Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

Carmen Miranda homenageada no Teatro S. Luiz

03.12.09, Planeta Cultural

A cantora e actriz Carmen Miranda é homenageada pelo contratenor brasileiro Edson Cordeiro, em dois espectáculos no Teatro S. Luiz, em Lisboa, nos dias 04 e 05.

Edson Cordeiro convidou os Couple Coffee para cantar êxitos da cantora nascida há 100 anos em Marco de Canavezes.

 

O contratenor afirmou à Agência Lusa que "admira imenso" Carmen Miranda, "uma artista incomum" com a qual tem partilha o dia de nascimento (09 de Fevereiro).

 

"O que aconteceu com Carmen Miranda não se repetirá nunca na história da música brasileira, até pelas condições da época", sublinhou.

 

"Tico-tico no fubá", "Mamãe eu quero" e "South-americam way", são alguns temas da cantora que conquistou Holywood e que Edson Cordeiro e os Couple Coffee - Luanda Cozetti (voz) e Norton Daiello (baixo) - irão interpretar no S. Luiz.

 

Edson Cordeiro parte depois em digressão pelo país com o espectáculo "Voz de mulher", que apresentou em Abril do ano passado, no qual homenageia Amália Rodrigues.

 

A digressão deste ano é um pouco diferente, como revelou à Lusa: "Há canções novas, até de Amália, e uma de Chico Buarque, 'Angélica', homenagem a uma estilista conhecida por Zuzu Angel, que em 1976 foi assassinada pela ditadura militar".

 

De Amália interpretará "Fado português" e "Fria claridade". Dalva de Oliveira, Yma Sumac, Billie Holiday e Madonna são outras mulheres homenageadas em "Voz de Mulher".

Edson Cordeiro apresentará este espectáculo acompanhado apenas ao piano por Broder Kuhne dia 07 no Auditório Municipal de Olhão, dia 09 no Teatro Gil Vicente, em Coimbra, dia 11 no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, e no dia seguinte no Cine-Teatro de Estarreja.

 

A extensão de quatro oitavas da voz de Edson Cordeiro foi já apontada como a mais alta entre os contratenores da actualidade.

 

Edson Cordeiro, 42 anos, que já foi cantor de rua em S. Paulo, tornou-se conhecido através do programa "Boa noite Brasil".

 

Dos seis aos 16 anos cantou no coro da igreja evangélica frequentada pelos seus pais. Fez teatro infantil e, em 1983, participou na ópera-rock "Amapola" O seu primeiro álbum, em nome próprio, apareceu em 1994 e desde então saíram dez álbuns.
 

Diário de Notícias

12 empresas têm Rótulo Ecológico por amizade ao ambiente

03.12.09, Planeta Cultural

Uma tinta, um hotel, um desinfectante sanitário e uma camisola têm em comum uma flor, o símbolo do rótulo ecológico que, desde 1996, foi atribuído a bens e serviços de 12 empresas portuguesas como prova da sua "amizade" ao ambiente.

 

Criado em 1992, o Sistema Comunitário de Atribuição de Rótulo Ecológico é voluntário e visa promover produtos e serviços susceptíveis de contribuírem para a redução de impactes ambientais negativos.

O seu símbolo é uma flor, cujas "pétalas" são 15 estrelas da Europa que ainda não era a 27 Estados.

A existência desta flor nos produtos pretende "orientar os consumidores, facultando-lhes informações simples, exactas e cientificamente comprovadas, sobre os produtos e serviços em causa".

Em Portugal, o primeiro produto a receber esta classificação foi uma tinta da marca Dyrup, em Agosto de 1996. Meses depois, uma outra tinta (Robbialac) recebia a mesma classificação, mas só seis anos depois é que um produto português voltaria a ter este rótulo, também uma tinta (Hempel).

Desde 2006 esta lista tem vindo a aumentar de uma forma mais acelerada, ainda que tímida.

São já 12 as empresas com produtos (bens e serviços) autorizados pelo Ministério da Economia a usar este rótulo, entre tintas, vestuário, hotéis, papel higiénico, rolos de cozinha, desinfectantes sanitários e detergentes, segundo disse à Lusa Carla Pinto, chefe da Divisão de Sustentabilidade Empresarial da Direcção-Geral das Actividades Económicas (DGAE), responsável pela atribuição deste rótulo.

Em análise estão mais duas candidaturas: uma tinta e papel de cópia.

Podem receber esta certificação produtos que "induzam, numa ou mais fases do ciclo de vida, impactes ambientais significativos" e "apresentem um potencial significativo de melhoria ambiental".

Estes produtos devem representar um volume importante de vendas e de comércio no mercado interno e incluir, no seu volume de vendas, uma parte significativa destinada ao consumo ou utilizações finais.

Excluídas do sistema estão "substâncias ou preparações classificadas como muito tóxicas, tóxicas, perigosas para o ambiente, cancerígenas, tóxicas no que respeita à reprodução ou mutagénicas", assim como "produtos fabricados por processos susceptíveis de prejudicar de forma significativa o ser humano e/ou o ambiente ou que, na sua aplicação normal, possam ser nocivos para o consumidor".

Os géneros alimentícios, bebidas, produtos farmacêuticos e dispositivos médicos que se destinem apenas a utilização profissional ou a serem prescritos ou supervisionados por profissionais médicos também ficam de fora do sistema.

Para Carla Pinto, as empresas têm cada vez mais razões para disponibilizar este símbolo nos seus produtos, até porque em muitos casos são os clientes que impõem esta certificação como condição para o adquirir, principalmente nas exportações.

"Quando encomenda, o cliente solicita produtos com esta certificação. Quem vende, e se quer continuar a vender, tem de disponibilizá-la", disse.

Outro "nicho" de mercado para os produtos com rótulo ecológico são os mercados públicos ecologicamente orientados.

Trata-se de Estados-membros que exigem a certificação de rótulo ecológico nas compras públicas.

"Este é um mercado [das compras públicas] muito apetecível. Quem vende tenta adaptar-se às suas exigências", acrescentou.

A responsável lembra que "o objectivo primário de qualquer empresa é vender" e que esta pode ser uma forma de atingir novos e mais mercados.

 

 

Visite a fonte da informação aqui

Administração da Cimpor quer destituir presidente executivo

03.12.09, Planeta Cultural

O presidente do conselho de administração da Cimpor, Ricardo Bayão-Horta, apresentou uma moção para destituir o presidente da comissão executiva da empresa, Jorge Salavessa Moura, avançam o “Expresso” e o “Público” online.

Tudo indica que será substituído pelo actual “chairman” Ricardo Bayão Horta.

A decisão de afastar Salavessa de CEO da Cimpor acaba de ser tomada em assembleia geral, que terminou há poucos minutos, e depois de uma votação renhida com nove votos favoráveis à sua saída e seis contra, segundo o “Público”.

A iniciativa é mais um episódio na luta pelo poder dentro da Cimpor, já que Salavessa Moura é considerado próximo da Teixeira Duarte por outros accionistas, como a Investifino e a Lafarge.

 

Visite aqui a fonte da informação

Índia propõe redução da intensidade de carbono mas rejeita metas impostas por acordos internacionais

03.12.09, Planeta Cultural
A Índia anunciou que pretende reduzir a sua intensidade de carbono entre 20% a 25% até 2020. O país continua, no entanto, a opor-se a uma meta de redução de emissões legalmente imposta por qualquer acordo internacional, afirmou o ministro do ambiente indiano.

Depois das metas anunciadas pelos Estados Unidos e pela China, foi agora a vez da Índia anunciar que pretende reduzir a sua intensidade de carbono entre 20% a 25% até 2020.

"Temos um plano de acção nos transportes, indústria, construção, florestas e em outros sectores da nossa economia" que vai ajudar a reduzir a nossa intensidade de carbono, garantiu o ministro do Ambiente, Jairam Ramesh num debate no parlamento indiano sobre as alterações climáticas.

Apesar deste anúncio, Ramesh fez questão de sublinhar que a Índia não aceitará nenhuma meta de redução de emissões legalmente imposta por qualquer acordo internacional ou uma data para as emissões atingirem o seu nível máximo.

Um dos textos que está a ser preparado pelo Governo dinamarquês e que poderá servir de base ao acordo final, assinala que as emissões devem atingir o seu nível máximo em 2020 e que o mundo deve ser capaz de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa em 50% até 2050.

Esta proposta desagrada claramente às nações em desenvolvimento. Países como a China ou a Índia, defendem que as metas de redução de emissões devem aplicar-se apenas aos países mais ricos – tal como ficou definido no Protocolo de Quioto.

 

Visite aqui a fonte da informação