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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Enfermeiros insistem em passar receitas

07.02.10, Planeta Cultural

Conveniências corporativistas e de poder estão por detrás da veemente discordância em relação à possibilidade de os enfermeiros poderem prescrever alguns medicamentos, a exemplo do que já acontece noutros países, como Espanha.

 

A acusação é do presidente da secção Norte da Ordem dos Enfermeiros, Germano Couto, que rejeita assim as recentes afirmações do bastonário da Ordem dos Médicos.

 

Confrontado com a prescrição por enfermeiros em Espanha, Pedro Nunes afirmara que estes não têm qualificação para tal e, caso o fizessem, seria muito arriscado para a população. Ora, defende Germano Couto, o caso não tem nada a ver com habilitações. "São os enfermeiros, nos serviços onde exercem, quem administra, vigia e monitoriza os efeitos da medicação, avaliam e decidem quando se deve administrar prescrições condicionais e alertam para a necessidade de suspensão de fármacos" potencialmente nefastos.

 

O dirigente afirma mesmo que "os utentes estariam em maus lençóis se os enfermeiros não prescrevessem em situações de urgência e emergência". Ou "se não alertassem os médicos de que a medicação prescrita não se adequa, contém erros ou potencia efeitos indesejados". Garante Germano Couto que, "certamente, a morbilidade seria enorme".

 

Alertando para os estudos que demonstram que são os enfermeiros quem mais erros de prescrição detectam, chama a atenção para o facto de já estar contemplada na lei a possibilidade de os enfermeiros-obstetras prescreverem exames. Porém, o Governo ainda não criou instrumentos legais que permitam aos utentes usufruir dos direitos na comparticipação .

 

Fonte: JN

Euro 2012: Portugal defronta Islândia, Chipre, Noruega e Dinamarca

07.02.10, Planeta Cultural

No sorteio para o Euro 2012 Polónia/Ucrânia, que decorreu esta manhã em Varsóvia, Portugal ficou colocado no Grupo H, onde terá de defrontar Islândia, Chipre, Noruega e a Dinamarca.

 

O sorteio teve lugar em Varsóvia, no impressionante Palácio da Cultura e Ciência da capital polaca. A equipa lusa fazia parte do Pote 1, onde estavam integrados todos os cabeça-de-série, a saber: Espanha, Alemanha, Holanda, Itália, Inglaterra, Croácia, Portugal, França e Rússia.

 

Portugal e Espanha foram as últimas equipas a serem sorteadas, em penúltimo e último lugar respectivamente. A selecção nacional volta a encontrar a Dinamarca, formação que foi uma das maiores dores de cabeça para a equipa de Carlos Queiroz e que, inclusive, acabou por garantir o primeiro lugar do Grupo 1, o que obrigou Portugal a apurar-se apenas no play-off.

 

O Grupo G, H e I, ao contrário dos restantes, possuem apenas cinco equipas. Portugal poderá aproveitar este factor de forma positiva, uma vez que significa que haverá menos uma deslocação e menos jogos, mas esse factor obriga também a tentar garantir desde cedo os pontos necessários para o apuramento.

 

Polónia e Ucrânia como países organizadores têm lugar garantido, das restantes 51 selecções, apenas 14 conseguirão o tão almejado lugar na fase final.

 

Varsóvia será o palco do jogo inicial, enquanto Kiev testemunhará o fecho do Campeonato Europeu de 2012.

 

Os jogos de qualificação vão ser disputados de 03 de Setembro de 2010 a 15 Setembro de 2011.

 

Grupos:
Grupo A: Cazaquistão, Azerbaijão, Bélgica, Áustria, Turquia, Alemanha
Grupo B: Arménia, Andorra, Macedónia, Irlanda, Eslováquia, Rússia
Grupo C: Ilhas Faroé, Estónia, Eslovénia, Irlanda do Norte, Sérvia, Itália
Grupo D: Luxemburgo, Albânia, Bielorrússia, Bósnia Herzegovina, Roménia, França
Grupo E: São Marino, Moldávia, Hungria, Finlândia, Suécia, Holanda
Grupo F: Malta, Geórgia, Letónia, Israel, Grécia, Croácia
Grupo G: Montenegro, País de Gales, Bulgária, Suíça, Inglaterra
Grupo H: Islândia, Chipre, Noruega, Dinamarca, Portugal
Grupo I: Liechtenstein, Lituânia, Escócia, República Checa, Espanha

 

 

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NBA: LeBron James leva "Cavs" à 11.ª vitória seguida

07.02.10, Planeta Cultural
LeBron James, com 47 pontos marcados, foi no sábado decisivo para a os Cleveland Cavaliers alcançarem a 11.ª vitória consecutiva na Liga Norte-americana de Basquetebol Profissional (NBA), por 113-106 em casa sobre os New York Knicks.

“King” James, que também ganhou oito ressaltos, fez outras tantas assistências e interceptou cinco bolas, marcou 24 pontos consecutivos em menos de cinco minutos e meio durante a primeira parte (16 no final do primeiro dos quatro períodos e oito no início do segundo).

O extremo da equipa do Ohio, que ficou a apenas um ponto de igualar o seu melhor registo da temporada, concretizou 23 durante o primeiro quarto, convertendo quatro triplos em cinco tentativas, e chegou ao intervalo com 35 pontos, um recorde dos “Cavs”.

LeBron James já tem por hábito ser devastador frente aos Knicks: em Janeiro de 2009 marcara-lhes 52 pontos e em Março de 2008 50, sempre em Nova Iorque, enquanto em Novembro de 2007 tinha-se contentado em puni-los com “apenas” 45, em Cleveland.

“Podia tentar atingir os 50 pontos muito mais vezes, mas é o facto de envolver o mais possível os meus colegas de equipa no jogo que nos vai ajudar a longo prazo, não marcar 50 pontos todas as noites”, disse James.

O seu recorde de pontos consecutivos aconteceu no quinto jogo da final da Conferência Leste de 2007, frente aos Detroit Pistons, quando assinou os últimos 25 da sua equipa, numa vitória por 109-107 após dois prolongamentos que lançou os “Cavs” para a final da NBA, depois perdida para os San Antonio Spurs.

Com 11 triunfos seguidos, o “cinco” de Cleveland está a duas vitórias de igualar o seu melhor parcial de sucessos, estabelecido no ano passado, e, com 41 vitórias e 11 derrotas, possui o melhor registo da presente edição da NBA, à frente dos campeões em título Los Angeles Lakers.

Os “Cavs” são líderes destacados da Divisão Central, com 15,5 jogos de vantagem sobre os segundos da série, os Chigado Bulls.

Apesar de ter sido, uma vez mais, o “homem do jogo”, James foi bem secundado pelo poste Shaquille O’Neal e por Anthony Parker, que marcaram 19 e 10 pontos, respectivamente.

Em Portland, Oregon, as ausências dos bases Brandon Roy e Kobe Bryant nos Portland Trail Blazers e nos Los Angeles Lakers, respectivamente, afectaram mais a equipa local do que os campeões da NBA, que ganharam por 99-82 graças a Ron Artest, Lamar Odom e Pau Gasol.

A vitória fez os Lakers esquecerem a derrota sofrida na véspera frente aos Denver Nuggets, em pleno Staples Center de Los Angeles.

Lesionado no tornozelo esquerdo desde a semana passada, Bryant, que agravou a lesão na quarta-feira, cedeu o lugar a Artest, que acabou por ser o melhor marcador do encontro, com 21 pontos. O base Derek Fisher atingiu os 14 e o espanhol Gasol fez 13 e ganhou oito ressaltos.

Mas o jogador mais decisivo, especialmente sob as tabelas, foi Lamar Odom, que conseguiu um duplo-duplo de 10 pontos e 22 ressaltos - o seu melhor registo como profissional -, além de ter feito seis assistências.

Com esta vitória, os Lakers terminaram uma série de nove derrotas seguidas no Rose Garden de Portland, aonde não ganhavam desde 23 de Fevereiro de 2005.


Fonte: O Jogo

Ciclismo: Franco Ballerini morre em acidente num rali de automóveis

07.02.10, Planeta Cultural
O seleccionador italiano de ciclismo, Franco Ballerini, vencedor da “rainha das clássicas” Paris-Roubaix em 1995 e 1998, morreu hoje aos 45 anos, na sequência de um acidente registado no Rali de Larciano, em Itália.

Segundo a agência de notícias italiana ANSA, Ballerini, um apaixonado do automobilismo, alinhava no Rali de Larciano como co-piloto de Alessandro Ciardi, o qual, por seu lado, se encontra em estado de coma no hospital de Pistoia.

Ciardi terá perdido o controlo do Renault Clio Sport à saída de uma curva, entrando em derrapagem depois de pisar erva, e o automóvel embateu no muro de uma casa a uma velocidade estimada entre 100 e 120 km/h.

Nascido em Florença, Ballerini era, desde 2001, seleccionador da equipa italiana de estrada para os Campeonatos do Mundo de ciclismo e para os Jogos Olímpicos.

Sob o seu comando, a Itália conquistou quatro títulos mundiais, através de Mario Cipollini (2002), Paolo Bettini (2006 e 2007) e Alessandro Ballan (2008), além de uma medalha de ouro olímpica, por Paolo Bettini em Atenas2004, onde a de prata foi conquistada pelo português Sérgio Paulinho.

"Perdi um grande amigo, um irmão”, disse Paolo Bettini à saída do hospital de Pistoia, para aonde o corpo de Ballerini foi transportado.

O campeão olímpico recordou que Ballerini “arriscou mil vezes a sua vida em prova” ao longo da carreira como ciclista: “Disputava a Paris-Roubaix sem capacete, atirando-se para as descidas das Dolomitas, e nunca teve problemas. O destino levou-o agora que ele saciava a sua paixão pelos automóveis”.

“Foi ele que me fez descobrir os ralis”, acrescentou o ex-ciclista, que também é toscano, e disputou seis ralis em conjunto com Ballerini. “Se havia uma coisa que Franco tinha era [a preocupação com] a segurança. Não deixava nada ao acaso”.

Francesco Moser, outro nome grande da modalidade em Itália, considerou que a morte de Ballerini “é um golpe duro para todo o ciclismo”, pois tratava-se de “um seleccionador ganhador, um homem que sabia gerir as corridas”.

“Para mim, ele ainda foi melhor como seleccionador [do que como ciclista]. Conseguia obter o melhor de todos os corredores, sabia observar, escolher, preparar as provas e, sobretudo, os Campeonatos do Mundo, que os seus homens venceram por quatro vezes”, acrescentou.

Além de ter ganho duas vezes a Paris-Roubaix, prova na qual também foi segundo em 1993 e terceiro em 1994, Ballerini ganhou igualmente a clássica Paris-Bruxelas em 1990, dois anos antes de terminar a carreira de ciclista profissional.


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