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Governo quer aumentar idade pré-reforma de militares e polícias para 58 anos

Sexta-feira, 03.05.13
O Governo quer aumentar de 55 para 58 anos a idade da pré-reforma dos militares e dos membros das forças de segurança, anunciou hoje o primeiro-ministro, Passos Coelho.
.

"Uma das medidas que iremos propor consiste na alteração da idade legal mínima de acesso à situação de reserva, pré-aposentação e disponibilidade, que precede a reforma nas Forças Armadas, na Guarda Nacional Republicana e na Polícia de Segurança Pública para os 58 anos de idade", afirmou hoje Pedro Passos Coelho numa declaração ao país.

 

O primeiro-ministro disse ainda que esta é umas da "várias medidas com âmbito sectorial" que o Governo quer tomar nos vários domínios da governação, que "se inserem no horizonte mais amplo da reforma do Estado".

 

A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) considerou hoje "irresponsável" esta proposta do Governo.

 

Numa breve reacção à agência Lusa, o presidente da APG/GNR, César Nogueira, considerou "irresponsável" a medida proposta, argumentando que os militares da GNR "trabalham muito mais horas", comparativamente a outros profissionais e, por isso, têm "um desgaste maior no final da carreira".

 

César Nogueira invocou que, na prática, os profissionais da GNR "não têm horário de trabalho" e chegam a trabalhar "90 horas por semana".

 

 


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Publicado por Planeta Cultural às 23:49

2 comentários

De Zé da Burra o Alentejano a 07.05.2013 às 16:37


Ainda bem que saí a tempo da função pública Ainda bem que me reformei há quase 3 anos, já saltei a "barreira" e agora, na condição de aposentado, já tenho mais gente que me defenda para além do PCP e do Bloco de Esquerda. Agora já posso contar também com o PS e com o CDS para me defenderem e para segurarem o mais possível o valor da pensão que recebo. Ainda assim ela já me foi reduzida: fazem-me pagar para a ADSE; aumentaram-me o IRS e também me cortaram nos subsídios.  Mas os que ficaram e que não aproveitaram para sair da função pública a tempo, embora já estivessem em condições de o fazer, estão a ficar pior de ano para ano, "they are all fucked" (tradução: eles estão todos lixados), porque já pagaram bastante, continuarão a pagar e qualquer dia até acabam com as aposentações antecipadas e aí vão ter que ficar no seu posto de trabalho até aos 66, 67, quiçá até aos 70 anos, se lá conseguirem chegar (o apoio na saúde está em decadência), apesar de "haver funcionários públicos a mais", conforme nos dizem alguns políticos há bastante tempo. E a aposentação por doença, só se consegue em caso de diagnóstico de morte a curto prazo ou de acamados e, mesmo assim, muitos deles terão que ir a Juntas Médicas em local que lhes será indicado. Alguns (os que não tiverem apoio familiar) irão morrer em casa, abandonados, sem conseguirem receber a pensão a que têm direito e para a qual descontaram, porque já não podem tratar da sua aposentação e o Estado não os vai procurar. Se for proprietário da casa que habita, poderá ser que passados 13 ou mais anos as Finanças mandem um funcionário a sua casa, a fim de saberem porque não pagou o IMI - tal como aconteceu recentemente - e deparem com os restos mortais da pessoa que morreu sòzinha há mais de uma década. 

De Zé da Burra o Alentejano a 07.05.2013 às 16:47

Quanto às forças armadas, policiais, magistrados, políticos e outros órgãos de soberania, podem aposentar-se mais cedo, mas será natural algumas mexidas também nesses grupos, mas feitas sempre com muito, muito cuidado, porque são estes grupos que podem "trocar as voltas" aos políticos no poder. São esta gente que pode opor-se (ou não) à arrogância e prepotência de quem governa o país.   

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