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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Hulk suspenso por quatro meses

19.02.10, Planeta Cultural

O futebolista do F.C. Porto Hulk foi suspenso por quatro meses pela Comissão Disciplinar da Liga, na sequência dos incidentes no túnel do Estádio da Luz, no final do jogo com o Benfica, informou fonte ligada ao processo.

 

O também portista Sapunaru, entretanto emprestado ao Rapid Bucarest, da Roménia, foi suspenso por seis meses.

 

Caso se confirme o castigo depois de um possível recurso do F.C. Porto para o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, Hulk apenas poderá ser opção nas visitas ao Vitória Setúbal (28.ª jornada) e União de Leiria (30.ª) e na recepção ao Benfica (29.ª).

 

Outro jogo que Hulk poderá fazer, caso os "dragões" vençam as meias finais frente ao Rio Ave, será a final da Taça de Portugal.

 

Os dois jogadores já cumpriam uma suspensão preventiva desde 22 de Dezembro, dois dias depois do jogo em que o Benfica venceu por 1-0.

 

 

Fonte: Jornal de Notícias

 

Parquímetro individual começa a ser vendido terça-feira após 500 pedidos de reserva

19.02.10, Planeta Cultural

A Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL) registou cerca de 500 pedidos de reserva do novo parquímetro individual, que começa a ser vendido na terça feira, depois de "questões burocráticas" terem atrasado o seu lançamento.

 

Inicialmente prevista para 01 de fevereiro, a venda do "SmartPark" vai decorrer na loja da EMEL e pode ser requerida através da página da empresa na Internet.

 

O dispositivo custa 32 euros e tem um cartão recarregável, onde os tempos de parqueamento vão sendo debitados, mas na fase de lançamento a EMEL vai oferecer um "cartão descartável com 30 euros de estacionamento".

 

Fonte: Lusa

Grupo de clientes do BPP leva Ministério das Finanças e Banco de Portugal a tribunal

19.02.10, Planeta Cultural

Um grupo de clientes do BPP que não se conforma com a integração de 105 milhões de euros de passivo no megafundo de retorno absoluto garantiu hoje à agência Lusa que vai avançar com acções judiciais contra as autoridades.

"Queremos vincar o nosso total descontentamento com o formato actual do fundo, que vai incluir um passivo de 105 milhões de euros, mas que não consolida o activo de 208 milhões de euros que foram sacados aos clientes, tal como reconheceu a administração do Banco Privado Português (BPP), nomeada pelo Banco de Portugal, mas que a direcção do Fundo de Garantia de Depósitos (FGD) não reconhece como depósitos", disse Carlos Cardoso, um dos clientes que hoje se reuniram em Lisboa.

O cliente que participou num encontro hoje promovido num restaurante em Lisboa assegurou que estão em curso os preparativos para "levantar acções judiciais contra as entidades responsáveis, sobretudo, o Banco de Portugal, pela má gestão, mas também contra o Ministério das Finanças".

De acordo com a mesma fonte, os clientes que não querem aderir ao megafundo já têm em campo as equipas de advogados que vão avançar com "a impugnação dos pagamentos feitos com o empréstimo de 450 milhões de euros avalizado pelo Estado, que privilegiou credores em detrimento de outros" e vão tentar "fazer reverter o dinheiro pago às caixas agrícolas e aos bancos estrangeiros, os 48 milhões de euros ilegalmente restituídos aos clientes do BPP Cayman [este grupo de clientes diz que o empréstimo só podia ser usado em Portugal], e o dinheiro pago aos clientes da filial do BPP em Espanha".

Segundo Carlos Cardoso, "os clientes não aceitam esta situação de discriminação" e "não querem trocar as garantias contratadas com o BPP pela integração num fundo de risco, cujo prospecto tem mais de 180 páginas de difícil compreensão".

"Ontem [quinta feira], num último contacto com o Ministério das Finanças, disseram aos clientes que não vão mexer nos moldes do fundo, ou seja, não vão fazer a consolidação entre os passivos e os activos", revelou à Lusa o responsável, frisando que "os clientes estão a ser roubados pelo banco com o aval do Estado".

Contactado pela Lusa, não foi possível até ao momento obter qualquer resposta do Ministério das Finanças sobre o contacto que os clientes dizem ter acontecido na quinta feira.


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