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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Jorge Jesus no Benfica

15.06.09, Planeta Cultural

Agora sim, pelo comunicado enviado à CMVM pelo SLB , confirmou-se que o Benfica chegou a acordo com o Sp. Braga quanto à possível contratação de Jorge Jesus para o clube encarnado.

 

Assim, crê-se que a novela Jorge Jesus/Benfica/Braga terá finalmente chegado ao fim... 

CGD desfaz parceria com grupo hospitalar espanhol

15.06.09, Planeta Cultural

A Caixa Geral de Depósitos desfez a parceria que tinha no grupo hospitalar espanhol, USP Hospitales, ao vender os 10% que detinha no seu capital social. A CGD, através da Caixa Seguros e Saúde, readquiriu os 25% do capital social dos Hospitais Privados de Portugal.

A CGD "vendeu a participação de 10% detida no capital social da USP Hospitales, deixando, deste modo, de possuir qualquer participação no grupo espanhol", adianta a CGD em comunicado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

O grupo espanhol acordou recentemente o refinanciamento da sua dívida e passou a ter como accionistas maioritários o Barclays e o Royal Bank of Scotland (RBS), que detêm cerca de 65% do capital.

Simultaneamente, a CGD readquiriu os 25% do capital da HPP – Hospitais Privados de Portugal, que eram detidos pela USP.

A HPP é proprietária, entre outros, do Hospital dos Lusíadas, em Lisboa, e gestora, em parceria público-privada, do actual e do futuro hospital de Cascais.
 

 

Fonte: Jornal de Negócios

Wall Street recua mais de 2%

15.06.09, Planeta Cultural

As bolsas norte-americanas fecharam em terreno negativo, a acompanhar a tendência das restantes bolsas mundiais, devido à desvalorização das matérias-primas e dados económicos pouco animadores: Os índices recuaram mais de 2%.

O Nasdaq recuou 2,28% para 1.816,38 pontos, o Dow Jones desceu 2,13% para 8.612,13 pontos e o S&P 500 caiu 2,38% para 923,72 pontos.

Os índices foram pressionados sobretudo pela queda das produtoras de “commodities”, pressionadas pela correcção das matérias-primas nos mercados internacionais, com a cotação do petróleo a descer mais de 2%.

A Exxon Móbil desceu 1,23%, a DuPont baixou 4,37% e a produtora de alumínio Alcoa cedeu 6,42%.

Os dados económicos negativos hoje divulgados também explicam o desempenho do índice, pois contrariam os últimos indicadores que apontam para uma recuperação da maior economia do mundo. A Reserva Federal de Nova Iorque divulgou que o seu índice económico geral de Junho caiu para -9,4, contra -4,6 pontos no mês anterior. As leituras inferiores a zero indicam que a actividade industrial está a contrair-se.

Os investidores estão também a aproveitar para realizar mais valias, perante as subidas das últimas semanas. O S&P500, que acumula um ganho anual de mais de 2% e hoje cede 2,58%, subiu mais de 40% desde os mínimos atingidos em Março.

São vários os sinais de regresso de alguma turbulência aos mercados. O dólar e as obrigações norte-americanas estão em alta e o Vix, que mede a volatilidade das acções nos EUA, registou a maior subida desde 21 de Maio.

Também a pressionar os índices, a Wall-Mart recuou 2,69%. No sector financeiro o JPMorgan caiu 3,05% e o Citigroup desceu 2,59%.

Fonte: Jornal de Negócios

Acções mundiais sofrem maior queda em dois meses

15.06.09, Planeta Cultural

As bolsas mundiais regressaram hoje às quedas acentuadas um pouco por todo o mundo, levando o índice que mede o desempenho das acções mundiais a registar a maior queda em dois meses. A desvalorização das matérias-primas e dados económicos pouco animadores justificam o desempenho.

O MSCI World, que agrupa o desempenho dos índices das principais bolsas mundiais, está hoje a cair 2,8%, a descida mais pronunciada desde 20 de Abril. Na Europa o Stoxx 600 caiu 2,5% e nos Estados Unidos os índices caem mais de 2%.

As produtoras de “commodities”lideram as quedas, pressionadas pela correcção das matérias-primas nos mercados internacionais. O petróleo é o melhor exemplo, com o crude a recuar mais de 3% em Nova Iorque.
 

Em Wall Street a Alcoa e a DuPont cedem mais de 4% e na Europa as produtoras de matérias-primas também estiveram em destaque pela negativa. Em Lisboa a Galp Energia cedeu mais de 3% e foi a que mais pressionou o PSI-20.

Os dados económicos negativos hoje divulgados também explicam o desempenho do índice, pois contrariam os últimos indicadores que apontam para uma recuperação da maior economia do mundo. A Reserva Federal de Nova Iorque divulgou que o seu índice económico geral de Junho caiu para -9,4, contra -4,6 pontos no mês anterior. As leituras inferiores a zero indicam que a actividade industrial está a contrair-se.

Os investidores estão também a aproveitar para realizar mais valias, perante as subidas das últimas semanas. O S&P500, que acumula um ganho anual de mais de 2% e hoje cede 2,58%, subiu mais de 40% desde os mínimos atingidos em Março.

São vários os sinais de regresso de alguma turbulência aos mercados. O dólar e as obrigações norte-americanas estão em alta e o Vix, que mede a volatilidade das acções nos EUA, registou a maior subida desde 21 de Maio.

O MSCI World está actualmente a transaccionar a 18,2 vezes os lucros das empresas, o que representa o PER mais elevado desde Dezembro de 2004. Um facto que levará também muitos investidores a sair dos mercados accionistas, temendo uma correcção.

 

Fonte: Jornal de Negócios