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PJ investiga burlas na venda de smartphones e tablets

Quinta-feira, 09.02.12

 

A Directoria do Norte da Polícia Judiciária está a investigar burlas no comércio particular de smartphones e tablets, num esquema que envolve o pré-pagamento dos equipamentos por transferência bancária.

Segundo contou uma das vítimas, que solicitou anonimato, á agência Lusa, o esquema dura pelo menos desde Agosto do ano passado e as suspeitas recaem sobre dois irmãos, que cativam clientes através de anúncios de Internet.

Embora permitam lucros parcelares diminutos (entre 500 e mil euros), as burlas acabam por, no seu conjunto, ascender a somas consideráveis.

Os suspeitos estão sempre a apresentar-se com nomes diferentes, abrem e fecham contas bancárias muito frequentemente e mudam regularmente os números de contacto telefónico.

Normalmente indicam localidades do interior ou das ilhas como pontos de entrega dos equipamentos, de modo a que os interessados optem por pedir o envio dos produtos por correio, contra pagamento antecipado por depósito em conta.

Em alguns casos, consumam presencialmente alguns negócios para conquistar a confiança dos alvos.

Quando solicitados a satisfazer novas encomendas, argumentam que não têm o artigo pretendido, mas que o conseguirão, desde que o cliente deixe garantias, traduzidas em pré-pagamento.

«Como dão a imagem de pessoas sérias, as vítimas não têm problemas em comprar e foi o que aconteceu comigo», contou a fonte, explicando que depositou 750 euros na conta indicada por um dos burlões em troca de dois aparelhos iPhone, que nunca lhe foram enviados.

Quando tentou obter explicações, o telemóvel de contacto já estava desligado e não conseguiu evitar a anulação da transferência bancária.

Este tipo de burlas, que «continua a ocorrer a um ritmo alucinante e um pouco por todo o país», está a ser investigada pelo Serviço Regional de Investigação da Criminalidade Económico-Financeira da PJ/Porto.

Os agentes estão agora a tentar, segundo a fonte, reunir o maior número de queixas possível, no sentido de convencer um juiz a emitir um mandado de detenção para os suspeitos.

O elevado preço de telemóveis topo de gama, como os iPhone, e de dispositivos computorizados portáteis (iPad) fez florescer um comércio particular daqueles equipamentos.

Segundo a fonte, um iPhone de última geração, que no mercado convencional pode custar cerca de 600 euros, pode conseguir-se nestes mercados por 375 ou ainda mais baratos, se forem usados.

Acrescentou que os equipamentos novos são conseguidos, por exemplo, junto de grandes clientes das operadoras, que os obtêm em quantidades superiores ao necessário, a custo zero ou a preços reduzidos.

Este mercado comporta, contudo, riscos associados à falta de garantia dos equipamentos e a burlas, caso o negócio não seja feito presencialmente ou por entrega contra reembolso.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:09


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