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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Douro: ADVID quer reduzir tratamentos químicos na viticultura

21.05.09, Planeta Cultural

A Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense (ADVID) quer implementar a biodiversidade funcional nas vinhas do Douro, através da introdução de plantas autóctones que vão dar sustento a insectos que se alimentam das pragas das culturas.

 

 

«O benefício que se pretende alcançar será o da redução do número de tratamentos a efectuar contra pragas, através do incremento da actuação dos seus inimigos naturais», afirmou hoje à Agência Lusa Fernando Alves, um dos responsáveis pela ADVID.

 

Ao projecto da ADVID associou-se a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), através da investigadora Laura Alves.

 

 

Fonte: Diário Digital / Lusa

Portuguesa Gameinvest desenvolve novo videojogo em parceria com americanos

21.05.09, Planeta Cultural

A Gameinvest, empresa portuguesa de videojogos, anunciou hoje o estabelecimento de uma parceria com a RealGames, divisão de jogos casuais da empresa americana RealNetworks, para o desenvolvimento de um novo jogo na área do PC Download.

A Gameinvest já está a desenvolver o produto, que irá ser distribuído posteriormente pela RealGames nos três mercados onde opera – Europa, América Latina e Estados Unidos.

“Trabalhar directamente com a RealNetworks permitir-nos-á atingir uma audiência ainda mais abrangente e chegar até novos jogadores”, refere a directora-geral da Gameinvest, Mariana Cardoso, em comunicado.

No ano passado, a empresa portuguesa lançou o Toy Shop Tycoon para a Nintendo DS, entre outros jogos. A caminho está já o novo “Hysteria Hospital: Emergency Ward”, a ser lançado em Junho para PC, Nintendo DS e Wii. Para Julho, está previsto o lançamento do jogo “Defenders of Law”, para PC Download.
 

 

Fonte: Jornal de Negócios

Professores voluntários apresentam-se ao serviço na próxima semana

21.05.09, Planeta Cultural

A partir da próxima semana, as escolas vão passar a contar com os serviços de professores em regime de voluntariado, os voluntários são profissionais aposentados que auxiliarão tarefas educativas do lado de fora da sala de aula.

 

O voluntariado de professores aposentados em escolas passa a ser regulamentado a partir da próxima semana, com a entrada em vigor de uma lei hoje publicada que prevê o pagamento de algumas despesas pelo uso de transportes públicos pelos voluntários.

 

O diploma define as áreas de «eventual intervenção» dos professores aposentados nas escolas, entre as quais estão o apoio a alunos nas salas de estudo, a integração de estudantes imigrantes, a ajuda ao funcionamento das bibliotecas escolares, o acompanhamento de visitas de estudo e a ajuda na dinamização de clubes de tempos livres.

 

Este trabalho voluntário, que é agora pela primeira vez regulamentado para ser exercido em estabelecimentos de educação e ensino não superior públicos, já existia em Portugal mas dependia da «boa vontade» das escolas e dos seus dirigentes.

 

«O voluntariado nas escolas tem existido mas pontualmente. Há muito que era reclamado um regime jurídico que enquadrasse esta actividade», afirmou à Lusa a assessora do Ministério da Educação.

 

O diploma, que entra em vigor daqui a cinco dias, estabelece que as direcções-regionais de educação passam a ser responsáveis pelo acompanhamento da actividade desenvolvida no âmbito dos programas de voluntariado, tendo de elaborar no final do ano um relatório sobre o tema.

 

O voluntariado de professores aposentados é gratuito mas a lei prevê o pagamento de despesas em transportes públicos sempre que essas deslocações sejam derivadas «exclusivamente» do cumprimento do programa de voluntariado.

 

Este programa, que tem a duração de um ano, embora renovável por igual período, prevê que este trabalho voluntário nas escolas «apenas» ocorra mediante a «expressa» manifestação de vontade por parte da escola, através da aprovação de um programa para o efeito.

 

Os voluntários são obrigados a cumprir um número mínimo de horas, a definir pela escola ou agrupamento escolar, e podem terminar o seu vínculo com a escola por sua iniciativa ou sempre que o órgão de gestão do agrupamento entenda que deixaram de existir razões para a elaboração do programa de voluntariado.

 

 

In' Lusa / SOL