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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Ciclismo - Campeonato Nacional de Rampa: David Rosa e Ana Vigário campeões nacionais

20.09.09, Planeta Cultural

David Rosa (Centro de Estudos de Fátima) e Ana Vigário (Santa Cruz/Bicicastro) conquistaram hoje a primeira edição do Campeonato Nacional de Rampa, em BTT, disputado em Manteigas. O Clube BTT de Seia trinfou colectivamente.

 

O campeão nacional de cross country (XCO), David Rosa, enriqueceu esta manhã o palmarés, batendo toda a concorrência na prova de elite do Nacional de Rampa. O corrredor do Centro de Estudos de Fátima, concluiu a ascensão de 3 quilómetros em 15m59s, deixando o segundo classificado, Ivo Santos (Clube BTT de Seia), a 1m47s. O terceiro melhor tempo foi estabelecido por Marcelino Gonçalves (BTT Loulé/Loulé Concelho), que ficou a 1m59s do vencedor.

 

O melhor tempo na elite feminina foi estabelecido pela nortenha Ana Vigário, que precisou de 23m32s para completar a prova. A vice-campeã é Carla Cabral (MSS-Póvoa de Varzim-Maxibikes), que ficou a 18 segundos da vencedora. O pódio fechou com Mónica Santos (MaxiGym-Leiria), a 1m02s da campeã.

 

Tiago Ferreira (Blackjack/Castrovães) não deu hipóteses entre os sub-23, sagrando-se campeão com uma marca de 16m55s. O segundo classificado foi Rubén Almeida (Lacoviana/Edatech/Bicicletas Lavarinhas), a 56 segundos. O terceiro foi Renato Ferreira (GD Volta da Pedra), a 1m04s.

 

O campeão nacional de rampa em juniores é David Rodrigues (Clube Montanhismo da Guarda), que fez uma excelente subida, em 16m24s. Mário Costa (MSS-Póvoa de Varzim-Maxibikes) teve de contentar-se com a segunda posição, a 1m06s do vencedor. O terceiro foi Rui Carvalho (CCD Serra/Monforqueijo/S2R Bikes), a 3m42s do campeão.

 

Fábio Tomás (Clube BTT de Seia) venceu a corrida de cadetes. Gil Amaral, também da equipa de Seia, ganhou entre os veteranos A. O campeão de veteranos B é António Sousa (Blackjack/Castrovães). Em veteranos C apenas correu um homem, Carlos Cabrita (BTT Loulé/Loulé Concelho). Joana Barbosa (MSS-Póvoa de Varzim-Maxibikes) também não teve adversárias em pista para disputar o título de sub-23, o mesmo sucedendo com Maria Marques nas veteranas. Já Filipa Queirós teve de bater Catarina Borges (MSS-Póvoa de Varzim) para ganhar em juniores. Magda Martins (MSS-Póvoa de Varzim-Maxibikes)I foi a mais forte entre as cadetes.

 

O triunfo colectivo foi conquistado pelo Clube BTT de Seia, seguido pela MSS-Póvoa de Varzim-Maxibikes e pelo Grupo Desportivo Volta da Pedra.

 

Fonte: O Jogo

Huíla: Deficientes físicos no Chipindo ganham meios de trabalho

20.09.09, Planeta Cultural

Trinta deficientes físicos residentes no município de Chipindo a 456 quilómetros da cidade do Lubango, província da Huíla,

beneficiaram, sexta-feira, de kits de trabalho e meios de locomoção, no âmbito do programa de reintegração social de pessoas portadora de deficiência.
 
A entrega dos meios, nomeadamente trinta kits para barbeiro, cinco cadeiras de roda e 130 pares de muletas, enquadra-se nas actividades comemorativas ao Dia do Herói Nacional, assinalado a 17 do corrente mês.
 
O governador provincial, Isaac dos Anjos, ao fazer a entrega dos meios,  sublinhou que o mesmo vai minimizar algumas dificuldades com que se debatem os deficientes físicos da localidade.
 
Reafirmou o compromisso do Governo em continuar a desenvolver acções tendentes à inserção social e melhorias das condições de vida dos deficientes da localidade através da Direcção Provincial da Assistência e Reinserção e Social.
 
Na ocasião, o governador ofertou igualmente 30 kits para agricultura a 23 camponeses associados em oito cooperativas existentes no município, nomeadamente enxadas, ancinhos, pás, catanas e machados.
 
O município de Chipindo tem uma população estimada em 70 mil e 936 habitantes e ocupa uma área territorial de três mil e 995 quilómetros.
 
Fonte: Angop

GT Open: Vitória para Gião e Couceiro em Magny-Cours

20.09.09, Planeta Cultural

O hino português soou esta tarde no circuito de Magny-Cours em França depois de Manuel Gião e Pedro Couceiro terem rubricado a primeira vitória da temporada no Internacional GT Open.

 

Os pilotos portugueses arrancaram da terceira posição da grelha e lutaram com todos os argumentos para conseguirem o primeiro lugar. Este resultado permite-lhes continuar na luta pelo título do Campeonato, ambição que sempre mantiveram desde o início da temporada.

 

A dupla portuguesa que na primeira corrida do fim-de-semana sentiu inúmeras dificuldades decidiu arriscar um ‘set-up’ mais arrojado: “Que acabou por resultar bastante bem. As alterações foram feitas de forma consciente e de facto foi um enorme prazer sentir que o carro estava a corresponder a todo o nosso trabalho”, começou por dizer Pedro Couceiro.

“Foi uma corrida perfeita e um resultado que realmente merecemos. Aguentámos bastante bem a pressão inicial, fizemos uma paragem nas boxes exemplar e mesmo no final o Pedro conseguiu fazer frente a um percalço de corrida e cruzar a linha de meta no primeiro lugar”, disse Manuel Gião.

 

Ouvira ‘portuguesa’ foi sem dúvida o momento alto: “Estar no topo do pódio tem um sentimento muito especial e ver toda a equipa feliz foi sem dúvida muito gratificante para nós. Conseguimos muitos pontos que nos vão permitir lutar até ao final pelo título de Campeões. É uma motivação extra”, disseram os pilotos portugueses.

 

 

Corrida2:
1ºCouceiro/Gião - Porsche 997 RSR
2ºNarac/Pilet – Porsche 997 RSR
3ºCioci/Perazzini – Ferrari 430

 

Fonte: O Jogo

Número de médicos em exclusivo no privado dispara

20.09.09, Planeta Cultural

O Serviço Nacional de Saúde está com falta de médicos e muitos estão a chegar à idade da reforma. Mas os privados já absorvem uma fatia relevante dos recursos médicos. As principais unidades já têm mais de 700 clínicos a trabalhar a tempo inteiro.
 

 

O número de médicos que abandonou o Serviço Nacional de Saúde (SNS) para ir trabalhar para o sector privado disparou nos últimos anos. Só as principais unidades dos três maiores grupos privados do País empregam hoje mais de 700 médicos a tempo inteiro, apurou o DN, um número que tem crescido "sobretudo nos últimos cinco anos", conta Isabel Vaz, presidente da Espírito Santo Saúde.

 

"Há uma clara tendência de crescimento", acrescenta. Os dois maiores hospitais, Luz e Arrábida, empregam "cerca de 800 médicos. Calculamos que 70% ([cerca de 560] dos que lá trabalham estão em exclusivo". As outras unidades da ESS, mais pequenas, têm metade dos médicos em exclusividade. Na Luz, que já tem dois anos, a filosofia já era essa; na Arrábida, por outro lado, "apenas 10% a 20% dos médicos estavam no quadro há cinco anos", ressalva.

 

Na José de Mello Saúde a situação repete-se. Em 2001, a Cuf Descobertas tinha apenas três médicos vinculados. "Hoje temos 62 em exclusivo", refere. No grupo trabalham já 110 médicos a tempo inteiro, correspondentes a 30% do total, segundo José Carlos Lopes Martins, administrador do grupo. O grupo tem actualmente mais um hospital e quatro clínicas, que têm mais 48 médicos no quadro.

 

Nos Hospitais Privados de Portugal (HPP), a relação é a mesma. "Já temos 800 médicos a trabalhar connosco, quando tínhamos cerca de 450 há ano e meio. A maioria continua a trabalhar noutro sítio, especialmente no SNS. Mas os casos de exclusividade são cada vez mais", diz o administrador José Miguel Boquinhas. De 15 passaram para 62 médicos no quadro.

 

Os três grupos têm um fatia de 65% a 75% da facturação total do sector privado. Em 2008, os resultados dos três ascenderam a 527 milhões de euros em 2008. E as previsões são de novo de subida. Logo, de mais contratações numa altura em que todos os especialistas reconhecem haver falta de médicos no SNS (ver texto ao lado).

 

Isabel Vaz tem uma vasta experiência em contratações. Por isso é a primeira a desmistificar a importância do vencimento. "O salário não é nem de perto nem de longe o mais importante. Um médico raramente decide ficar connosco pela questão monetária", refere.

Apesar de ser o factor habitualmente mais referido, Isabel Vaz enumera outros mais relevantes: "perguntam-nos quais os profissionais que lá trabalham, as condições do bloco, as tecnologias e equipamentos disponíveis, tipos de cirurgia que fazemos, se temos uma boa medicina interna e equipa de enfermagem", avança.

 

A responsável da ESS e José Carlos Lopes Martins, do grupo Mello, partilham as mesmas opiniões quanto à medicina privada. "Em cada uma das especialidades, a tecnologia disponível é a do estado da arte. Por vezes até temos equipamentos que não existem no público", diz Lopes Martins.

 

O número de casos que lá chegam já permite realizar as mesmas técnicas (ou quase) que no público e a "organização das equipas" é estimulante. Isabel Vaz fala também em qualidade de vida: "Os médicos querem trabalhar apenas num sítio e acabam por escolher cada vez mais ficar no privado. E aqui têm boas condições e estruturas sofisticadas", conclui.

 

 

Fonte: DN