Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]






Comentários recentes

  • Triptofano!

    Realmente no Porão qualquer excitação ficaria auto...

  • Veegam

    Como obter Stellar Lumens gratis!https://steemit.c...

  • Firmino

    deus vê a quem a gente faz bem e depois no fim lev...

  • Planeta Cultural

    O ser humano consegue bem de longe ser pior que os...

  • Maribel Maia

    É com muita pena que leio notícias dessas!





Falso padre de Barcelos de volta às igrejas para celebrar e roubar

Sábado, 27.04.13

O "falso padre" Agostinho Caridade, já com duas condenações pelos crimes de usurpação de funções e de burla, está de novo a "aparecer" nas igrejas do país, para celebrar e roubar, alertou hoje a Arquidiocese de Braga.


 

Segundo o vigário geral da Arquidiocese de Braga, José Paulo Abreu, o falso padre apresentou-se com o nome de Vítor na igreja de Senhora-a-Branca, naquela cidade, "mas poderá apresentar outro nome qualquer".

 

"Está de novo a aparecer nas nossas igrejas, tendo, inclusive, roubado já alguns objetos valiosos", acrescentou, sublinhando a necessidade de padres, sacristães, zeladoras e povo em geral ficarem "de sobreaviso".

 

Natural de Aguiar, Barcelos, e atualmente com 39 anos, Agostinho Caridade já celebrou várias cerimónias religiosas um pouco por todo o país, tendo mesmo presidido a um casamento na Sé de Braga.

 

Em julho de 2010, o Tribunal de Felgueiras julgou-o à revelia e condenou-o a 350 dias de multa, à taxa diária de cinco euros, o que dá um total de 1750 euros, pelos crimes de usurpação de funções e de burla simples.

 

As vítimas foram um casal de idosos de Santão, Felgueiras, em cuja residência o "falso padre" realizou vários exorcismos e celebrou uma missa, em novembro de 2008.

 

O arguido não pagou a multa e andou fugido da justiça, até que em maio de 2012 foi "apanhado" pela GNR em Durrães, Barcelos, e conduzido ao Estabelecimento Prisional de Viana do Castelo.

 

No entanto, passaria poucos dias na cadeia, porque a família pagou o "remanescente" da multa e Agostinho Caridade foi libertado.

 

Em outubro de 2011, desta vez no Tribunal de Santo Tirso, Agostinho Caridade somou mais uma condenação, de dois anos e meio de prisão, com suspensão por igual período, igualmente pelos crimes de usurpação de funções e de burla qualificada.

 

Para a suspensão da pena, o arguido, que também neste caso foi julgado à revelia, ficou obrigado a indemnizar, no prazo de dois anos, em 4.727 euros três pessoas que burlou, bem como a pedir desculpa, no prazo de 15 dias, à Arquidiocese de Braga, às paróquias onde exerceu ilegalmente e aos respetivos paroquianos.

 

Agostinho Caridade foi ainda condenado, a título de danos não patrimoniais, a pagar 3.000 euros por ter "lesado a fé" dos queixosos.

 

O tribunal deu como provado que, em 2004, o arguido conseguiu «penetrar» na Igreja, quando contactou o pároco de Santiago de Bougado, na Trofa, então já num estado de saúde muito debilitado, e se ofereceu para o ajudar.

 

Apresentou-se como João Luís e como sendo um padre missionário, pertencente à Ordem dos Camilianos.

 

O pároco de Bougado foi passando a palavra a outros sacerdotes e a fama «de bom padre» do burlão foi-se espalhando, pelo que começou a ser contactado para vários serviços, sobretudo nas dioceses de Braga, Porto e Algarve.

 

Como ia "recomendado" por um colega de ofício, nunca ninguém se lembrou de lhe pedir a identificação.

 

Entretanto, o pároco de Alvarelhos começou a desconfiar, por causa de alguns comportamentos, palavras e contradições do arguido, e encetou uma investigação, tendo concluído que ele não era nem nunca foi padre.

 

 

Para visitar a fonte da informação clique aqui


Autoria e outros dados (tags, etc)

Publicado por Planeta Cultural às 22:43


Pesquisar

 



Contacto

planetacultural@sapo.pt

Comunicado aos nossos leitores

1- Planeta Cultural é um Blog que tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular nas páginas da Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de Comunicação Social, que nem sempre será viável citar ou referenciar. Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo, o favor de me contactar via e-mail (constante no meu perfil público), na sequência de que procederei à sua imediata remoção.

2 - Os comentários expressos neste "Blog", vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste sítio, "Blog", pelo que, publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo. Reserva-me também o direito de eliminar qualquer comentário que possa considerar difamatório, ofensivo, calunioso ou prejudicial a terceiros, bem como textos de carácter promocional que também poderão ser excluídos.

Atenciosamente;

---------------------------------R. C.
-------------Administrador do Planeta Cultural