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Furacão em Saturno pode auxiliar compreensão do fenômeno na Terra

Terça-feira, 30.04.13



Supõe-se que o furacão em Saturno é cerca de 20 vezes maior que os registrados na Terra

 

Um grande furacão situado sobre o Polo Norte de Saturno, que foi fotografado pela sonda Cassini, pode ajudar a compreender como se formam e evoluem estes fenômenos meteorológicos na Terra, informou nesta terça-feira a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).

 

As imagens, tomadas em novembro de 2012, mostram pela primeira vez de perto e de maneira visível uma tempestade que sobrevive a base de "pequenas quantidades de vapor de água presentes na atmosfera de hidrogênio de Saturno", algo diferente das terrestres, que, por sua vez, se alimentam de água quente dos oceanos.

 

"Compreender como as tempestades saturninas são capazes de utilizar o pouco vapor de água que têm a sua disposição poderia ajudar os cientistas a compreender melhor como se formam e como evoluem os furacões terrestres", assinalaram os especialistas da ESA.

 

Os dados apresentados pela sonda Cassini - um projeto da ESA, da americana Nasa e da Agência Espacial Italiana (ASI) - também revelam que o furacão de Saturno permanece no Polo Norte desse planeta, enquanto esses fenômenos meteorológicos na Terra tendem a "se deslocar em direção aos pólos".

 

O olho do furacão de Saturno fotografado pela ESA está ativo, pelo menos, há sete anos e tem uma extensão de 2 mil quilômetros. Isso supõe que o furacão em questão é cerca de 20 vezes maior que os registrados na Terra.

 

Além disso, o furacão de Saturno está rodeado de um grupo de nuvens finas e brilhantes que se deslocam a 540 km/h. "Os ventos na parede do olho desta tempestade sopram quatro vezes mais forte que nos furacões de nosso planeta", resumiram os especialistas da ESA, com sede em Paris.

 

A sonda Cassini chegou a Saturno no inverno de 2004, quando "o Polo Norte do planeta estava imerso na escuridão". Por conta deste fato, os cientistas tiveram que esperar até o equinócio de agosto de 2009 para poder fotografar o furacão.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:53


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