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Planeta Cultural

Acima de tudo, cultura geral

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Barack Obama alerta que cortes na despesa ameaçarão empregos nos EUA

19.02.13, Planeta Cultural
O Presidente dos EUA afirma que os cortes na despesa que poderão ser implementados na próxima semana “não são inteligentes” e podem pôr em causa empregos. Nos últimos dois meses poucos progressos terão sido feitos para estabelecer um acordo entre republicanos e democratas de forma a evitar o corte de 85 mil milhões de dólares.


Barack Obama alertou o congresso norte-americano que se forem permitidos cortes muito grandes na despesa, estarão em risco postos de trabalho, segundo a BBC.

 

O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA) afirmou que um corte orçamental de 85 mil milhões de dólares (perto de 64 mil milhões de euros) é uma abordagem perigosa para a redução do défice.

 

No Senado, Obama propôs cortes direccionados na despesa, apoiando uma proposta semelhante feita pelos senadores democratas na última semana. O Presidente afirmou ainda que cortes tão profundos e por isso pouco atractivos na despesa deveriam ter estimulado os políticos a trabalharem juntos.

 

“Não são inteligentes, não são justos… isto não é uma abstracção. Pessoas vão perder os seus empregos”, afirmou Obama referindo-se aos cortes orçamentais que podem ocorrer na despesa dos EUA, na próxima semana.

 

Mostrando-se disponível para cortar programas governamentais mal sucedidos e desnecessários, o presidente norte-americano acusou os opositores republicanos de “rigidez ideológica”, por se oporem a subidas de impostos.

 

As medidas agora discutidas e que devem entrar em vigor na próxima semana, deviam ter sido implementadas a 1 de Janeiro, altura em que estavam previstas que fossem accionadas medidas automáticas de corte na despesa e aumento de impostos, cujo impacto orçamental seria de 600 mil milhões de dólares. Porém, devido aos receios de que o “precipício orçamental”, designação dada ao pacote de cortes na despesa e subida de impostos, poderia levar a uma recessão nos EUA, os legisladores adiaram dois meses os cortes na despesa.  

 

O adiamento de dois meses tinha como intuito dar mais tempo aos legisladores para trabalharem num acordo quanto ao orçamento. Contudo, pelo que tem sido dado a conhecer nas últimas semanas, poucos progressos foram alcançados.

 

 


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