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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Prisa adia prazo de acordo de credores à entrada da Liberty

09.04.10, Planeta Cultural

 O grupo Prisa, que detém a TVI, e a Liberty adiaram para dia 19 o prazo para os credores se pronunciarem sobre a entrada do fundo de investimento norte-americano no capital do grupo espanhol.

 

O prazo previsto inicialmente para a operação receber a autorização da banca credora da Prisa era dia 5. No entanto, uma das condições previstas para a realização da operação era a venda de ativos pela Prisa, o que sofreu um revés em finais do mês passado, quando a Autoridade da Concorrência (AdC) bloqueou a venda da Media Capital à Ongoing.

 

A Prisa anunciou no início de março um acordo com a norte-americana Liberty Acquisition Holdings para completar o plano de reestruturação da empresa e que implica o encaixe de 660 milhões de euros.

 

Com a concretização deste acordo, a Prisa compra 100 por cento da Liberty através de um aumento de capital em espécie enquanto os investidores da norte-americana passam a ser accionistas independentes da empresa de media.

Para o acordo se concretizar, o grupo necessita da aprovação dos accionistas de ambas as empresas como das autoridades reguladores competentes.

 

O grupo espanhol está também a negociar com o empresário Miguel Pais do Amaral a venda de uma participação minoritária da Media Capital depois da Ongoing ter sido impedida pela Autoridade da Concorrência de finalizar esse negócio.

Pais do Amaral foi presidente da Media Capital até 2005, quando vendeu a empresa à Prisa, e é sócio de Nicolas Berggruen, presidente executivo da Liberty.

 

Fonte: JN

Mãe devolve filho adoptado com apenas um bilhete

09.04.10, Planeta Cultural

Um menino russo, adoptado por uma cidadã norte-americana, foi devolvido a Moscovo. Sozinho, num voo intercontinental, com uma carta a dizer que afinal a “mãe” já não o quer.

  

Artiom Savelev, de 8 anos, que também se chama Justin Hanson, chegou a Moscovo, ontem, quinta-feira, à tarde. Vinha de Washington como menor não acompanhado. À chegada, um funcionário da companhia aérea foi buscar a criança ao avião, ajudou-a a passar pelo controlo de documentos e depois entregou-o à pessoa que o esperava. Era um guia privado de nome Artur, que a mãe adoptiva contratou através da Internet e que, por 200 dólares (cerca de 150 euros), se dispôs a entregar Justin no Ministério da Educação.

 

 

 

 “Devia entregá-lo à porta, aos guardas, como uma encomenda”, referiu Pavel Astakhov, encarregado da presidência russa para os direitos dos menores. Como no Ministério não o aceitaram, resolveu levá-lo à esquadra mais próxima. Lá se esclareceu o mistério quando se desvendou o conteúdo da carta que o menino trazia.

“Esta criança é psiquicamente instável. Ele tem sérios problemas de comportamento. Os funcionários do orfanato enganaram-me acerca das suas capacidades”, era a justificação da mãe adoptiva para “devolver” o menino. A Artiom disseram que ia fazer simplesmente uma viagem. Segundo Astakhov, o menino já só fala inglês, mas percebe russo.

 

Artiom vivia num orfanato em Vladivostoque desde que a sua mãe natural foi privada dos direitos maternos, em Agosto de 2008. Em Setembro de 2009, foi adoptado por Antari Hanson, norte-americana, que tem um filho mais velho, vive sem marido e tinha um grande desejo de adoptar outra criança. Algumas semanas antes da “viagem” de Artiom, a agência que organizou a adopção, confirmou que estava tudo a correr bem na família Hanson.

 

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, mandou suspender todos os processo de adopção para os EUA.

 

Fonte: Jornal de Notícias

Bolsa nacional sobe pela sexta semana consecutiva

09.04.10, Planeta Cultural

A bolsa nacional fechou a semana a subir menos de 1%, o que corresponde à sexta semana consecutiva de ganhos, o que já não se verificada desde o Verão. Sonae Indústria e Galp Energia foram as acções que mais valorizaram neste período.

O PSI-20 subiu esta semana 0,71% para 8.243,46 pontos, o que corresponde ao nível mais elevado desde 21 de Janeiro, numa semana mais curta (na segunda-feira os mercados europeus não funcionaram) marcada pelo regresso dos receios relativos à necessidade de ajuda financeira da Grécia.

A subida da bolsa na semana é justificada essencialmente pelo ganho, superior a 2% registado na sessão de hoje, dia em que os investidores acentuaram a crença de que a União Europeia vai intervir e salvar a Grécia, isto depois da Fitch ter cortado o “rating” da dívida do país.

A acção que mais subiu nestes quatro dias de negociação foi a Sonae Indústria, ao avançar 6,60% para 2,52 euros. A contribuir para a subida das acções esteve uma nota de “research” publicada pelo Santander, onde a casa de investimento subiu o preço-alvo para as acções, recomendando a “compra” dos títulos.

A Galp Energia ganhou 2,97% para 13,52 euros, depois de hoje ter disparado mais de 3,5% e atingido um novo máximo de Setembro de 2008. A petrolífera beneficiou de uma nota de análise do Banif IB, onde a casa de investimento aumentou o preço-alvo par a14,60 euros, e da confirmação do potencial de um poço no Tupi.

A travar a subida da bolsa estiveram as acções da REN, que caíram 4,35% para 2,965 euros. A descida das acções da empresa justifica-se pelo facto de ter sido descontado ao valor do título o dividendo que a REN vai distribuir este ano, referente ao exercício de 2009 (16,7 cêntimos por acção).

Na semana houve 10 acções que fecharam a desvalorizar, com apenas três a descerem mais de 1% - REN, a Altri e a Cimpor - enquanto as restantes 10 fecharam a subir.

 

Fonte: Jornal de Negócios

Ben-u-ron muda de mãos

09.04.10, Planeta Cultural

 O ben-u-ron, que é o medicamento mais vendido em Portugal, deixou de pertencer ao portfolio dos laboratórios Delta, que se preparam para fazer um despedimento colectivo, avança a edição do SOL desta sexta-feira.

 

Além disso, a Delta perdeu a representação do Thrombocid, do Fibrocid e do Duloron, tendo registado prejuízos de 23 milhões de euros.

A laboratórios Delta vai despedir 27 delegados de informação médica e uma funcionária do departamento de formação.

 

«Estamos a levar a cabo um processo de reestruturação interna como resultado da perda do portfólio dos produtos licenciados pela empresa Bene Arzneimittel. Tínhamos o licenciamento de quatro marcas: o ben-u-ron – o medicamento que, em termos de unidades, é o que mais vende em Portugal –, o Duloron, o Fibrocid e o Thrombocide, que tinham peso substancial na nossa facturação», confirmou ao SOL o director de recursos humanos da farmacêutica, Pedro Monteiro, sem precisar mais números.

 

Fonte: SOL