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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Índices norte-americanos sobem mais de 2%

02.04.09, Planeta Cultural

G20 faz anima investidores

 

Os principais índices norte-americanos encerraram a sessão a subir mais de 2%, acompanhando a evolução positiva das principais bolsas mundiais, que beneficiaram da reunião do G20.

O
Dow Jones subiu 2,79% para 7.978,08 pontos, o Nasdaq cresceu 3,29% para 1.602,63 pontos e o S&P500 apreciou 2,87% para 834,38 pontos.

As bolsas mundiais reagiram em forte alta às decisões tomadas na cimeira do G20, onde foi definida uma regulação financeira mais dura e onde foi anunciada a mobilização 1,1
bilião de dólares através das instituições financeiras internacionais para promover o comércio, socorrer os países em dificuldades com as suas balanças de pagamentos e apoiar os Estados mais pobres.

As decisões provenientes da reunião do G20 animaram a negociação das bolsas mundiais, com os investidores confiantes de que os países vão conseguir superar esta crise financeira. Gordon Brown, primeiro-ministro britânico, afirmou mesmo que a crise actual poderá passar antes do que é esperado.

Os ganhos foram generalizados na Europa, bem como nos EUA.

Títulos com a
Alcoa e a Caterpillar valorizaram hoje mais de 7% para os 8,18 dólares e 31,54 dólares, respectivamente.

A
General Electric avançou 5,60% para os 10,74 dólares e a Home Depot cresceu 4,03% para os 24,79 dólares.

A
General Motors recuperou parte das quedas recentes ao valorizar 8,29% para os 2,09 dólares.

As acções do sector bancário também cresceram, com o
Citigroup a apreciar 1,49% para os 2,72 dólares e o Goldman Sachs a subir 3,56% para os 114,22 dólares.

A McDonald’s ganhou 2,01% para os 56,35 dólares, a Procter & Gamble (
P&G) valorizou 2,57% para os 49,45 dólares e a Wal-Mart subiu 1,55% para os 53,64 dólares.

 

Fonte Inf.- Jornal de Negócios

Bolsas mundiais disparam com resultado do G20 e sinais de recuperação da economia

02.04.09, Planeta Cultural
Os índices mundiais estão hoje a viver uma sessão de fortes ganhos, com os europeus a registarem subidas entre os 3% e os 6% e com os mercados norte-americanos a avançarem mais de 3%. Já as valorizações das bolsas asiáticas tinham sobressaído. A impulsionar esteve a expectativa positiva na reunião do G20 que, após o seu final, não desiludiu.

As praças asiáticas iniciaram este desempenho com o MSCI Asia Pacific a avançar 4,7%, o que representa o maior ganho este ano. O índice Hang Seng “disparou” 7,4% e anulou as perdas que acumulava desde o início do ano.

Quer as bolsas europeias quer as norte-americanas abriram hoje em forte alta perante a expectativa positiva na reunião do G20 e também com a provável descida dos juros do BCE. Os investidores acreditavam, assim, que o pior da crise pudesse já ter passado.

Também alguns indicadores económicos divulgados recentemente contribuíam para este sentimento e as próprias declarações feitas ontem pelo Secretário do Tesouro norte-americano, Timothy Geithner, de que há “sinais encorajadores” de que os mercados financeiros estão a recuperar favoreceu o optimismo generalizado de hoje.

E nem o facto do BCE ter descido os juros menos do que o esperado desanimou os mercados.

Após a reunião do G20, as bolsas acentuaram mesmo os ganhos.

Enquanto houver pessoas a perder os seus empregos, não hesitaremos em fazer tudo o que está ao nosso alcance”. Foi neste registo determinado que Gordon Brown, primeiro-ministro britânico e anfitrião do G20, terminou a sua conferência de imprensa no final da cimeira de Londres onde foram reveladas medidas bem recebidas pelos mercados.


Dow Jones Stoxx 60 avança para máximos de seis semanas

Lisboa registou mesmo a maior subida desde o dia 24 de Novembro. O pan-europeu Dow Jones Stoxx 600 avançou para máximos de seis semanas e o alemão DAX liderou os ganhos com uma valorização de 6,07%. Na Europa, aliás, com excepção do PSI-20, todos os índices subiram mais de 4%.

Do outro lado do Atlântico, a reunião também foi bem recebida, com o Dow Jones a apreciar, a esta altura, 3,94%, o Nasdaq a somar 4,48% e o S&P500 a subir 4,08%.

 
Fonte Inf.- Jornal de Negócios

Ambiente: Governo define regras para gestão e classificação da qualidade das águas balneares

02.04.09, Planeta Cultural

O Governo aprovou hoje o decreto-lei que estabelece o regime de gestão, monitorização e classificação da qualidade das águas balneares, que devem ter, a partir de 2015, a classificação no mínimo de "Aceitável".

 

O documento, que transpõe a directiva comunitária 2006/7/CE relativa à gestão da qualidade das águas balneares e foi aprovado hoje em Conselho de Ministros, estabelece ainda que a informação sobre a qualidade das águas balneares deve ser transmitida ao público.

Por outro lado, prevê que a identificação das águas balneares e a fixação da época balnear passem a ser efectuadas anualmente por uma única portaria, na sequência de um procedimento único centralizado junto do Instituto da Água e que terá início logo a seguir ao termo da época balnear anterior.

 

Prevê-se, igualmente, o procedimento para a monitorização, avaliação e classificação das águas balneares e de restrição da prática balnear nessas águas.

 

Com base na análise laboratorial das amostras recolhidas no âmbito do Programa de Monitorização, as águas balneares são avaliadas e classificadas pelo Instituto da Água (INAG) como "Más", "Aceitáveis", "Boas" ou "Excelentes".

 

Segundo o documento, devem ser tomadas as medidas que se considerem adequadas para aumentar o número de águas balneares classificadas como "Excelente" ou "Boa" e todas devem ter a classificação de "Aceitável" a partir de 2015.

 

Estabelecem-se, também, medidas que devem ser tomadas em casos de situações inesperadas, como episódios de poluição de curta duração, que tenham, ou que venham eventualmente a ter, um impacto negativo na qualidade das águas balneares ou na saúde dos banhistas.

 

Através do sítio do INAG, os portugueses passam a ter acesso a informação sobre os resultados da monitorização da qualidade das águas balneares e das medidas especiais tomadas para prevenir riscos para a saúde.

 

 

HN.

 

Fonte Inf.- Lusa/fim