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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Bolsas dos EUA fecham em queda pressionadas pelas retalhistas

21.06.10, Planeta Cultural

Os principais índices norte-americanos fecharam a sessão em queda, depois de terem chegado a valorizar mais de 1%. A determinar esta evolução esteve o sector do retalho que reagiu em queda à decisão da China de permitir apreciar o yuan face ao dólar.

O Dow Jones caiu 0,08% para 10.442,41 pontos, o Nasdaq recuou 0,90% para 2.289,09 pontos e o S&P500 cedeu 0,39% para 1.113,20 pontos.

O banco central chinês vai permitir a apreciação do yuan face ao dólar. O valor da moeda chinesa estava fixo desde meados de 2008 e esta decisão deixou os investidores mais optimistas face à recuperação da economia mundial, elevando as praças asiáticas e europeias para ganhos acentuados.

Esta decisão chegou também a animar a negociação nos EUA, com os principais índices a subirem mais de 1%, devido às perspectivas de maior crescimento económico. Contudo, os retalhistas acabaram por reagir em queda, devido aos receios de que as importações da China se tornem mais caras.

A Home Depot desvalorizou 1,60% para 31,43 dólares e a Target desceu 1,45% para 52,89 dólares.

As acções da Amazon também cederam 2,61% para 122,55 dólares depois de ter sido noticiado pela CNBC que a empresa vai reduzir o preço do livro electrónico Kindle.

E este sentimento foi partilhado pela Apple e pela Google com quedas de 1,42% para 270,17 dólares e 2,29% para 488,56 dólares.

 

 

 

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"Morte tem cura, e Sol causa esquizofrenia"

21.06.10, Planeta Cultural

Assim como muitos campos da ciência, a medicina avança significativamente ao se beneficiar de novas tecnologias, experimentos modernos e trabalhos executados por profissionais capacitados.

 

O que alguns médicos e cientistas começam a descobrir, entretanto, parece trazer a medicina para mais perto da crendice e da fantasia do que da ciência tradicional.

 

Em "A Morte Tem Cura", o jornalista Roger Dobson lista 100 hipóteses científicas que podem parecer altamente improváveis, mas que são baseadas em experimentos ou estudos já realizados e, no futuro, podem ser comprovadas.

Algumas delas parecem ter saído da boca de curandeiros e não da de cientistas renomados. Manchas solares, por exemplo, poderiam deflagrar epidemias de gripe e prejudicar fetos ainda no útero. Mas os efeitos do astro sobre a saúde humana não parariam por aí.

Um estudo diz que as admissões em hospitais psiquiátricos aumentam durante a atividade das manchas na superfície solar, enquanto outro aponta para uma piora dos sintomas em alguns pacientes com esquizofrenia.

Leia sobre outras hipóteses médicas:

 

 

UMA CURA PARA A MORTE


Retratos no sótão, fontes da juventude, Terra do Nunca, Peter Pan, elixir da vida eterna... O homem sempre foi obcecado com a busca da juventude, da longevidade e do Santo Graal- viver para sempre. Ou como diz Woody Allen: "Algumas pessoas querem alcançar a imortalidade através de seus trabalhos ou de seus descendentes. Eu prefiro alcançar a imortalidade não morrendo".

 

A medicina está baseada na idéia de evitar a morte, enquanto as religiões prosperaram ao oferecer a vida depois da morte. Os egípcios antigos tentaram lutar contra a morte através da mumificação e alguns milionários modernos têm planos para congelar seus corpos depois da morte na espernça de acordar daqui a algumas centenas de anos quando uma cura para sua doença terminal tiver sido descoberta.

Mas a morte é realmente evitável?


"Uma simples consideração filosófica da natureza de nossas vidas como seres humanos individuais sugere uma possibilidade impressionante-que a morte pode ser evitada usando uma tecnologia que existe há séculos", diz o pesquisador Charles Olson de Delaware.

 

Sua teoria é que os congeladores de corpos ou crio-preservadores estão no caminho certo, mas erraram em um ponto. A morte pode ser enganada não com o descongelamento de cérebros antigos, mas ao usar órgãos preservados quimicamente como um projeto para criar uma cópia exata.

 

A mente é, ele diz, fundamental para ávida. O cérebro é o computador e a mente, o ato de computar. O desenho único e individual do cérebro é crucial para o trabalho da mente e precisa ser preservado, se há alguma esperança de vida eterna. Sua teoria é que se o cérebro é a máquina e a mente o software de processamento do informação, por que o último não pode ser transferido para outra máquina assim como um software pode viajar entre computadores? Afinal, ele diz, o tecido do cérebro está constantemente se renovando e a maioria das moléculas com as quais morremos não estava lá quando nascemos.

 

 

 

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«His Greatest Misses», Robert Wyatt

21.06.10, Planeta Cultural

Mais do que uma antologia, «His Greatest Misses» é uma colecção de obras de arte de Robert Wyatt, um dos poucos génios vivos.


O epíteto de «génio» não deve ser usado em vão mas é, infelizmente, usado amiúde e tantas vezes sem critério. Robert Wyatt é excepção a uma regra que quase banalizou essa classificação, um pouco como as figuras televisivas que, de repente, começaram a escrever livros como se todas as histórias merecessem ser públicas e publicadas.

 

Originalmente editado no Japão em 2004, «His Greatest Misses» é uma autêntica colecção de arte da autoria de Wyatt, uma figura rara, não só pelas limitações físicas (desde um acidente em 1973 que se faz transportar numa cadeira de rodas), como também pela capacidade de permanecer imune às tendências da pop. Prova disso mesmo, a adopção recente da expressão Wyatting em blogues e outros espaços opinativos.

 

Não vale a pena confundir esta obra retrospectiva com uma colecção de êxitos até porque a música de Wyatt - salvo a versão de «I`m A Believer», original dos Monkees, nunca se guiou pelos paradigmas da pop. Mas também seria injusto olhar para esta reunião de material inédito como fruto do hermetismo de Wyatt quando há «canções». Várias até.

 

Mais importante que julgar Wyatt por questões formais ou estéticas, é reconhecer que estamos na presença de uma figura ímpar que influenciou e vai continuar a influenciar gerações vindouras de músicos. E por muito que se refugie, é um dos génios vivos que se mantém activo. A intermitência só o torna ainda mais especial.

 


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Futuro dos Madredeus em dúvida

21.06.10, Planeta Cultural

O futuro dos Madredeus está novamente em dúvida, avançou Pedro Ayres Magalhães ao Correio da Manhã.


Para já, o músico revela que os Madredeus e a Banda Cósmica vão editar ainda este Verão o terceiro e último disco conjunto. «Castelos na Areia» é o terceiro álbum de uma partilha editorial que inclui também um DVD.

 

«A fase dos Madredeus com a Banda Cósmica começou em 2008, maspassou completamente despercebida, ainda não entendi bem porquê. Acho que a formação foi muito estranhada pelas pessoas», assumiu Pedro Ayres Magalhães ao Correio da Manhã.

 

«O que eu posso dizer é que este será o último disco gravado pela Banda Cósmica. Quanto ao que os Madredeus irão fazer daqui para a frente, ainda não sei», concluiu.

 

Com pouco mais de um ano de existência, os Madredeus e a Banda Cósmica lançaram os álbuns «Metafonia», «Nova Aurora» e ainda um DVD ao vivo.

 

 

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Telefónica desmente financiamento em 30 mil milhões de reais para comprar posição na Vivo

21.06.10, Planeta Cultural

A Telecomunicações de São Paulo (Telesp), a unidade brasileira da Telefónica, desmentiu estar à procura de financiamento para comprar a posição da Portugal Telecom na Vivo.

Esta tarde a agência Reuters noticiou que a Telesp tinha conseguido financiar-se em 30 mil milhões de reais (13 mil milhões de euros) para comprar a participação na Vivo, através de cinco instituições bancárias.

A Telesp, numa comunicação via e-mail, citada pela Bloomberg, desmente que esteja a tentar financiar-se para esta operação.

Numa entrevista a um “site” brasileiro (“Convergência Digital”) o presidente da Telefónica Brasil, Antonio Carlos Valente, não quis falar sobre este alegado financiamento, sublinhando que a situação financeira da Telesp é confortável. “O grau de endividamento da empresa é muito baixo. Temos condições de captar recursos no mercado, como o fizemos quando tentámos comprar a GVT. Mas essa é uma alternativa e está sendo avaliada pela Telefónica”, acrescentou.

 

 


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