, se formos pelos cavalos de obstáculos e os de saltos, esses valem mais. Se forem de corrida, valem algumas centenas de Ferraris". Ora, sabendo que um Ferrari "mais modesto" pode custar cerca de 300 mil euros, resta fazer as contas para chegar à conclusão que algumas estrelas deste fim-de-semana valem uma autêntica fortuna.

 

O Garrano será mais uma das estrelas da edição deste ano do certame que irá reunir na Expolima um total de 60 criadores de todo o país e da vizinha Espanha, além de associações belga e inglesa de cavalo Lusitano, e criadores franceses e um mexicano da mesma raça. Segundo Filipe Pimenta, a Feira do Cavalo terá este ano como novidades "a classificação dos cavalos jovens Lusitanos para o Campeonato do Mundo, o torneiro das quatro nações de Horseball, o lançamento do livro 'Os Garranos na Península Ibérica' e a criação dos embaixadores do Garrano a Património Nacional".

 

Embaixadores


A ideia dos embaixadores é que "pessoas com influência que sintam algo pelo Garrano, pela terra e pelas tradições", tais como o ex-autarca Daniel Campelo, o presidente da Fundação Alter Real e o presidente da câmara da Golegã e para o qual também foram propostos os ministérios da Cultura e da Agricultura, "promovam a classificação dos Garranos". O projecto, cuja candidatura está a ser conduzida pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo, será divulgado durante o II Festival do Garrano, no domingo, às 16 horas, também na Expolima.

 

"Os maiores empresários de cavalos aparecem todos nesta feira que é pequenina, mas que está no bom caminho. Ainda está a começar mas começou muito bem e, como se costuma dizer, tem pernas para andar", afirma.

 

Fernanda Duarte, proprietária da "Correaria Dantas", produtora e comerciante de material para cavalos em Ponte de Lima, está habituada a "percorrer o país". "Daqui a 20 anos vai-se ouvir falar muito desta feira ... olhe que sei o que estou a dizer", preconiza.

 

Vasco Oliveira Santos proprietário de uma coudelaria com o seu nome, oriunda de Montemor-o-Novo participa na Feira do Cavalo de Ponte de Lima, desde a sua primeira edição, e espera este ano ter "mais uma surpresa". "Todos os anos tem melhorado, a organização é impecável, somos muito bem recebidos e Ponte de Lima tornou-se um programa incontornável no panorama equestre nacional. Aqui, estragam-nos com mimos", afirma.

 

 

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'Chips' - Governo diz que pode cobrar portagens enquanto revogação não for promulgada

24.06.10, Planeta Cultural

Jorge Lacão afirmou que podem ser cobradas portagens nas três SCUT do Norte e Centro do país enquanto os diplomas da oposição de revogação não forem promulgados.


Jorge Lacão falava em conferência de imprensa após a oposição ter aprovado no Parlamento, na generalidade, a revogação da aplicação do sistema de identificação electrónica de veículos.

 

Na prática, sem este sistema, torna-se inviável a cobrança de portagens em três SCUT: Grande Porto, Norte Litoral e Costa de Prata.

No entanto, na conferência de imprensa, Jorge Lacão frisou que a votação de hoje na generalidade "foi apenas intercalar" e, como tal, "sem eficácia externa".

 

"Só tem eficácia externa no momento em que, para além de uma votação final global ocorrida na Assembleia da República, haja promulgação e depois publicação do diploma", sustentou o ministro dos Assuntos Parlamentares, numa conferência de imprensa em que teve ao seu lado o secretário de Estado das Obras Públicas.

 

 

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Voto do UBS na AG da PT não será condicionado pela Telefónica

24.06.10, Planeta Cultural

O UBS salienta hoje em comunicado que não agiu como contraparte na venda dos 8% da Telefónica na Portugal Telecom e que não recebeu qualquer instrução da empresa espanhola quanto ao sentido de voto das acções que tem na PT.

O banco suíço sublinha que não foi uma contraparte nesta venda levada a cabo pela operadora espanhola, nem agiu na qualidade de intermediário financeiro na operação.

Além disso, refere também que não comprou quaisquer acções da PT como cobertura para uma troca de títulos. Isto porque depois de a Telefónica ter confirmado ontem a notícia do Negócios da venda de 8% dos seus 10% na PT, correram rumores de que a operadora espanhola teria feito contratos de recompra dessas acções e que o negócio se destinaria apenas a ter em “mãos amigas” os direitos de voto sobre a venda da Vivo na AG Extraordinária de dia 30 de Junho.

O UBS garante que não recebu qualquer instrução da Telefónica quanto ao sentido de voto que irá tomar na referida AG, salientando que sempre votou em nome dos seus clientes e de acordo com as suas instruções.

O banco de investimento suíço é dos assessores financeiros da Telefónica na oferta pela Vivo.

 

 

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Portugal-Brasil: bilhetes a 1200 euros na candonga

24.06.10, Planeta Cultural

A elevada procura inicial e o desempenho das duas equipas nesta fase do Mundial inflacionou o preço dos bilhetes para o jogo de amanhã, entre Portugal e o Brasil, em Durban. Agora, custam dez mais vezes do que o valor médio inicial...

 

É o mercado negro a entrar em campo. E, no caso em particular, era mais do que evidente que ia funcionar às mil maravilhas. Basta dizer que a lotação para o encontro de amanhã já tinha esgotado há cerca de quatro meses e meio. Aliás, o terceiro e último jogo do Grupo G foi, de acordo com a FIFA, dos que despertou maior interesse entre os adeptos, juntamente com os jogos das meias-finais, de dois encontros dos "quartos", dois dos "oitavos" e três da fase de grupos (Inglaterra-Estados-Unidos, Inglaterra-Eslovénia e Itália-Paraguai).

 

Ao que o JN apurou junto de algumas agências que intermedeiam a distribuição de bilhetes na África do Sul, já há portugueses e brasileiros a comprar ingressos a 1200 euros, valor que supera em cerca de dez vezes o preço inicial mais elevado.


Senão vejamos: quando foram colocados à venda, os bilhetes mais caros para a fase de grupos, de categoria 1, ou seja, para as zonas laterais do terreno de jogo, custavam cerca de 130 euros. Os da categoria 2 valiam 97 euros, os da categoria 3 podiam ser comprados a 65 euros e os bilhetes mais baratos não passavam dos 16 euros.

 

A explicação para tanta procura é simples: para lá do facto de o Brasil puxar sempre muitos adeptos - brasileiros e não só -, a presença de uma forte comunidade portuguesa na África do Sul (estimada entre 350 mil e meio milhão de pessoas) fez aumentar a procura. Ao JN, vários emigrantes admitiram que só não compraram mais bilhetes na fase inicial porque a venda estava limitada a quatro e porque a FIFA obriga a que os ingressos sejam nominais.

 

"Mas já vi muita gente no mercado negro com maços de 30 a 40 bilhetes", admitiu, ao JN, um destes emigrantes, que conseguiu vender, há cerca de um mês, dois ingressos a 500 euros cada a dois portugueses, que vão deslocar-se propositadamente a África do Sul para assistir ao jogo.

Poucas sobras na Internet


O mercado paralelo da Internet acompanha, obviamente, esta tendência, com poucos bilhetes ainda disponíveis. Uma rápida procura nalguns sites permite perceber quão desejado é o jogo Portugal-Brasil. Em www.onemoretickets.net, por exemplo, o preço de categoria 1 ronda os 530 euros. Noutro sítio, www.worldcupticketing.com, os únicos dois bilhetes de categoria 1 disponíveis, ontem, ao final da manhã, podiam ser adquiridos a 628 euros cada. Em www.ticket4football.com, os únicos quatro bilhetes disponíveis variavam entre os 475 euros e os 580 euros.

 

Pese embora o florescimento do negócio, a verdade é que as autoridades policiais não têm perdido grande tempo com esta economia paralela. Ao que disse ao JN um oficial da polícia sul-africana, até ao momento só foram detidas duas pessoas - um nigeriano apanhado com 30 bilhetes verdadeiros mas infacionados; e um sul-africano, que conseguiu a notável proeza de fotocopiar, em casa, algumas resmas de bilhetes a cores.

 

A proeza tornou-se ainda mais bem sucedida porquanto ele conseguiu mesmo impingir cópias manhosas a alguns incautos. Acabou detido, depois de um agente policial à paisana se ter feito passar por comprador e se ter dirigido à habitação do suspeito para adquirir mais ingressos.

 

 


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Orquestra do Norte com Weber e Bizet este domingo

24.06.10, Planeta Cultural

A Orquestra do Norte apresenta dia 27 de Junho, às 16:30, na Igreja Matriz de Novelas, em Penafiel, o último concerto da programação de Junho, dedicado a Carl von Weber e Georges Bizet.


O concerto, sob direcção do maestro alemão Hermann Breuer, contará com a presença do clarinetista espanhol David Piñeiro (ao clarinete), segundo a organização.

 

O espectáculo está inserido no projecto que pretende levar a música erudita às várias freguesias da cidade de Penafiel.

 

 

PROGRAMA

Carl Maria von Weber
Concerto para clarinete e orquestra
Georges Bizet
L´Arlésienne, suites N. º1 e N. º2

 

 

Fonte: Diário Digital

 

Dia internacional: Ciganos são «a minoria menos amada»

24.06.10, Planeta Cultural

Os ciganos constituem «a minoria menos amada em Portugal», apesar de estarem no país «há mais de 500 anos», afirma António Pinto Nunes, presidente da Federação Calhim Portuguesa e da Associação Cristã de Apoio à Juventude Cigana.


A propósito do Dia Internacional do Cigano, que hoje se assinala, o responsável considerou em declarações à agência Lusa que «os maiores problemas da comunidade continuam a ser os de relacionamento».

 

«Muitas vezes o cigano não é bem aceite. Por culpa da pessoa ou da comunidade, ele continua a ser excluído», declarou António Pinto Nunes, adiantando que «a comunidade cigana é fechada também como meio de autodefesa».

 

«Nós sabemos que somos a minoria menos amada em Portugal. Temos amigos que são de cor, conversamos com pessoas dos PALOP [Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa], e apercebemo-nos de que, para o povo português, somos os últimos na escala. Estamos aqui há mais de 500 anos mas 90 por cento das pessoas não nos considera portugueses», lamentou.

 

Segundo o presidente da Federação Calhim Portuguesa [«calhim» significa «cigana» em romani, língua falada pela etnia], «qualquer estrangeiro que venha para Portugal conta com uma receptividade totalmente diferente, mesmo que não seja melhor do que os ciganos, pois entre eles também existirão boas e más pessoas, como entre nós».

 

«Logo ao início, os pais ensinam os filhos a temer e a desprezar os ciganos. Somos uns intrujos, na sua concepção, o que é lamentável», afirmou António Pinto Nunes, exemplificando que «basta ver num dicionário os significados de “cigano”, que ainda não foram apagados: “vagabundo”, “ladrão”, “ladino”».

 

Para comprovar a discriminação, o responsável apontou o caso «do Rendimento Social de Inserção e de outros proventos que vêm do Governo».

 

«O povo diz que só os ciganos é que os auferem, mas a percentagem de ciganos a receber esses subsídios é mínima. Todavia, quando se fala em restringir ou acabar com esses apoios, os holofotes viram-se logo para os ciganos», assegurou, citando o provérbio «todo o pássaro come trigo e só quem paga é o pardal».

 

De acordo com António Pinto Nunes, a ideia de que os ciganos são geralmente vendedores ambulantes dedicados à contrafação também tem cada vez menos fundamento.

 

«Um cigano, se há de estar na rua a vender uma porcaria falsificada, agora recorre a um mercado. E há pessoas a trabalhar noutros serviços. Só que muitas vezes não nos apercebemos porque eles não podem denunciar a sua pertença à etnia cigana. Se um patrão ou os colegas souberem, vão excluí-los desse tipo de trabalho», afirmou.

 

Também a presidir à Associação Cristã de Apoio à Juventude Cigana, Pinto Nunes considera que «o Evangelho tem redimido, transformado a maneira de ser e de viver, de auferir proventos, de muitos elementos da comunidade».

 

«Muitas vezes os ciganos andavam armados, mas 50 por cento deles deixaram de usar uma arma para usar uma Bíblia», garantiu à Lusa, adiantando que – mesmo com essas mudanças – «na hora H», um cigano é sempre visto como tal, com a carga pejorativa subjacente à frase «é cigano mas é bom rapaz».

 

«Mas a tendência do cigano é para melhorar. Eu tenho fé nisso. Sobretudo com o Evangelho a apoiá-lo e desde que as pessoas também encarem cada cigano por aquilo que ele é e não pela sua etnia», reiterou.

 


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Espanha: Testemunhas afirmam que passagem estava cheia

24.06.10, Planeta Cultural

Testemunhas relataram hoje os momentos dramáticos, marcados por muitos gritos e por um estrondo “muito forte”, do atropelamento múltiplo que matou 12 pessoas e feriu 17, no apeadeiro de Castelldefels (nordeste de Espanha).


Fontes oficiais referiram que as identidades das vítimas ainda estão a ser confirmadas, mas que as informações mais recentes indicam que os mortos tinham todos entre 16 e 22 anos.

 

Inicialmente foi referida a existência de uma vítima mais velha, mas de acordo com serviços de emergência locais a mais velha é uma mulher de 45 anos que ficou ferida.

 

O balanço atualizado confirma que o acidente provocou 12 mortos e 17 feridos, três em estado crítico. Quatro já receberam alta do hospital.

Nove dos corpos foram já transferidos para uma sala especial do Instituto de Medicina Legal, em Barcelona, onde serão realizadas as autópsias e comprovadas as identidades.

 

Os trabalhos de remoção dos restos mortais das restantes vítimas ainda decorrem e a circulação ferroviária na linha continua cortada. As autoridades anunciaram a realização de uma investigação oficial do acidente.

 

Marcelo Carmona, que presenciou o acidente na noite de quarta feira, disse que dezenas de pessoas decidiram atravessar a linha do comboio porque a passagem subterrânea estava “cheia de gente”.

 

“O comboio (suburbano) onde viajava com a minha família estava cheio de jovens e adolescentes. Centenas de pessoas. Quando parámos na estação e se abriram as portas os jovens foram em direção à passagem subterrânea. Mas era estreita e ficou cheia de gente”, explicou.

 

“Uma onda de gente lançou-se à linha do comboio e começou a atravessar. Ouviu-se o apito do comboio várias vezes e em poucos segundos… ficou tudo cheio de corpos. Houve muitos gritos e muito angústia”, contou aos jornalistas.

 

Carmona disse que a única forma de cruzar a linha era pela passagem subterrânea, já que a passagem aérea estava fechada.

 

“Ouviam-se muitos gritos, choros. Da euforia que tinha toda a gente, que ia divertir-se para a praia, de repente ficámos todos em estado de choque”, disse, descrevendo uma cena de corpos mutilados e muito sangue.

 

Uma outra testemunha, Fernando Ortega, que também atravessou a via, afirmou ter escapou por milagre. “Começámos a atravessar a linha. De repente, quando já estava a subir para o outro lado ouvi gritos de que vinha o comboio. Virei-me, vi uma luz e o comboio começou a levar a gente”, disse.

 

“A via estava cheia de gente”, acrescentou.

 

O funcionário do bar do apeadeiro explicou que centenas de jovens tinham saído do comboio suburbano, com origem em Barcelona.

 

“Quando o comboio saiu da estação houve muita gente que começou a atravessar a via. E de repente apareceu o outro comboio que vinha muito rápido e os levou a todos”, afirmou.

 

O grupo, maioritariamente formado por jovens, foi colhido por um comboio que fazia a ligação entre Alicante e Barcelona, sem paragem prevista naquela estação, que serve especialmente a praia de Castelldefels.

 


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