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Alberto João Jardim recusa que região seja tratada como território estrangeiro

Quinta-feira, 24.11.11

"Ninguém se vai furtar às dificuldades, se eu ainda estou aqui é porque assumo enfrentar as dificuldades, o que eu não admito é que a Madeira seja tratada como se fosse um território estrangeiro, sujeito à soberania de outros, quando todos nós portugueses somos soberanos em todo o território nacional", afirmou Alberto João Jardim.

 

O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, reiterou hoje que os madeirenses vão assumir as suas responsabilidades, mas recusou que o arquipélago seja tratado como um território estrangeiro.

"Ninguém se vai furtar às dificuldades, se eu ainda estou aqui é porque assumo enfrentar as dificuldades, o que eu não admito é que a Madeira seja tratada como se fosse um território estrangeiro, sujeito à soberania de outros, quando todos nós portugueses somos soberanos em todo o território nacional", afirmou Alberto João Jardim.

Sem nunca se referir ao plano de assistência financeira para a Madeira, o chefe do Executivo regional insistiu não poder admitir "tratamentos discriminatórios" que ocultam "poderes obscuros que, nas costas do povo, se mantêm" na sociedade.

Nas comemorações do 85.º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Madeirenses, no Funchal, Alberto João Jardim disse ainda não estar disponível "para poder tolerar que se prejudique a economia da Madeira" -- num momento em que o "desemprego tem crescido preocupantemente" - e que "se prejudique o emprego para se andar por caminhos que põem em causa a democracia e põem em causa a autonomia política".

Embora reconhecendo que "os tempos estão tão difíceis", o líder do Executivo regional sustentou que o "país tem que ter solução".

"Um país que tem quase nove séculos de história e que tem uma história que a todos nos orgulha não pode agora ceder ante visões liberais de capitalismo selvagem, ante visões orçamentalistas e monetaristas que não estão de acordo com a realidade económica e, muito menos, com a realidade social", advertiu, considerando, igualmente, que Portugal "não pode pactuar com os becos, quase sem saída, por onde a Europa se meteu".

Para Alberto João Jardim, quando o país aderiu à União Europeia ou integrou a moeda única "não era para isto".

"Quando Portugal, em 25 de Abril de '74, escolheu a democracia não era para isto, era para termos governos democráticos (...) e também todos os países europeus terem governos democráticos que não deixassem ser o grande capital especulador a mandar", realçou.

Criticando a ausência de "coragem" e de "bom senso" para "controlar os mercados financeiros", Alberto João Jardim lamentou que, devido a isso, sejam "os povos a pagar para travar o descalabro" ao qual "os mercados financeiros trouxeram" os países.

Alberto João Jardim acrescentou que a Madeira "não podia escapar a esta tempestade", mas lembrou que "o povo madeirense, em todos os momentos da sua história, soube enfrentar dificuldades soube ultrapassar sacrifícios".

Dirigindo-se aos bombeiros, que dão o "melhor" em defesa da comunidade, o presidente do Governo Regional exortou: "Todos, como nunca, temos que agora defender a nossa comunidade, temos que defender o nosso país, temos que defender a nossa autonomia".

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:31


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