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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Trocas comerciais entre a China e Angola subiram mais de 10%

16.04.13, Planeta Cultural

As trocas comerciais entre as China e os Países de Língua Portuguesa diminuíram 0,88% em Janeiro e Fevereiro face ao período homólogo de 2012, fixando-se em 17,34 mil milhões de dólares (13,26 mil milhões de euros), foi hoje divulgado.


Com Angola, as trocas comerciais subiram 10,14% para um total de 5,7 mil milhões de dólares (4,38 mil milhões de euros), com as exportações chinesas a crescerem 62,36% para 633,4 milhões de dólares (484,3 milhões de euros) e as importações da China a subirem 5,90% para 5,09 mil milhões de dólares (4,07 mil milhões de euros).

 

Dados da alfândega chinesa divulgados pelo gabinete de apoio ao Fórum Macau referem que nos primeiros dois meses de 2013 a China vendeu aos países de expressão portuguesa produtos no valor de 6,34 mil milhões de dólares (4,85 mil milhões de euros), mais 23,04%, contra compras de Pequim de 10,99 mil milhões de dólares (8,4 mil milhões de euros), menos 10,87%.

 

Com o Brasil, o principal parceiro lusófono da China, as trocas comerciais registaram uma quebra de 6,39%, apesar de representarem a quase totalidade do comércio com 10,8 mil milhões de dólares (8,26 mil milhões de euros).

 

As vendas de Pequim a Brasília totalizaram 5,17 mil milhões de dólares (3,95 mil milhões de euros) - mais 20,24% - e as compras 5,6 mil milhões de dólares (4,3 mil milhões de euros), ou menos 22,22%.

 

Já com Portugal, o terceiro mais importante país lusófono em termos comerciais, as trocas foram contabilizadas em 551,4 milhões de dólares (421,8 milhões de euros), uma descida de 2,72 % em que as exportações chinesas subiram 6,32% e as exportações portuguesas desceram 16,84%.

 

Apesar de a balança comercial com a China ser ainda desfavorável a Lisboa, Pequim vendeu produtos de 367,4 milhões de dólares (281 milhões de euros), enquanto Portugal exportou para a segunda maior economia mundial produtos no valor de 184 milhões de dólares (140,7 milhões de euros).

 

As contas entre a China e os países de língua portuguesa incluem também São Tomé e Príncipe, apesar daquele país africano não integrar o Fórum Macau, dado ter relações diplomáticas com Taiwan em detrimento de Pequim.

 

O Fórum Macau foi formalmente criado em 2003 para potenciar as relações económicas, comerciais, culturas e de cooperação multidisciplinar entre a China e os países de língua portuguesa, num trabalho feito a partir de Macau, cidade onde o português é também, a par do chinês, língua oficial e que tem relações seculares com a lusofonia.

 

 

 


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