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Seis de dez restaurantes de “fast-food” em Inglaterra

Quarta-feira, 12.06.13

O gelo de seis de dez restaurantes analisados no Reino Unido tem mais bactérias do que a água da sanita, segundo um artigo publicado pelo jornal sensacionalista Daily Mail. As empresas implicadas nesta investigação, entre as quais vários “franchisings” de “fast-food”, anunciaram já que vão rever os seus procedimentos de limpeza assim como a formação ao pessoal nesta área.

 

Os testes realizados demonstraram que o gelo do McDonalds, Burger King, KFC, Starbucks, Café Rouge e Nando – alguns dos dez restaurantes analisados – tinham mais bactérias do que as amostras de água retiradas das sanitas. Os cientistas atribuem esses resultados ao facto das casas de banho serem mais vezes limpas do que as máquinas de gelo.

 

Não há, no entanto, um “perigo imediato para a saúde pública”, apesar de quatro destes restaurantes terem uma quantidade suficiente de micróbios para serem consideradas um risco higiénico, segundo o laboratório que fez as análises. O mesmo diz que a as amostras analisadas revelam falta de higiene.

 

“É fácil esquecer que o gelo pode ter bactérias porque se acredita que é demasiado frio para os germes; mas esta crença está muito distante da realidade”, explicou ao jornal inglês a ex-directora do Laboratório britânico da Agência de Protecção da Saúde, Melody Greenwood.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 22:50

Veja como deter o avanço do cancro na próstata

Terça-feira, 11.06.13

De acordo com Erin Richman, um dos responsáveis pela descoberta publicada no Journal of the American Medical Association (JAMA) Internal Medicine,os homens que fizerem alteração à sua dieta, aumentando o consumo gorduras saudáveis encontradas em legumes, podem deter o avanço do cancro na próstata, por isso, segundo aquele cientista sugere o seguinte:

 

- Adicionar uma colher de sopa de molho à base de azeite por dia vinculou-se a um risco 29% menor de desenvolver cancro de próstata letal;

 

- Adicionar cerca de 31 gramas de nozes por dia foi relacionado com um risco 18% menor de cancro de próstata letal.

 

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:41

Pílula anticoncepcional causa 23 mortes no Canadá

Terça-feira, 11.06.13

Pelo menos 23 mulheres canadianas que tomaram pílulas anticoncepcionais de consumo frequente morreram, na sua maioria devido a coágulos no sangue, de acordo com documentos do ministério da Saúde, informou esta terça-feira a rede de televisão CBC.

 

Os médicos e farmacêuticos, que são obrigados a notificar as reações adversas aos medicamentos, suspeitam que as pílulas Yaz e Yasmin do laboratório alemão Bayer foram as causadoras destas mortes, acrescentou a Canadian Broadcasting Corporation.

 

Centenas de mulheres podem ter sofrido os efeitos nocivos destes fármacos, alega advogado que apresentou um recurso coletivo, cita a estação de televisão.

 

Há registo de milhares de ações  apresentadas contra a Bayer, em particular nos Estados Unidos.

 

A Agência Americana de Alimentos e Medicamentos (FDA) lançou em abril de 2012 uma advertência de que estas pílulas poderiam estar "ligadas a um risco maior de coágulos no sangue" e que esta informação deveria aparecer na bula que acompanha o fármaco.

 

A Agência Europeia de Medicamentos também fez uma advertência similar em 2011.

 

As pílulas Yaz e Yasmin da Bayer estão entre as mais vendidas. Contêm drospirenona combinada com etinil estradiol, um estrogénio comum nos contraceptivos orais.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:03

Níveis elevados de ferro podem prevenir doença de Parkinson

Sexta-feira, 07.06.13

Níveis elevados de ferro no sangue podem significar um risco menor de desenvolvimento da doença de Parkinson, revela um estudo publicado na revista científica norte-americana PLoS Medicine.

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O estudo, que procurou associar o risco da doença - conhecida como sendo um distúrbio nervoso que provoca tremores e dificuldades de caminhar, de se movimentar e de coordenação – com os níveis de ferro, explica a publicação que reúne artigos de especialistas.

 

Estudos anteriores já tinham mostrado uma possível ligação entre níveis de ferro baixos no sangue em pessoas com a doença de Parkinson em comparação com quem tinha níveis controlados do mineral. Irene Pichler da Academia Europeia de Bolzano, em Itália, e um grupo de investigadores internacionais pesquisaram a possível existência de evidências entre os níveis de ferro e o risco da doença através de três mutações em dois genes, HFE e TMPRSS6.

 

A investigação contou com 22 mil pessoas da Europa e Austrália, além da análise de um estudo feito com 20.809 pessoas com Parkinson e 88.892 pessoas para o grupo de controle. Ao cruzar os dados dos três grupos, a investigação obteve uma redução de 3% do risco de doença de Parkinson para cada aumento de 10 ug / dl de ferro no sangue.

 

No entanto, os autores do estudo afirmam que são necessários mais estudos sobre os mecanismos param serem propostas as recomendações específicas de tratamento.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:09

Excesso de ansiolíticos e antidepressivos pode prejudicar alunos - Observatório

Domingo, 02.06.13

O Observatório de Interações Planta--Medicamento (OIPM) advertiu hoje que o «uso excessivo» de ansiolíticos e antidepressivos pelos alunos, em época de exames, pode «funcionar em contracorrente», porque a memória fica diminuída.

 

Os jovens são o alvo desta semana da campanha «Aprender Saúde entre as Plantas e os Medicamentos», do observatório da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra (FFUC).

 

«O uso de medicamentos na época dos exames traz vários problemas aos alunos», disse à Lusa a investigadora Ana Rute Nunes, adiantando que «muitas destas substâncias aumentam os níveis de neurotransmissores, mas o custo na atividade neuronal a curto e longo prazo pode ser muito elevado, dado que muitas [destas substâncias] são produzidas sem nenhum controlo e o impacto que causam no organismo muitas vezes é imprevisível».

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 22:58

Alforreca pode integrar dieta alimentar e inverte o envelhecimento

Quinta-feira, 30.05.13

 

O consumo alimentar de medusas, comummente designadas como alforrecas, é a nova sugestão da agência das Nações Unidas para a Alimentação para enriquecer a dieta humana, até porque algumas variedades deste ser marinho têm propriedades que invertem o processo de envelhecimento.

 

De acordo com um documento da FAO (Food and Agriculture Organization) divulgado nesta quinta-feira, em Roma, a melhor forma de combater a proliferação destes seres marinhos, cujo aumento populacional está a ser determinado pela pesca excessiva de peixes predadores – sobretudo no Mediterrâneo e no Mar Negro -, é comê-los, como já se faz na China.

 

A recomendação de inclusão das medusas na dieta alimentar surge poucos dias depois da sugestão, pela mesma entidade, da inclusão de insectos na dieta para ajudar a combater a fome no mundo. Um «oceano de medusas» está a caminho de suplantar um «oceano de peixes», adverte o relatório da FAO analisando o impacto [negativo] das cada vez mais frequentes marés de alforrecas nos ecossistemas marinhos. É que, o aumento destes seres gelatinosos que se alimentam de larvas e ovas de peixes também constitui uma ameaça para outras espécies piscícolas que vão rareando no mar.

 

Ora, entre as soluções e argumentos apontados para travar o «ciclo vicioso» que ameaça diversos ecossistemas, a FAO refere a incluisão das alforrecas na dieta alimentar, lembrando ainda que, além das substâncias químicas que podem contribuir para o desenvolvimento de novos medicamentos e produtos tecnológicos baseados nas suas moléculas ativas, as medusas estão entre os seres vivos mais  antigos do planeta e contêm em si, os princípios das «inovações  evolutivas».

 

A espécie Turritopsisi nutricula, conhecida como a "medusa imortal", é capaz de inverter o processo de envelhecimento e pode ser objeto de estudos para a elaboração de produtos rejuvenescimento de uso humano.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:12

Milionário russo 'descobre' como se tornar imortal

Quarta-feira, 29.05.13

 

Empresário russo anuncia projeto que vai copiar o seu corpo e o seu cérebro para um holograma e torná-lo imortal a partir de 2045.

 

Chama-se Projeto Avatar, o seu nome inspirou-se no famoso filme de James Cameron e foi lançado por Dmitry Itskov, um milionário russo de 32 anos, e o seu objetivo é copiar o corpo e o cérebro de uma pessoa para um holograma, de modo a permitir que ela viva eternamente.

 

Presidente da empresa russa New Media Stars, ligada ao negócio dos media online, Dmitry Itskov, que descreve esta iniciativa como "a próxima etapa da evolução", será a primeira cobaia do Avatar, e afirmou ao jornal britânico "Daily Mail" que "este projeto abre o caminho para a imortalidade".

 

O Avatar integra-se na "Iniciativa 2045", uma organização sem fins lucrativos fundada pelo empresário russo, que pretende criar uma comunidade em rede com os cientistas que lideram, a nível mundial, a investigação sobre o prolongamento da vida humana através das tecnologias cibernéticas. E que vai financiar projetos muito variados nesta área.

 

Eliminar o envelhecimento e a morte

 

A "Iniciativa 2045" salienta no seu manifesto que "é possível e necessário eliminar o envelhecimento e mesmo a morte, e ultrapassar os limites fundamentais das nossas capacidades físicas e mentais, estabelecidos pelas restrições do nosso corpo". 

 

E destaca que "o maior projeto tecnológico do nosso tempo será a criação de um corpo humano artificial e a subsequente transferência da consciência humana individual para esse corpo".

 

O milionário russo garante que "um indivíduo com um Avatar perfeito será capaz de se integrar na sociedade porque, na verdade, as pessoas não querem morrer".

 

Itskov rodeou-se de 30 cientistas russos de grande prestígio, especialistas em interfaces neuronais, robótica, orgãos artificiais e sistemas, e quer criar um centro internacional e uma universidade para investigarem a imortalidade.

 

A 15 e 16 de junho, a "Iniciativa 2045" organiza em Nova Iorque a segunda edição do Congresso sobre o Futuro Global (a primeira foi em Moscovo), onde o empresário promete apresentar "a cabeça de andróide mais parecida com uma cabeça humana em todo o mundo", revela a publicação americana online "Kurzweil Accelerate Intelligence".

 

Um andróide é um robô ou um organismo sintético concebido para se parecer e agir como um ser humano.  A cabeça terá expressões faciais muito articuladas através de 36 servomotores e será uma réplica robótica da cabeça de Dmitry Itskov, tendo sido construída pelo cientista americano David Hanson, fundador da Hanson Robotics, que se tornou famosa pela criação de 40 andróides de personalidades conhecidas, entre as quais Albert Einstein.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 18:14

Bebés que dormem com pais têm maior risco de morte súbita

Segunda-feira, 27.05.13

Os pais que dormem com os bebés na sua cama podem estar a colocar em risco os filhos. Segundo um estudo britânico, os bebés que dormem com os pais correm maior risco de sofrer da síndrome de morte súbita.

 

O estudo, publicado no site do British Medical Journal indica que os bebés que dormem na cama com os pais corre um risco cinco vezes superior de morte súbita, pelo que desaconselham esta prática para os bebés com menos de três meses de idade.

 

A síndrome de morte súbita é algo que ainda intriga os investigadores, que não conseguiram ainda encontrar uma explicação. Mas nos EUA, por exemplo, esta é a principal causa de morte de crianças entre os 28 dias e os 12 meses de idade.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:38

Saiba se tem a mania das limpezas ou algo mais grave

Sexta-feira, 24.05.13

Ter a mania de limpezas é algo muito mais comum do que imaginamos. Caso não se identifique com o quadro, certamente conhece alguém que o apresenta. E ele não será problema se estiver dentro dos limites da normalidade, incapaz de promover prejuízos ou sofrimento ao indivíduo. A preocupação existe quando se caracteriza como uma disfunção psiquiátrica, como o TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo).

 

Mas, antes de falar dessa patologia, vale reflectir que a preocupação com a limpeza, mesmo quando considerada exagerada, pode ser apenas uma característica individual como outra qualquer – uma pessoa tem a mania de limpeza como outras têm de coleccionar objectos, de anotar tudo, de guardar papeis.

 

«A mania de limpeza é uma das mais recorrentes por duas razões: biológica e cultural. No primeiro caso, é uma condição necessária à sobrevivência: na história de selecção da espécie, foram escolhidos os que foram capazes de prover um mínimo estado de salubridade a si próprio e à sua prole. No segundo, a explicação é que vivemos numa sociedade que valoriza excessivamente a assepsia», analisa Denis Roberto Zamignani, doutor em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo (USP) e colaborador da Astoc (Associação Brasileira de Portadores de Síndrome de Tourette Tiques e Transtorno Obsessivo-Compulsivo).

 

Para saber qual o limiar entre o saudável e o patológico, a palavra-chave é equilíbrio. «Tudo o que é excessivo está fora da normalidade, embora a simples presença de obsessões e compulsões não seja suficiente para se fazer o diagnóstico de TOC. A diferença entre um quadro considerado aceitável e outro não é a frequência e gravidade dos sintomas, que traduzem o grau de comprometimento do paciente nas áreas profissional, pessoal e de lazer», considera Leonard F. Verea, médico psiquiatra formado pela Faculdade de Medicina de Milão (Itália), especializado em Medicina Psicossomática e Hipnose Dinâmica.

 

Noutras palavras, nem todo o pensamento repetitivo, preocupação ou ritual pode ser classificado como obsessivo-compulsivo. Denis Zamignani, que também é coordenador do curso de mestrado profissional em Análise do Comportamento Aplicada no Núcleo Paradigma, sugere utilizar três critérios para saber se o cenário é ou não grave: se a «mania» ocupa um tempo considerável do dia; se implica um comprometimento significativo da rotina, levando a dificuldades no trabalho e nas relações sociais; e se traz aflição e angústia ao indivíduo ou aos que convivem com ele.

 

«Uma boa forma de verificar se algo que faz pode ser relacionado com o TOC é perguntar o que aconteceria se não o realizasse. Caso a resposta for 'tenho medo de que algo terrível aconteça', ou 'eu me sinto muito mal', ou 'simplesmente não consigo deixar de fazer ou de pensar', é necessário procurar a opinião de um profissional.»

 

O TOC caracteriza-se por dois tipos de manifestações: as obsessões, quando ideias ou imagens vêm à mente independentemente da vontade; e as compulsões, que são os rituais que o indivíduo se vê obrigado a executar para aliviar ou evitar as obsessões. «Se não executa o acto compulsivo, fica muito ansioso. Como reconhece que os seus pensamentos e atitudes são sem sentido, procura disfarçar tais manifestações e reluta em procurar auxílio médico», ressalta Verea, acrescentando que muitos portadores de TOC apresentam outras disfunções como fobia social, depressão, pânico e alcoolismo.

 

«Tais experiências são, em geral, acompanhadas de muita ansiedade e martírio. A natureza do pensamento obsessivo é quase sempre muito desagradável e sua repetição incessante leva o sujeito à beira da loucura. Sem falar que os ritos são, para quem os assiste, bastante estranhos, gerando vergonha», completa Zamignani.

 

O TOC acomete cerca de 2,5% da população mundial, sendo considerado o quarto diagnóstico psiquiátrico mais frequente. «Em geral, ocorre entre os jovens, no final da adolescência, sendo comum começar já na infância. Entre adultos, a incidência é levemente superior em mulheres», informa Verea.

Em relação à personalidade, o psiquiatra diz que, em geral, afecta pessoas extremamente escrupulosas (que não querem provocar problemas), formais e distantes nos relacionamentos, frios afectivamente, às vezes arrogantes. «Costumam ser autoritários quando ocupam postos de liderança e temerosos e tímidos quando não estão nesta posição. Intimamente, são medrosos, embora não admitam. E, ainda, metódicos, perfeccionistas, indecisos e controladores.»

 

Para entender bem, em relação à mania de limpeza, a pessoa tem ideias repetidas (obsessão) de que as suas mãos estão contaminadas por ter tocado em objectos «sujos»; aí, para se sentir melhor, lava as mesmas várias vezes (compulsão).

 

«Pesquisas recentes mostram que o TOC é uma doença do cérebro na qual algumas áreas apresentam um funcionamento excessivo. Sabe-se, também, que o neurotransmissor serotonina está envolvido na formação dos sintomas. Acredita-se, ainda, que os predispostos para a moléstia reagem exageradamente ao estresse. Neste caso, respondem com pensamentos obsessivos, que por sua vez geram mais stresse, criando um círculo vicioso», explica Leonard F. Verea.

 

Importante: há diferentes graus e comprometimentos da doença. Nos graves, a pessoa pode ficar com a vida seriamente afectada. No caso específico da mania de limpeza, é possível que o paciente apresente feridas na pele devido ao excesso de assepsia, inflamação na gengiva por escovar demais os dentes, lesões por esforço repetitivo (LER) porque passou tempo demais a esfregar algum objecto ou móvel de casa.

 

Em relação às causas, Leonard Verea diz que não se sabe ainda os motivos reais do desenvolvimento do TOC, embora seja consenso que pode surgir depois de um acidente grave ou por stresse, por exemplo.

 

Os tratamentos, hoje, envolvem remédio – antidepressivos – e terapia comportamental. «Nos últimos anos, muitas substâncias foram desenvolvidas pela farmacologia de maneira a diminuir o sofrimento do portador, com efeitos colaterais discretos. A terapia, por sua vez, ocupa-se em traçar estratégias capazes de dar conta das várias manifestações envolvidas no transtorno. Há a intenção de abranger o comportamento do paciente como um todo, e não apenas focalizar a intervenção sobre os sintomas obsessivo-compulsivos, para permitir sua reintegração nas actividades quotidianas», considera o psicólogo Denis Roberto Zamignani.

 

Uma das terapias mais eficientes, assegura, é a Exposição com Prevenção de Respostas (EPR), que consiste em um planeamento cuidadoso para que, gradualmente, a pessoa enfrente os estímulos temidos sem realizar a compulsão.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 22:27

Novo tratamento para diabetes do tipo 1 descoberto em Espanha

Quinta-feira, 16.05.13

Cientistas do Instituto de Investigação em Ciências da Saúde Germans Trias i Pujol, em Espanha, descobriram um novo tratamento para a diabetes do tipo 1, testado com resultados positivos em ratos de laboratório.

 

O estudo, realizado pelo grupo de Imunologia da Diabetes, foi publicado na quarta-feira na revista científica Plos One, segundo fontes do instituto.

 

Atuando como uma vacina, o tratamento baseia-se na extração de células dendríticas do sistema imunitário do paciente e na sua modificação 'in vitro', para que ao serem reintroduzidas travem a destruição das células produtoras de insulina.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:47


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