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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Sporting volta a desiludir

20.02.10, Planeta Cultural

O Sporting empatou esta noite com o Olhanense (0-0) num jogo bastante influenciado pelas más condições climatéricas, que impediram por vezes que a própria bola rolasse.

Na primeira parte, os leões conseguiram criar algum perigo num cabeceamento de Tonel mas o melhor lance pertenceu mesmo aos algarvios, que viram Djalmir atirar ao lado da baliza de Rui Patrício quando estava isolado. 

Na segunda parte - e com o terreno cada vez mais pesado devido à forte chuva em Olhão - o conjunto de Jorge Costa quase chegou à vantagem por Castro aos 50' num forte remate para boa defesa de Rui Patrício. Aos 61' foi Ukra a criar calafrios na defesa leonina e até final do encontro pouco mais se viu no estádio José Arcanjo, com ambas as equipas a lutarem para conseguir transportar a bola ou fazer um simples passe.

O Sporting mantém o 4º lugar na Liga, agora a 20 pontos do líder Benfica, e o Olhanense iguala a Naval no 12º lugar, com 19 pontos.

Jorge Costa: “É um resultado justo. Gostaria que este jogo tivesse tido golos, houve oportunidades para tal. Mas pelo que as duas equipas fizeram, seria injusto alguém perder. Temos uma série com vários jogos complicado, mas não temos nada a perder e tudo a ganhar. Na primeira parte, tivemos muito vento contra, na segunda parte estivemos melhor, mas a partir dos 25 minutos o tempo piorou e o jogo perdeu beleza.”

Carlos Carvalhal: “Na primeira parte, devíamos ter marcado. Estávamos a favor do vento, tivemos oportunidades e podíamos ter decidido o jogo. Na segunda parte, a jogar contra o vento, foi complicado. Agora temos um jogo importante na quinta-feira. Lanço um repto aos adeptos para nos apoiarem. Conseguimos um resultado bom, apesar de termos querido vencer em Inglaterra, e esperamos seguir em frente. Condição para continuar? Quero é o apoio dos adeptos na quinta-feira.”

 


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Tempestade matou 32 pessoas na Madeira

20.02.10, Planeta Cultural

foto Octavio Passos/AP
Tempestade matou 32 pessoas na Madeira
 

 

O Governo Regional da Madeira anunciou hoje, sábado, a existência de 32 vítimas mortais como consequência da tempestade que atingiu a ilha da Madeira. Até ao momento, deram entrada no hospital 63 feridos, dois em estado grave.

O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, prepara-se para se deslocar à Madeira logo que possível acompanhado por elementos da Protecção Civil e do INEM.

 

Tempestade procou o caos na ilha

 

A chuva intensa que tem caído no arquipélago da Madeira provocou  o caos e destruição em muitas zonas da ilha, afectou a circulação na via rápida e noutras vias de circulação, o movimento no Aeroporto e provocou derrocadas e inundações.

A edição electrónica do Diário de Notícias da Madeira adianta que o pânico esteve instalado nas ruas do Funchal por causa das enchurradas de água que atingiram a baixa da cidade.

 
foto Jorge Freitas Sousa/DN-Madeira
Tempestade matou 32 pessoas na Madeira
 
 

"Mesmo que tentasse ajudar as pessoas, não conseguia". João Aguiar assistiu de perto à tragédia na zona do Mercado. Pelas 11 horas, a fúria das águas arrastou pelo menos três pessoas. Não sabe se estão vivas ou não. "Nunca vi nada assim", garantiu.

"Vi gente a gritar e a chorar em pânico", descreveu, apontando que tentou fazer com que as pessoas se afastassem da ribeira, mas sem sucesso. "Vi pessoas projectadas, a tentar se agarrar a alguma coisa", disse.

Esmeralda foi apanhada na 31 de Janeiro quando a Ribeira de Santa Luzia transbordou na altura que ia buscar o filho à explicação.

"Comecei a chorar porque a força da água era tanta, pensei que era desta que ficava ali. Pensei que ia ser arrastada pela água e ia parar ao mar".

O vereador responsável pelo pelouro do Ambiente na câmara municipal do Funchal, Costa Neves, disse à Agência Lusa que a população do Vasco Gil, uma localidade na zona alta da cidade, está isolada devido às derrocadas na estrada da Eira do Serrado, "onde a queda de barrancos torna a situação perigosa".

O autarca referiu que a circulação na zona oeste da cidade, onde existe a maior concentração de hotéis, também está complicada, visto que um dos ribeiros da zona do Amparo, nas novas avenidas daquela localidade, foi mal direcionado, transbordou e arrastou pedras até à estrada Monumental.

 

Governo regional pede ajuda

 

A Protecção Civil pede à população para não sair de casa. O arquipélago encontra-se em alerta vermelho devido ao mau tempo.

O Governo regional está a pedir aos operadores de máquinas que se apresentem nos postos de trabalho. Há falhas de electricidade e de comunicações no Funchal. As imagens que chegam do Funchal revelam um cenário de destruição, com carros a serem arrastados pela água e muitos edifícios alagados. 

Cavaco Silva já falou com o presidente do Governo Regional. Além da solidariedade, o presidente da República quer realizar uma visita à Madeira, provavlemente já na próxima semana.

 
foto HELDER SANTOS ASPRESS
Tempestade matou 32 pessoas na Madeira
 
 

Entretanto, Alberto João Jardim já pediu ajuda à engenharia do exército para a disponibilização de pontes metálicas.

Além de ter pedido a Cavaco Silva para contactar o comissário europeu para as catástrofes, no sentido de ser disponibilzada ajuda para a Madeira.

 

Prontos críticos

 

As ribeiras de João Gomes e de Santa Luzia transbordaram e estão a lançar um manto de lama e destroços em toda a baixa do Funchal.

A Ribeira de João Gomes transbordou em vários pontos. A Rua Visconde Anadia e a do Brigadeiro Oudinot foram dominados pelas fúria de água que está a escoar de dentro do centro comercial e parque de estacionamento.

A Ribeira de Santo António também causou muitos danos. Há relatos de garagens e carros com pessoas que foram arrastados pela torrentes.

A baixa do Funchal está completamente abafada por água e lama. Na rua Fernão de Ornelas e na Rua do Carmo, os estabelecimentos comerciais estão inundados.

*com Agência Lusa e Diário de Notícias da Madeira

 


Fonte: Jornal de Notícias

 

 

"Há jornalistas a entrar no terreno político"

20.02.10, Planeta Cultural

foto josé mota/JN
"Há jornalistas a entrar no terreno político"
Júlio Magalhães diz que alguns repórteres têm extravasado a sua competência

 

 

 

Tomou as rédeas da Redacção da TVI depois da extinção do "Jornal Nacional de Sexta", de Manuela Moura Guedes. Júlio Magalhães teve, pelo menos, uma crise interna para gerir.

 

Exteriormente, os holofotes continuaram a focar-se na estação, com processos por esclarecer em mãos na reguladora e a intenção de compra da Ongoing de 35% da Media Capital. A TVI completa hoje 17 anos em perspectiva de mudança. O director de Informação, Júlio Magalhães, no estilo que lhe é habitual, continua a mostrar nervos de aço. Provou-o na conversa telefónica que antecedeu o envio destas perguntas por e-mail. As respostas foram enviadas quase em simultâneo com o desmentido à notícia da revista "Sábado", onde negou qualquer encobrimento de notícias relacionadas com o caso Freeport.

 

Como descreve a informação que se faz hoje em dia na estação?

A de sempre. Independente, plural e rigorosa.

 

O que realça pela positiva desta fase?

A forma empenhada como os jornalistas da TVI têm colaborado connosco em prol da estação. Fazemos o nosso trabalho de forma transparente.

 

Os jornalistas identificam-se mais com o trabalho agora realizado?

Só eles podem responder. Esta Direcção de Informação sente total apoio da Redacção.

 

Ficou a tomar conta de uma Redacção numa fase difícil. Foi mais complicado combater as divisões internas ou as críticas externas?

Sem dúvida que responder às criticas externas. Não há divisões internas na TVI.

 

Reagiu prontamente à declaração de que a informação da TVI estaria "domesticada". Ficou surpreendido com tal frase?

Fiquei, sobretudo vindo de quem veio. Mas continuo a pensar que o Ricardo Costa não estava a referir-se aos jornalistas da TVI.

 

Parece que os meios de comunicação estão rotulados: ou são pró ou contra Sócrates. Isto não lesa sobretudo o Jornalismo?

Não creio que os órgãos de Comunicação estejam rotulados. Há é jornalistas que estão a extravasar a sua competência a entrarem no terreno político. Esses sim ficam lesados na sua credibilidade.

 

A TVI 24 tem ficado aquém do previsto. Há quem critique os pivôs novatos… O que tem de mudar?

A partir do dia 26, pretendemos dar-lhe nova dinâmica. Julgo que faltam alguns conteúdos que lhe possam dar movimento. De resto, estamos satisfeitos com a informação e com os seus profissionais.

 

Já contactou Marcelo Rebelo de Sousa no sentido de o vir a convidar como comentador?

Se um dia o professor estiver sem compromisso é uma questão a ponderar, pois ele faz parte da história da TVI. Até agora, não houve nenhuma conversa nem abordagem porque continua comentador da RTP.

 

Na TVI, Marcelo parecia mais solto, acha que esse registo cria outro impacto junto do espectador?

Não creio. Estilos são estilos e a Maria Flor Pedroso é uma profissional competente que faz muito bem o seu trabalho.

 

Em relação à "Face Oculta", julga que há indícios de que exista um plano para controlar "toda" a Comunicação Social ou esta suspeita parece-lhe um exagero?

Não faço a mínima ideia. Sou apenas jornalista.

 

Lidar com pressões faz parte do exercício do Jornalismo?

Faz e sempre fará.

 

Como seria o noticiário ideal?

Gostava que cada jornal não tivesse mais de 40 minutos. São demasiado longos.

 

Em termos mais particulares, teme que o seu lugar não se mantenha com a entrada na Ongoing na Media Capital?

Não estou agarrado ao lugar nem ao poder. Quando tiver de sair, saio, de consciência tranquila e dever cumprido.

 

Como tem sido a sua vida na capital. Já se adaptou?

A minha cidade é o Porto mas há muitos anos que vou a Lisboa. Já me adaptei, mas regresso sempre.

 

O que é o melhor de Lisboa e do que tem mais saudades do Porto?

É uma cidade muito bonita e apelativa, mas demasiado grande, onde as pessoas ficam muito longe umas das outras. É disso que tenho mais saudades no Porto. Do conforto da família e do apoio dos meus verdadeiros amigos.

 

 

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