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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Sócrates promete: Vamos reduzir o défice com mais justiça fiscal

08.03.10, Planeta Cultural

O primeiro-ministro apelou esta noite à mobilização dos partidos da oposição e dos parceiros sociais em torno do novo Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), frisando que essa congregação de apoios é “absolutamente necessária para a apresentação internacional” da estratégia de consolidação das finanças públicas portuguesas até 2013. Quanto às medidas fiscais apresentadas, diz que representam o fim de "uma injustiça fiscal".

José Sócrates frisou, aliás, que não vai haver aumentos de impostos, com uma "única excepção" que passa pela criação de um escalão extraordinário de 45%, em sede de IRS, para rendimentos superiores a 150 mil euros.

Numa declaração transmitida pelas televisões, o primeiro-ministro garantiu que o combate ao défice vai ser “centrado” na redução da despesa pública, argumentando que as mexidas na fiscalidade foram propostas no espírito de gerar uma maior justiça e equidade fiscal.

Segundo explicou, o novo escalão de IRS, assim como a tributação das mais-valias em bolsa – que passam a pagar 20% em sede de IRS, quando até agora estavam isentos os activos detidos há mais de um ano – insere-se num princípio de repartição “mais justa” do esforço que vai ser pedido a todo o país.

“Fazemos esta excepção em nome do princípio da justiça e da equidade na repartição do esforço que o país precisa de fazer”. Neste esforço, acrescentou, também as grandes empresas serão chamadas a pagar uma maior factura, através da redução dos benefícios fiscais de que dispunham. Com as medidas do PEC vamos “reduzir a despesa fiscal e tornar mais justo o sistema fiscal português”, insistiu.

"Somos dos que vamos reduzir mais o défice"

Sócrates disse ainda não concordar com os que criticam o PEC por falta de ambição, frisando que entre os países da Zona Euro que vão reduzir o défice neste ano “nós somos dos que vamos reduzir mais” – de 9,3% para 8,3% do PIB.

O primeiro-ministro recordou que Portugal já conseguiu combater a escalada do défice no passado e que as duas reformas entretanto implementadas, na Segurança Social e na Administração Pública, permitem agora evitar um aumento de impostos e concentrar a consolidação na redução da despesa do Estado. “Mais fácil seria aumentar impostos, mas isso prejudicaria a economia”, afirmou.

“Os portugueses compreendem que a crise económica e financeira foi das maiores dos últimos 80 anos”. “Agora é altura para pôr as contas públicas em ordem”, rematou.

Ao longo da tarde, José Sócrates, acompanhado do ministro das Finanças Teixeira dos Santos, fez uma primeira ronda com os partidos da oposição para apresentar o novo PEC. O documento será amanhã apresentado aos parceiros sociais.

O PEC, que é anualmente actualizado e entregue a Bruxelas, prevê um aumento da carga fiscal (por via do novo escalão de IRS, mas sobretudo por causa dos tectos que serão impostos às deduções e benefícios), e um forte condicionamento dos salários na função pública para permitir que o défice regresse em 2013 abaixo do limite de 3% do PIB tolerado pelas regras do euro, depois de ter atingido o valor recorde de 9,3% em 2009.

Metade do esforço de redução do défice, que deverá passar de 9 mil milhões de euros em 2009 para 5 mil milhões em 2013, virá de cortes na despesa, sobretudo com pessoal.

O Governo antecipa ainda gerar seis mil milhões de euros em privatizações, com a respectiva receita a permitir uma relativa estabilização da dívida pública que, ainda assim, deverá chegar ao fim de 2013 a equivaler a 89,3% do PIB.

De acordo com a agência Bloomberg, que cita uma entrevista telefónica com o ministro das Finanças, EDP Galp, REN, TAP, CTT e o negócio dos seguros da CGD são todos potencialmente alienáveis até 2013.

 

 

Fonte: Jornal de Negócios

 

Barcelona dá Bojan para ter Ribéry

08.03.10, Planeta Cultural
O clube espanhol oferece 30 milhões de euros e o avançado Bojan por Frank Ribéry.

O Barcelona pretende que Bojan Krkic, jovem avançado de 19 anos, faça parte do negócio de compra de Frank Ribéry, jogador do Bayern Munique, juntamente com uma quantia que ronda os 30 milhões de euros, como avança esta segunda-feira a imprensa alemã.

Ao que tudo indica, o clube alemão está interessado nos serviços do jovem atleta espanhol, algo que pode colocar na frente o Barcelona na corrida pela compra do avançado francês.

Ribéry, de 26 anos, é pretendido por várias equipas como o Real Madrid ou o Chelsea, mas já esclareceu que, apesar do elevado interesse nos seus serviços, não é certo que vá deixar o Bayern Munique.

Fonte: Diário de Notícias