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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Acordo do clima esbarra no Congresso americano

09.04.09, Planeta Cultural

mundo virou refém do Congresso dos EUA. Pelo menos no que diz respeito ao aquecimento global. Essa situação se delineou em Bonn, na Alemanha, durante a primeira reunião de negociação para preparar o acordo que será fechado na Conferência do Clima em Copenhague, em Dezembro.

O evento, que terminou ontem, deveria ter iniciado as negociações sobre metas que os países desenvolvidos adoptarão para reduzir as emissões de gases do efeito estufa após 2012, quando expira a primeira fase do Protocolo de Kyoto, o acordo do clima vigente agora. Mas não foi o que ocorreu.

 

Negociadores do presidente dos EUA, Barack Obama, acabam de entrar no jogo depois de o governo Bush ter se esquivado, mas ainda não têm uma posição definida sobre que tipo de meta de corte propor, porque qualquer movimento requer um acordo interno no legislativo do país.

 

A delegação americana em Bonn, apesar de declarar que quer liderar o processo de combate à crise do clima, teve em Bonn uma actuação discreta: mais ouviu do que falou, possivelmente ainda estudando o cenário político.

 

Quando questionado pelos jornalistas se o país traria uma proposta concreta para colocar à mesa em Junho, na próxima reunião entre os negociadores, Jonathan Pershing, representante dos EUA, respondeu que a pergunta deveria, na verdade, ser feita ao Congresso.

 

Porém, se disse céptico quanto ao cumprimento do prazo. "Ficaria surpreso se isso acontecesse", afirmou, mesmo prometendo empenho. "Podemos pressionar, levar dados ao Congresso e tentar agilizar o processo."

 

Em Bonn, porém, o empenho foi limitado. O negociador-chefe dos EUA, Todd Stern, foi aplaudido durante discurso na abertura do evento, mas não ficou até o final da reunião.

 

Governo de São Paulo anuncia Twitter oficial e vídeos no YouTube

09.04.09, Planeta Cultural

O governo do Estado de São Paulo anunciou ontem (8) o lançamento oficial do seu perfil no Twitter, serviço de microblogs com cerca de seis milhões de usuários no mundo. O endereço da página do Twitter é twitter.com/governosp.

Todos que se cadastrarem receberão avisos sobre abertura de concursos públicos, eventos gratuitos, agenda cultural --além de receber propaganda do governo, como avisos sobre investimentos em saúde e educação.

 

Médicos suíços confirmam 'terceiro braço fantasma' em paciente

09.04.09, Planeta Cultural

Médicos da Suíça conseguiram comprovar a existência de um terceiro "braço fantasma" em uma mulher que sofreu um derrame.

 

A paciente de 64 anos havia perdido as funções de seu braço esquerdo após o acidente cerebral.

 

Mas poucos dias depois, ela desenvolveu um "terceiro membro", que ela dizia enxergar e usar para tocar objectos e até coçar o braço direito.

 

Usando exames de ressonância magnética, especialistas do Hospital Universitário de Genebra confirmaram que o cérebro da mulher emitia comandos ao "braço fantasma" e reconhecia suas acções.

 

Raro

 

A paciente diz que seu novo membro fica à sua esquerda e tem uma cor de leite, "quase transparente".

 

Segundo o neurologista Asaid Khateb, chefe da equipe que analisou as imagens cerebrais, trata-se de um caso extremamente raro em que o paciente não somente sente o membro imaginário, como também o enxerga e o movimenta voluntariamente.

 

O médico disse ainda que esta é a primeira vez que se mede a actividade cerebral a partir do contacto com um membro fantasma.

 

O fenómeno do membro fantasma está normalmente associado com pessoas que sofreram amputação. Segundo cientistas, entre 50% e 80% delas descrevem sensações de tacto e dor na parte retirada.

 

As descobertas da equipe foram divulgadas na revista especializada Anais da Neurologia.

 

in' BBC Brasil

Investir em África

09.04.09, Planeta Cultural

O ano passado foi negro para as acções mundiais. África não escapou. Ainda assim, os analistas consideram que há oportunidades únicas de investimento na região. Mas a promessa de retornos elevados acarreta riscos altos. A instabilidade política e a falta de transparência são as principais ameaças ao investimento.

Depois da Ásia, África poderá ser o próximo continente que promete superar os retornos das bolsas mundiais. Os elevados ritmos de crescimento, associados à grande riqueza de recursos naturais, nomeadamente o petróleo, e o elevado potencial da procura interna oferecem oportunidades de investimento únicas. Mas os riscos são grandes e exigem paciência. Trata-se de países caracterizados pela forte instabilidade política, marcados por bolsas com pouca liquidez e falta de transparência. Ainda assim, os especialistas não têm dúvidas: o risco compensa.

Apesar de terem sido menos penalizadas do que as restantes praças mundiais, as bolsas africanas não escaparam ao sentimento negativo e também foram arrastadas pelas quedas.

Ainda assim, África continua afastada dos problemas de endividamento que estiveram na origem da crise mundial. As economias da região beneficiam ainda de elevados ritmos de crescimento, acima dos países desenvolvidos, bem como de um enorme potencial em termos de consumo interno, que ainda se está a desenvolver. Por isso, para os gestores de activos, África está na linha da frente para beneficiar com uma retoma económica e a emergência da China como uma grande potência global.

"África é a última região do mundo a beneficiar do fenómeno da globalização, seja pelos aspectos de enquadramento demográfico, muito favorável a uma expansão da procura interna a partir dos níveis muito baixos actuais, ou ainda pela melhoria significativa da estabilidade política e da situação financeira de um grande número de países africanos", explicou ao Negócios , Ricardo Graça Santos, gestor da ESAF. Na opinião do responsável, há no continente "uma enorme oportunidade de investimento", destacando a aposta em países como a África do Sul, Egipto, Maurícias, Marrocos ou Quénia.

Opinião semelhante tem Francis Beddington, do Insparo Asset Managment, que destaca o facto de a região ter sido menos afectada pelo "abrandamento global do que a maioria das regiões do mundo". Além disso, o mesmo responsável realça que "as últimas previsões do FMI, que nós consideramos conservadoras, apontam o crescimento africano como o segundo mais rápido do mundo, depois da China", dados que justificam a aposta na região. Para Francis Beddington, "as telecomunicações, os seguros, a banca de retalho e o imobiliário são os sectores que beneficiam com o desenvolvimento de uma classe média africana".

Mais abertura
A maior abertura à fixação de empresas estrangeiras nos países africanos é outro dos catalisadores da região. "A estabilidade política tem permitido que a fixação de multinacionais em África acelere e potencie o consumo doméstico e crie emprego, conferindo maior estabilidade aos rendimentos e criando condições para que um ciclo virtuoso de crescimento possa ter início", acrescentou Ricardo Graça Santos.

Mas, se as possibilidades de retorno elevados são grandes, também os riscos o são. Embora tenha observado algumas melhorias nos últimos anos, África continua a ser um continente marcado pela falta de transparência e pela instabilidade política. "Estes mercados continuam a sofrer de uma liquidez limitada e pouca transparência", explicou o gestor da Insparo Asset Managment. Ainda assim, o responsável salienta que estes riscos são os mesmos que há noutros emergentes e os retornos são, na maior parte das vezes, mais altos.

ÁFRICA DO SUL CONTINUA A SER O MERCADO PREFERIDO
AS ESCOLHAS DOS GESTORES DE ACTIVOS RECAEM SOBRE PAÍSES ONDE HÁ UM ENQUADRAMENTO MAIS FAVORÁVEL PARA OS INVESTIDORES ESTRANGEIROS E MAIS INFORMAÇÃO. ÁFRICA DO SUL, MARROCOS OU EGIPTO ESTÃO ENTRE OS ALVOS VISTOS COM MAIOR OPTIMISMO.


Fonte Inf.- Jornal de Negócios