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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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ERC recusa pedido de revogação da TDT paga pela PT

19.03.10, Planeta Cultural
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social manteve a decisão de recusar o pedido da Portugal Telecom de revogar a licença para explora a Televisão Digital Terrestre paga.

O organismo regulador, após ouvir as entidades interessadas nesta matéria (entre as quais a Zon e a Sonae), reiterou a posição tomada em Fevereiro, quando rejeitou os argumentos apresentados pela PT, segundo os quais a revogação da exploração se devia à alteração das condições de mercado.

Segundo a ERC, a PT “quer no momento da apresentação do seu requerimento, quer em sede de audiência prévia, (...) não invocou nem demonstrou a efectiva impossibilidade de levar por diante o projecto por ela assumido na sua candidatura vencedora”. 

 

Salários dos administradores executivos do BES baixaram 23,8% em 2009

19.03.10, Planeta Cultural

 Comissão Executiva do Grupo Espírito Santo recebeu 9,64 milhões de euros de remunerações no ano passado, um corte de 23,8% face a 2008. Desse valor, 5,77 milhões foram atribuídos a título de prémio, estando incluídos na remuneração variável.

O presidente do banco, Ricardo Salgado (na foto), auferiu 1,053 milhões de euros em 2009, sendo que 450 mil euros foram pagos a título da remuneração fixa e os restantes 603 mil por conta da remuneração variável, informa a entidade financeira em no relatório e contas enviado à CMVM.

Além dos 5,77 milhões de remuneração variável atribuída pelo BES no ano passado à Comissão Executiva, foram pagos mais 830 mil euros, o que elevou o total das remunerações variáveis dos administradores do grupo BES para 6,603 milhões de euros. O total das remunerações fixas e variáveis ascendeu, para o conselho de administração do grupo, a 12,192 milhões de euros.

Há um ano, o BES tinha decidido não aumentar a remuneração fixa e reduzir em 10% a remuneração variável relativamente ao montante atribuído em 2008. E este ano - a primeira vez que o banco divulga os salários indivualizados por administrador – a diferença é comprovada.

Em 2008, o total (componente fixa e variável) auferido pelos membros do conselho de administração do BES e de outras sociedades do grupo BES tinha sido de 14,387 milhões de euros. Em 2009, conforme já referido, esse total foi de 12,192 milhões.

Só para a Comissão Executiva, a redução salarial foi de 23,8%, ao passar de 12,65 em 2008 para 9,64 milhões no ano passado. A componente variável atribuída aos administradores executivos totalizou 5,77 milhões, menos 34,7% do que no ano precedente.

Agora, o BES informa que, atendendo aos bons resultados que reportou para 2009, decidiu aumentar a remuneração variável em 7,2%. Uma medida que compensa parcialmente a redução de 10% operada em 2009.

Nova política de remuneração aprovada no mês passado

No comunicado enviado à CMVM, o BES salienta ainda a que todos os membros da Comissão Executiva auferem a mesma remuneração, com excepção do seu presidente, Ricardo Salgado.

“Apenas a parte variável pode ser distinta entre os diversos membros da Comissão Executiva”, refere o banco, explicando que estas remunerações são fixadas todos os anos pela Comissão de Vencimentos, até ao final de Abril, com base na avaliação do desempenho do exercício anterior.

Segundo o banco, nos termos da nova política de remuneração dos órgãos sociais do BES, aprovada pela Comissão de Vencimentos no passado dia 25 de Fevereiro, a parte fixa passará a ter os limites que forem fixados pela Comissão de Vencimentos e representará cerca de 45% da remuneração total anual.

A parte fixa é composta pelo vencimento dos membros da Comissão Executiva e por alguns complementos que são atribuídos a todos os colaboradores do banco, como diuturnidades ou outros subsídios.

“A parte variável para 2010 tem o limite de 1,4% dos resultados consolidados do grupo BES, sendo em qualquer caso o limite geral (...) fixado a partir deste ano em 2% do resultado líquido consolidado do grupo”, diz o comunicado.

Assim, a parte fixa representará aproximadamente 45% do total da remuneração, sendo os restantes 55% atribuídos como parte variável.

O montante exacto da parte variável oscilará, em cada ano, em função do grau de cumprimento dos principais objectivos anuais, constantes do orçamento anual, tal como aprovado pelo Conselho de Administração, explica o comunicado do banco.
 

 

Fonte: Jornal de Negócios

SL Benfica x FC Porto: Taça Liga desempata 80 vitórias para cada lado

19.03.10, Planeta Cultural
Poucos se lembrarão de Vítor Silva ou Dinis, futebolistas que começaram há muito tempo a desenhar a rivalidade épica entre o Benfica e o FC Porto e que domingo, na Taça da Liga, tem novo capítulo.


Os dois jogadores construíram a vitória do Benfica no primeiro confronto de sempre entre os dois clubes, com a equipa "encarnada" a vencer a final do campeonato de Portugal por 3-0 a 30 de Junho de 1931, há mais de 78 anos.

Domingo, no estádio do Algarve, os dois clubes discutem o 214º jogo oficial, numa Taça da Liga que ganha dimensão extra por oferecer o desempate numa contabilidade que mostra hoje os dois clubes absolutamente empatados.


Na análise aos confrontos entre si, Benfica e FC Porto somam exactamente o mesmo número de triunfos (80), num percurso em que empataram 53 vezes.


Os números resultam dos jogos oficiais para o "nacional", Taça de Portugal, Supertaça e o "desaparecido" Campeonato de Portugal, num cálculo recentemente empatado, quando em Dezembro os "encarnados" venceram na Luz para a Liga (1-0).


O desequilíbrio entre as duas equipas surge apenas nos golos marcados: o Benfica tem 346, contra 307 do FC Porto.


O fosso entre as duas equipas, outrora mais favorável ao Benfica - no final da época 1983/84 somavam mais 17 triunfos (61 contra 44) e 70 golos marcados (275-205) -, começou a ser anulado em meados dos anos 80, com o crescimento dos "dragões".


Nos números da Liga, a prova mais importante do calendário português, os "azuis e brancos" somam mais cinco triunfos (57 contra 53), sendo que o seu domínio passa pelos jogos caseiros, pois fora contabilizam as mesmas 12 vitórias do Benfica.


Na Taça o Benfica "dá cartas" e mostra um palmarés superior ao rival: 19 vitórias e apenas sete desaires (68-36 em golos), muito por culpa das finais, já que os "encarnados" venceram oito das nove disputadas, uma delas nas Antas.


Em contraponto, o "dragão" tem tido poder de fogo na supertaça, com 12 triunfos contra cinco, e, de forma residual, no Campeonato de Portugal, prova em que lograram mais uma vitória (4-3).


Domingo, na estreia de um confronto entre ambos na recém-criada Taça da Liga (será a terceira edição da competição), Benfica e FC Porto discutem mais um troféu e desempatam um longo percurso na história do futebol português.

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