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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Separação na Fórmula 1 evitada por acordo entre equipas e Federação

24.06.09, Planeta Cultural

A Formula One Teams Association (FOTA), recuou na intenção de criar um campeonato concorrente com a Fórmula 1. As oito equipas que compõem a FOTA e se manifestaram contra os tectos orçamentais impostos pela Fédération Internationale du Automobile (FIA) chegando a anunciar a criação de um campeonato alternativo, já não vão abandonar o Mundial.
 

A FIA e a FOTA chegaram assim a acordo para evitar a cisão do Campeonato Mundial de Fórmula 1. Uma reunião entre os membros da FOTA estava agendada, já para quinta-feira, em Bolonha, para preparar a saída, na próxima época, das oito equipas que compõem a FOTA.

“Não haverá separação. Chegámos a acordo para a redução de custos”, disse o presidente da FIA, Max Mosley, à comunicação social. “Haverá apenas um campeonato de Fórmula 1, mas o objectivo é voltar aos níveis de despesas do início dos anos 90.”

Max Mosley que durante a semana insinuou que gostaria de permanecer, enquanto presidente da FIA, disse que não se re-candidatará ao cargo de líder do órgão que governa a Fórmula 1.

Parecem ter-se conciliado assim, as posições da FOTA e da FIA, na condição de que Max Mosley não se re-candidate à liderança disciplina máxima do desporto automóvel.

Apesar da contenda entre as equipas e o patrão da F1, a FIA vinha a flexibilizar a sua posição antes do Grande Prémio da Grã-Bretanha, dizendo-se disposta a rever as regras do Campeonato Mundial se as equipas se comprometessem com a Fórmula 1, segundo o site da Reuters.

 

Fonte: Jornal de Negócios

"BCP continua a roubar ainda hoje em dia e posso provar"

24.06.09, Planeta Cultural

O comendador Joe Berardo, terceiro maior accionista do BCP, teceu hoje críticas sobre o banco onde detém uma posição 6,2%, voltando à carga com as acusações de "roubo" e de "aldrabice", afirmando que tem provas desses actos.

"O BCP continua a roubar ainda hoje em dia e posso provar", atirou Joe Berardo, no decorrer do 'Ideia Fórum', promovido pelo jornal 'i' e que decorreu hoje em Lisboa.

Mais tarde, na saída do encontro, o empresário madeirense que detém 6,2 por cento do BCP, de acordo com os dados compilados pela agência de informação financeira Bloomberg, afirmou que "há poucos dias, Gordon Brown [primeiro-ministro inglês] disse que o presidente executivo do Royal Bank of Scotland tinha uma reforma muito elevada, de 800 mil libras por ano. Aqui [no BCP], alguns administradores reformados ganham mais do que isso".

Joe Berardo não especificou quem são os visados nas suas declarações.

"São valores extremamente elevados. Não tenho problema de eles serem bem remunerados, mas sim com as aldrabices feitas, alterando os resultados para daí beneficiarem eles próprios", reforçou Joe Berardo.
 

 

Fonte: Jornal de Negócios

Joe Berardo diz que lançou avisos sobre João Rendeiro em 1998

24.06.09, Planeta Cultural

Joe Berardo, um dos homens mais ricos de Portugal, afirmou hoje que foi accionista do BPP, mas que em 1998 retirou todo o dinheiro do banco liderado por João Rendeiro, depois de se aperceber de movimentos pouco transparentes.

"O BPP estava marcado há muitos anos. Em 1998 tirei de lá o meu dinheiro e fiz um anúncio de uma página inteira no Público", disse Joe Berardo, acrescentando que "as pessoas, quando não são honestas, nem o Banco de Portugal, nem ninguém pode ter controle sobre a situação".

"Podemos sempre criticar [a supervisão], mas não é fácil", considerou, ao mesmo tempo que disse sobre a possibilidade do Governo poder deixar falir o BPP.

“É sempre mau deixar um banco cair, ainda mais num sistema bancário pequeno como o português", acrescentou Berardo.

Sobre os clientes do BPP, Berardo frisou que "há um seguro que protege os depositantes, agora sobre os que investiram em bolsa, é como eu. Se vão salvar uns, também têm que salvar os outros".

Questionado sobre o produto de retorno absoluto com garantia de capital, o comendador sublinhou que "os bancos deviam ser supervisionados também pelos produtos que vendem, que deviam ser investigados".

Numa entrevista concedida a 15 de Março ao Correio da Manhã, Berardo explicou o porquê de ter vendido todas as acções que detinha no BPP em 1998: "Tínhamos uma guerra com o Sousa Cintra sobre as Pedras Salgadas. Aconteceram umas transacções e o banco estava a dever uns dinheiros. E como é que me pagaram? O fundo do banco vendeu-me acções a um preço mais barato".

"Um mês depois comprou-me essas acções a um preço mais caro. Os fundos dirigidos pelo banco foram comidos. Em vez de pagar o banco pagou o fundo. Nesse dia, logo que recebi o meu dinheiro, disse ao meu advogado para reunir com o João Rendeiro e vender tudo", acrescentou.

"Mais cedo ou mais tarde algo ia acontecer. Porque se ele fez isso a mim, para meu benefício, porque é que não irá fazer outra vez para benefício dele ou de outras pessoas?", prosseguiu Berardo quando confrontado se já tinha percebido que algo corria mal no BPP.

O empresário madeirense garantiu ainda que nem a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), nem o Banco de Portugal lhe fizeram qualquer pergunta sobre o negócio, que ocorreu há 11 anos.
 

 

Fonte Jornal de Negócios

Portugal Telecom e Oi em conversações informais

24.06.09, Planeta Cultural

A Portugal Telecom e a operadora de telecomunicações brasileira Oi têm mantido conversações informais com o intuito de analisarem um possível futuro em conjunto. A notícia está a ser avançada pelo “Globo” que cita fontes do sector.

Nesta altura estarão a decorrer conversações informais que poderão levar a que se aprofunde as negociações.

De acordo com “O Globo”, em cima da mesa estão duas hipóteses. Uma será a PT integrar a operadora criada pela fusão entre a Brasil Telecom e a Oi, no ano passado. A outra hipótese será a de estabelecer acordos comerciais para a Oi se expandir para países de língua portuguesa.

“O Globo” adianta que uma das fontes envolvidas nas negociações informais diz que não há nada a ser discutido ou negociado nesta altura e que “são apenas conversas informais”.

Actualmente a PT encontra-se no Brasil através da Vivo, que detém em partes iguais com a espanhola Telefónica.
 

Fonte: Jornal de Negócios