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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Sócrates e Louçã disputam espaço económico dos "pés assentes na terra"

08.09.09, Planeta Cultural

No debate televisivo desta noite, o candidato socialista vestiu o papel de ‘challenger’ e dificultou a tarefa a Francisco Louçã, mais habituado a escrutinar o governo do que a ver as propostas do BE, como as nacionalizações e o fim das deduções fiscais, em análise.

“Pés assentes na terra” foi a expressão mais utilizada no debate da RTP pelos dois candidatos às eleições legislativas, que a usaram para criticar a política económica do opositor e descredibilizá-la “no mundo da fantasia”.
 

 

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Vendas da nova Playstation3 disparam no Japão para recorde

08.09.09, Planeta Cultural

As vendas da Playstation3 dispararam na última semana, tendo atingindo um volume nunca visto, num período tão curto. As vendas beneficiaram de alterações ao equipamento e à redução do preço da consola.

Foram vendidas 150.252 consolas da Playstation3, em quatro dias. A nova consola foi lançada a 3 de Setembro, com as vendas ao longo de toda a semana a atingirem as 150.832 unidades, o que corresponde ao volume mais alto desde que a Sony lançou a Playstation no Japão (11 de Novembro de 2006), de acordo com a Bloomberg.

A Sony lançou uma nova versão da Playstation3, mais fina, mais leve, mais eficiente, prometendo gastar menos 34% do que a anterior versão, e mais barata.
 

 

Fonte: Jornal de Negócios

Seguradoras: Seria "irresponsável" cobrir despesas da Gripe A

08.09.09, Planeta Cultural

 A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) afirmou hoje que seria "altamente irresponsável" os seguros de saúde cobrirem despesas relativas à gripe A.

 

"Não havendo modelos fiáveis de avaliação do risco, dos custos com sinistros, poderiam rapidamente conduzir uma seguradora à falência, afectando todos os segurados e beneficiários clientes da seguradora mesmo de outros ramos de seguro", refere um comunicado da APS.                                                                          

Visando "esclarecer" algumas "dúvidas junto de algumas entidades que se pronunciaram publicamente" sobre o facto de os seguros de saúde não cobrirem despesas decorrentes de contágio pela gripe A (H1N1), a APS afirma que é "uma exclusão típica dos contratos de seguro de saúde, com carácter suplementar ou complementar, celebrados em qualquer parte do mundo".

 

"Não se trata de uma exclusão característica dos contratos celebrados no nosso país", reiterou a associação, frisando que nos países em que o serviço nacional de saúde assume a forma de "seguro alternativo" há "respostas específicas para riscos extremos" como as pandemias, com o Estado a assumir-se como "financiador de último recurso, nomeadamente em caso de falência da seguradora".         

 

 

Segundo a APS, nenhum segurador "pode medir o risco de uma epidemia ou pandemia, nem quanto à sua frequência, nem quanto à sua extensão, nem quanto ao seu custo".

 

"Torna-se, por isso, impossível de quantificar o risco e estabelecer um preço correcto e transparente para cada cidadão", referem as seguradoras.

 

 

Fonte: Económico