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Papa abre caminho para beatificação de bispo português

Terça-feira, 04.06.13

Decreto reconhece “virtudes heróicas” de D. João de Oliveira Matos, auxiliar da diocese da Guarda. 

 

O Papa aprovou hoje a publicação do decreto que reconhece as “virtudes heróicas” de D. João de Oliveira Matos (1879-1962), bispo auxiliar da Guarda, que recebe assim o título de “venerável”.


Esta é uma fase do processo que leva à proclamação de um fiel católico como beato, penúltima etapa para a declaração da santidade.


O postulador da causa de canonização, monsenhor Arnaldo Pinto Cardoso, declarou à Agência Ecclesia que este é um momento “muito importante”, de “reconhecimento” por todo o trabalho realizado na diocese durante este processo.


“A impressão que recolhi é que ele semeou o Evangelho e deixou um cunho tal que a Diocese Guarda foi, durante décadas, um alfobre de vocações sacerdotais e religiosas. Através da imprensa, de visitas pastorais, da Liga dos Servos de Jesus, foi realmente uma figura carismática num período difícil, a seguir à I República”, recorda.


D. João de Oliveira Matos foi bispo auxiliar da Guarda entre Dezembro de 1922 e 29 de Agosto de 1962, dia da sua morte.


D. António Moiteiro Ramos, actualmente bispo auxiliar de Braga e vice-postulador da causa de canonização, disse à Agência Ecclesia que este momento é “uma graça muito grande”, reconhecendo em D. João de Oliveira Matos alguém que se comprometeu em particular na “formação dos leigos”.


"A figura deste homem é a de um verdadeiro pastor, dedicado totalmente ao Povo de Deus", sublinha, destacando o seu trabalho na "renovação do tecido eclesial".


O que é Liga dos Servos de Jesus? D. João de Oliveira Matos fundou a Liga dos Servos de Jesus, uma instituição que renovou a diocese da Guarda, através da formação de milhares de leigos. D. António Moiteiro Ramos, vice-postulador da causa da canonização, explica melhor o que é esta Liga, que foi a grande marca deixada pelo antigo bispo auxiliar da Guarda.


“A Liga dos Servos de Jesus foi uma associação de leigos que ele fundou em 11 de Fevereiro de 1924”, começa por explicar o vice-postulador da causa da canonização.


A Liga, continua D. António Moiteiro Ramos, tinha “como finalidade juntar os leigos” da diocese, porque D. João de Oliveira Matos “pensava que era necessário associá-los para lhes dar formação, quer pastoral quer espiritual e também para os fazer colaboradores mais directos do pároco”.


D. António Moiteiro Ramos diz ainda à Renascença que “nos primeiros 25 anos, a Liga fez mais de mil retiros, por onde passaram cerca de 25 mil pessoas”.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:14


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