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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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CPU-Z v1.52 Beta

07.07.09, Planeta Cultural

 

 

O CPU-Z é um utilitário gratuito que exibe diversas informações sobre o hardware do computador. O programa exibe informações como nome, frequência e quantidade de núcleos do processador, fabricante, modelo e revisão da placa mãe e muitas outras.

Uma das novidades desta nova versão é a melhora na compatibilidade com o Windows 7.

 

 

As mudanças constantes nesta versão

· New design with "Graphics" tab.
· NVIDIA nForce 980a chipset support.
· Intel Atom Z530, Pentium DC E6300 (2.8GHz) and Core 2 Solo processors.
· Intel P55 and US15W chipsets preliminary support.
· AMD Phenom X2 "Callisto" and Athlon X2 "Regor" processors.
· Improved support for AMD Opteron 6-core "Istanbul".
· Improved support for Windows 7.
· New Intel logos.

Gmail deixa fase beta

07.07.09, Planeta Cultural

Após 5 anos depois do seu lançamento, o Gmail finalmente perdeu o "Beta" do seu nome. O Gmail, serviço de e-mail gratuito do Google, possui antispam, interface para o iPhone, suporte para 53 idiomas, chat integrado, suporte aos protocolos POP3, SMTP e IMAP, uso de skins para personalização e muito mais.

Além de tudo isto, o Gmail oferece também mais de 7 GB de espaço para armazenamento (espaço esse que aumenta a cada dia) e diversos recursos que podem ser acessados através do Gmail Labs.

 

25 anos de prisão para homem que mandou matar mulher e assassinou homicida contratado

07.07.09, Planeta Cultural

Um homem, de cerca de 50 anos, foi hoje condenado à pena máxima de 25 anos de prisão efectiva pelo Tribunal de Évora por dois crimes de homicídio qualificado, um deles da esposa, e um crime de profanação de cadáver.

 

O homem, que foi emigrante em França com a mulher, era acusado pelo Ministério Público de a ter mandado matar, em Agosto de 2007, quando passavam férias na sua casa em Alcáçovas, no concelho de Viana do Alentejo (Évora).

 

O arguido terá contratado um homem, de nacionalidade francesa, para matar a mulher, o que aconteceu, e, pouco mais de dois meses depois, acabou por assassiná-lo em França, com dois tiros na cabeça, tendo também conseguido fazer chegar o cadáver a Portugal, onde o enterrou.

 

O caso, julgado no Tribunal de Évora e cujo acórdão do colectivo de juízes foi hoje lido, envolveu ainda outros dois arguidos, o pai do emigrante, condenado por co-autoria do crime de profanação de cadáver, e um tio, sentenciado por cumplicidade no mesmo crime.

 

O Tribunal de Évora referiu que estes dois arguidos «agiram na emoção do momento» e procuraram auxiliar um familiar, tendo aplicado penas de multa de 770 euros ao pai (110 dias a sete euros diários) e de 600 euros ao tio (100 dias a seis euros diários).

 

Já quanto ao principal arguido, em prisão preventiva no Estabelecimento Prisional de Lisboa, não esteve hoje presente na leitura do acórdão devido à greve dos guardas prisionais.

 

«Não estavam reunidas as condições de segurança», nem «os meios necessários para o fazer comparecer», explicou a presidente do colectivo de juízes, ainda que frisando que o arguido, através de uma declaração assinada, prescindiu de estar presente.

 

O tribunal, disse a juíza, ficou com a «absoluta convicção» de que o arguido «planeou cuidadosamente» e com «antecipação» a morte da esposa e a ocultação do cadáver do homem que contratou para executar o homicídio, tendo agido com «frieza de ânimo» nos dois homicídios qualificados.

 

O arguido, afirmou mesmo a presidente do colectivo de juízes, ponderou até à «exaustão» os homicídios e é um homem capaz de passar «por cima de todos» quantos lhe «façam frente», sem olhar «a meios para atingir os seus fins».

 

«Fez aquilo que fez e, provavelmente, se estiver em circunstâncias semelhantes, poderá voltar a fazê-lo», acrescentou a magistrada, que levou cerca de uma hora e meia a ler o acórdão.

 

O tribunal decidiu sentenciá-lo a 23 anos e quatro meses e a 19 anos de prisão, respectivamente, pelos homicídios qualificados da mulher e do francês e a mais um ano e oito meses de prisão pela profanação de cadáver.

 

Contudo, disse a juíza, a lei portuguesa impede uma pena de prisão superior a 25 anos, pelo que, em cúmulo jurídico, o arguido foi condenado ao "número máximo de anos" permitido legalmente.

 

Questionados pelos jornalistas, os advogados dos arguidos remeteram a decisão sobre um eventual recurso para depois de uma leitura mais pormenorizada do acórdão.

No final de Agosto de 2007, uma mulher de 49 anos foi encontrada morta na sua casa em Alcáçovas, tendo as autoridades policiais suspeitado logo de homicídio.

 

Na altura, a GNR revelou ter recebido o alerta para a ocorrência por volta das 20:30, através do telefonema de um vizinho da vítima, depois do marido desta a ter encontrado «prostrada no chão de casa, supostamente morta», óbito que foi depois confirmado pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

 

O marido da vítima acabou por ser detido em Janeiro de 2008 pela Polícia Judiciária.

 

Fonte: Lusa / SOL