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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Diz JPMorgan: Banca mundial pode registar novas perdas superiores a 300 mil milhões

20.04.09, Planeta Cultural

Os bancos deverão registar mais 400 mil milhões de dólares (306,7 mil milhões de euros) em perdas com activos tóxicos, o que poderá exigir novas injecções de capital governamentais, segundo o JPMorgan Chase.

De acordo com uma nota de “research” liderada pelo analista Matthew Jozoff e citada pela Bloomberg, os bancos precisarão de pôr de lado mais cerca de 215 mil milhões de dólares (164,8 mil milhões de euros) em reservas para os seus activos de 2,1 biliões de dólares (1,61 bliões de euros) de empréstimos hipotecários que ainda não foram titularizados.

O aumento do incumprimento no pagamento dos empréstimos hipotecários “subprime” (de alto risco), fenómeno que começou a evidenciar-se em 2006, escalou para uma crise no sector imobiliário norte-americano, levando a uma contracção económica a nível mundial.

Até agora, os bancos de todo o mundo anunciaram amortizações de activos e perdas no valor de 920 mil milhões de dólares (705,5 mil milhões de euros), contra 900 mil milhões de dólares (690,1 mil milhões de euros) de aumentos de capital, refere a nota de análise.

“Atendendo ao volume de perdas que ainda estão para ser suportadas, cremos que o sistema irá precisar de mais capital do governo”, escreveram os analistas, citados pela Bloomberg. “As instituições mais saudáveis poderão não precisar de mais dinheiro do governo e poderão tentar angariar mais capital através do sector privado”, acrescentam.

As perdas em todo o mundo registadas na banca e noutras empresas financeiras devido aos activos tóxicos norte-americanos poderão ascender a 2,2 biliões de dólares (1,68 biliões de euros), salientou o Fundo Monetário Internacional num relatório de 28 de Janeiro. Este valor é superior em 1,4 biliões de dólares (1,07 biliões de euros) ao previsto em Outubro pelo FMI.

 

Fonte: Jornal de Negócios

Google faz parte de empresas que fogem ao fisco no Reino Unido

20.04.09, Planeta Cultural

A Google está a ser alvo de críticas no Reino Unido por ter pago um valor de impostos que não corresponde ao volume de receitas conseguidas.

Segundo o jornal inglês “The Guardian”, a Google pagou 600 mil libras (672 mil euros) de impostos no Reino Unido, quando as receitas conseguidas pela tecnológica estariam sujeitas a um imposto de mais de 100 milhões de libras (112 milhões de euros).

No entanto, a Google defende que 90% das receitas conseguidas surgem através da Irlanda, onde a taxa de imposto é de 12,5%, contra os 28% cobrados na restante região.

Ainda assim, a empresa está a ser alvo de críticas dos políticos que referem estas acções como sendo inaceitáveis.

“A Google parece ser uma de um número de empresas que estão baseadas aqui, têm funcionários do Reino Unido e usam os serviços e infraestruturas locais, mas que estão a tentar pagar os seus impostos em qualquer outro lugar onde pensam que podem conseguir fugir com um pagamento de imposto menor”, afirmou o segundo líder do partido Liberal Democrata, Vince Cable, segundo a publicação inglesa.

“O governo tem de ser muito mais firme para parar isto”, acrescentou.
 

Fonte: Jornal de Negócios

Bolsa cai mais de 1% mas menos que a Europa

20.04.09, Planeta Cultural

A bolsa nacional encerrou a sessão em queda penalizada pela Energias de Portugal (EDP) e pela Galp Energia. O PSI-20 perdeu 1,09% numa sessão em que os congéneres europeus registaram fortes quedas.

O principal índice nacional terminou a sessão a cotar nos 6.709,04 pontos com quatro títulos a subir e 16 a desvalorizar. Na Europa, as principais praças registaram fortes quedas com as empresas produtoras de matérias-primas a serem as mais penalizadas. As quedas de hoje surgem depois dos índices terem registado seis ganhos semanais consecutivos.

Em Portugal, a Galp Energia foi a cotada que mais penalizou a bolsa portuguesa ao recuar 1,89% para os 9,772 euros no dia em que o Deutsche Bank iniciou a cobertura do título com uma recomendação de “comprar” e um preço-alvo de 14 euros.

A tendência foi acompanhada pelo restante sector energético com a EDP a perder 1,19% para os 2,729 euros, a EDP Renováveis desvalorizou 2,23% para os 5,653 euros e a REN perdia 0,90% para os 3,185 euros.

Do lado das quedas esteve também a banca, com excepção do BCP que inverteu a tendência nos últimos minutos da sessão e acabou por registar a sexta sessão consecutiva de ganhos. Os títulos avançaram hoje 0,41% para os 0,743 euros.

Na restante banca a tendência foi de quedas, tal como aconteceu na Europa. O BES desvalorizou 0,36% para os 3,60 euros e o BPI depreciou 1,71% para os 1,838 euros.

Já a contrariar as quedas esteve a Sonaecom, que avançou 0,40% para os 1,74 euros e a Portugal Telecom, que negociou hoje pelo último dia com direito ao dividendo relativo ao exercício de 2008. A maior operadora de telecomunicações portuguesa avançou 0,63% para os 6,36 euros.

Ainda entre as empresas de telecomunicações, a Zon contrariou a tendência ao desvalorizar 1,53% para os 4,185 euros.

Destaque ainda para a Mota-Engil, que registou na semana passada o maior ganho semanal desde Julho de 2001. A cotada perdeu hoje 8,66% para os 3,06 euros no dia em que o Negócios avança que a empresa vai estudar, até ao final do ano, a viabilidade de novas explorações mineiras no Malawi, designadamente de cobre, níquel, niobium e ouro.

Também a Semapa encerrou a sessão em queda, ao recuar 4,68% para os 6,11 euros, no dia em que começou a negociar sem direito ao dividendo de 0,255 euros.

Fora do PSI-20, a Reditus ganhou 1,49% para negociar nos 7,47 euros. O Caixa BI reiniciou a cobertura das acções da tecnológica atribuindo uma avaliação de 8 euros e uma recomendação de “manter”.
 

Fonte: Jornal de Negócios